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quarta-feira, 12 de dezembro de 2018

Anel de ouro 18k formatura - Midasstore 16 (Magazine Branicio uma loja autorizada MAGAZINE LUIZA)






Anel de ouro 18k formatura - Midasstore 16
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2.50 grama

6 pedras de 1.25mm
1 baguete 6X4mm
3.63mm de altura
6.43mm de largura


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Nossos Anéis de Formatura são fabricados em Ouro 18K, com pedras naturais ou zircônias, os emblemas são relacionados ao curso, enviamos a garantia vitalícia do anel e os formatos podem ser mais grossos ou finos, femininos e masculinos. Ideais para marcar esse momento tão especial que é concretização de um sonho!


Anel de Formatura Masculino

Os anéis de formatura masculino tendem a ter o formato mais rústico, com acabamento trabalhado, podem ter o estilo mais sofisticado ou moderno.


Anel de Formatura Feminino

Os anéis de formatura feminino têm o formato mais delicado, variando em modelos tradicionais, a feitio floral com toque delicado, designer moderno e exuberante.


Anel de Formatura

Os anéis de formatura simbolizam o ritual da transição de uma etapa da vida acadêmica de estudos, esforços e dedicação para a conquista do objetivo alcançado, a formação. Tornando-se assim, uma tradição entre os formandos que são premiados com esses maravilhosos anéis.


Pedras e Profissões

Os anéis de formatura são constituídos pela pedra central, onde cada cor esta relacionada à carreira especifica, e dessa maneira os cursos relacionadas usam pedras de cores semelhantes criando vinculo entre eles. Os emblemas tem significado relevante com a formação do aluno e geralmente é formado pelo símbolo do curso nas laterais do anel.


Anel de Formatura Direito

A cor da pedra do anel de formatura de direito é representado pela pedra de cor Rubi, pois na área de humanas, a cor da pedra do anel de formatura é vermelha, pois simboliza o sangue e o dom da palavra escrita e falada.


Anel de Formatura Administração Técnica

A cor da pedra do anel de formatura de administração técnica é rosada, pois áreas ligadas a energia espiritual trazem energias positivas através da sua cor tranquila.


Anel de Formatura Pedagogia

A cor da pedra do anel de formatura de pedagogia é safira azul, porque nas áreas de exatas e engenharia a cor da pedra do simboliza a busca pela verdade sabedoria e exatidão.


Anel de Formatura Medicina

A cor da pedra do anel de formatura de medicina é esmeralda, pois, nas áreas biológicas a cor da pedra do anel de formatura é verde que simboliza vida e representa vitória e a força de vontade dos seres humanos.


Anel de Formatura Engenharia

O anel de formatura de engenharia possui a cor da pedra safira azul por estar relacionado à área de exatas e engenharia que é aonde se aplica o conhecimento cientifico sócio e prático, com o objetivo de criar, construir manter e melhorar processos relacionados a parte técnica, econômica e meio-ambiental.


Anel de formatura Contabilidade

O anel de formatura de contabilidade possui a cor da pedra mais rosado, representando assim a capacitação profissional do aluno.


Anel de Formatura Enfermagem

O anel de formatura de enfermagem tem a cor da pedra Esmeralda por esta relacionado a áreas biológicas. Sua ciência é baseada em cuidados com o ser humano.


Anel de Formatura Psicologia

O anel de formatura de psicologia é azul safira, pois esta relacionada a áreas de exatas e por isto a cor da pedra é Safira Azul. Este curso tem como objetivo principal a analise de grupos e indivíduos.


Anel de Formatura Arquitetura

A cor da pedra do anel de formatura de arquitetura é azul safira. Tem como foco principal projetar e edificar o ambiente habitado pelo homem dentro do espaço foco principal projetar e edificar ambiente habitado pelo homem dentro do espaço.


Anel de Formatura Fisioterapia

O a nel de formatura de fisioterapia possui a cor esmeralda. Esta profissão esta ligada a área da saúde em que o profissional trata das lesões e doenças, empregando técnicas de massagem e ginástica.


Anel de Formatura Odontologia

A pedra que simboliza o anel de formatura de odontologia é a ametista que tem uma cor mais rosada. Sua atuação é na área da saúde humana que trata os dentes, a boca e os ossos da face.


Anel de Formatura Farmácia

O anel de formatura de farmácia tem como símbolo a cor Topázio amarelo, pois esta relacionada área da concentração. O farmacêutico tem como objetivo desenvolver e pesquisar composições com finalidades medicinais.


Anel de Formatura Educação Física

A cor da pedra do anel de formatura de educação física é esmeralda. O profissional desta área tem como competência promover a saúde por meio de atividades físicas.


Anel de Formatura Nutrição

O anel de formatura de nutrição tem a cor da pedra esmeralda. O profissional desta área o tem com objetivo de preservar e melhorar a qualidade de vida a determinada pessoa ou grupos especifico.

Anel de Formatura Recurso Humanos

A cor da pedra do anel de formatura de recurso humanos é safira azul. O profissional de RH é apto a administrar processos relacionados aos funcionários de uma empresa.


Anel de Formatura Serviço Socia l

A cor da pedra do anel de formatura de serviço socia l é turmalina verde. Este profissional tem como foco amparar os cidadãos, auxiliando na resolução de problemas relacionados a habitação, emprego, educação ou saúde.


Anel de Formatura do Ensino Médio

A cor do anel de formatura do ensino médio pode variar conforme o desejo do formando. Esta fase da formação básica tem como objetivo consolidar o conhecimento obtido do ensino fundamentação.


Anel de Formatura Agronomia

A cor da pedra de formatura do anel de formatura de agronomia é azul safira. Este profissional trabalha para melhorar e conservar o ambiente agropecuário.


Anel de Formatura Jornalismo

A cor da pedra do anel de formatura de jornalismo é de cor vermelha, pois, esta relacionada ao dom da palavra escrita e falada.


Anel de Formatura Radiologia

O anel de formatura de radiologia tem a cor da pedra amarela Topázio imperial. A atividade principal deste profissional é a preparação e operação de equipamentos de diagnostico por imagem.


Anel de Formatura Economia

A cor da pedra do anel de formatura de economia pode ser topázio azul ou água marinha. Esta profissão é baseada lidar com patrimônios pessoais, privados e governamentais.


Anel de Formatura História

A cor da pedra do anel de formatura de história é rosada ametista. É um profissional que estuda o homem e suas ações ao longo do tempo em vários aspectos, econômicos, sociais e culturais entre outros.


Anel de Formatura Logística

A cor da pedra do anel de formatura de logística é safira azul. Este profissional é responsável pela administração de materiais e recursos usados em uma empresa, em controle, distribuição e planejamento entre fabricas e centros de varejo.


Anel de Formatura Magistério

A cor do anel de formatura de magistério é verde turmalina verde. O nome foi atribuído ao cargo de professor que tem conhecimento em todos, tido como uma autoridade doutrinal seja a nível moral ou intelectual.


Anel de Formatura Publicidade

A pedra do anel de formatura de publicidade é a Rubi. O publicitário é o profissional especializado em criar campanhas que promovam uma marca ou ideia.


Anel de Formatura Química

A cor do anel de formatura de química é safira azul. O Químico tem como objetivo estudar a composição e a propriedades da matéria.


Anel de Formatura Teologia

A pedra do anel de formatura de teologia é a Ametista. Este profissional dedica-se ao estudo das religiões e a influencia desta ciência para a sociedade.



Maiores informações e compra clique no link abaixo:







































quinta-feira, 6 de abril de 2017

Como se escreve zero em números romanos? (Mundo Estranho)

Como se escreve zero em números romanos?  (Mundo Estranho)


Por Artur Louback Lopes
access_time18 abr 2011, 18h47 - Atualizado em 19 ago 2016, 17h43


Não se escreve. Os romanos não tinham um sinal para representar o zero porque simplesmente não precisavam representar o nada. Essa necessidade só surgiu quando se criou um sistema numérico posicional, ou seja, um sistema no qual a posição dos algarismos dá a eles valores diferentes. Complicado, né?! Para entender direitinho, pense nos números 35 (numeral arábico) e XI (11, em romanos). 

Agora inverta a posição dos algarismos e terá 53 e IX (9). No número arábico, “3” representa três dezenas, no primeiro caso, e três unidades, no segundo. Já no exemplo romano, “X” representa uma dezena nos dois casos. Portanto, o sistema romano não é posicional. “E daí?”, pergunta você. 

Daí que, em um sistema posicional, o zero faz toda a diferença. E ao perceber isso, os hindus revolucionaram a matemática, criando uma representação numérica que possibilitou o desenvolvimento de cálculos no papel – os romanos só faziam contas no ábaco (aquele quadro cheio de bolinhas que correm de um lado para o outro). “Há quem diga que o zero é uma das maiores invenções da humanidade, por ter aberto espaço para a criação de todas as operações matemáticas que conhecemos hoje”, diz o matemático Luiz Imenes, autor do livro Os Números na História da Civilização, entre outros. Na verdade, embora os hindus sejam geniais, eles se aproveitaram de outra sacada de gênio vinda dos babilônios. Foram eles que criaram o sistema posicional e, como conseqüência, a noção de zero também. 

Para contar 301 ovelhas, por exemplo, um pastor botava uma bolinha em um cesto que representava as unidades, nenhuma no das dezenas e três no das centenas. Os babilônios passaram isso para o papel (na época, uma tábua de barro) e no lugar do “nenhuma bolinha” puseram um espaço vazio (3_1). Os hindus aperfeiçoaram a idéia, criando um sinal para o zero (chamado shúnya). Aí passaram a criação para os árabes, que inventaram o sistema que usamos hoje.


Leia também:






Fonte: Mundo Estranho

segunda-feira, 19 de setembro de 2016

Justiça dá 90 dias para Guilherme de Ávila prefeito de Barretos atender o Transporte de cidadãos que moram na Zona Rural, importante conquista do Vereador Adilson Ventura de Mello através de Ação Civil Pública com o Ministério Público e Defensoria Pública





O transporte coletivo é muito importante, principalmente na zona rural, por estar muito longe da cidade, as pessoas tem dificuldade de acesso à muitas coisas. Grande conquista Prof. Adilson Ventura de Mello!





E-book em PDF com a sentença do processo de Transportes Terrestres no ISSUU 



Link deste e-book direto no ISSUU:

http://issuu.com/celsorodrigobranicio/docs/senten__a_transportes_terrestres_10?e=11297995/38921482






Justiça dá 90 dias para Guilherme de Ávila prefeito de Barretos atender o Transporte de cidadãos que moram na Zona Rural, importante conquista do Vereador Adilson Ventura de Mello através de Ação Civil Pública com o Ministério Público e Defensoria Pública


Fonte: Vídeo no perfil do Facebook do vereador Prof. Adilson Ventura de Mello




Veja abaixo cópias digitalizadas no formato gráfico JPG das seis  laudas da sentença do processo.


1007389-30.2014.8.26.0066 - Lauda 1 - Sentença Transportes Terrestres Zona Rural Barretos - Pag. 348

1007389-30.2014.8.26.0066 - Lauda 2 - Sentença Transportes Terrestres Zona Rural Barretos - Pag. 349

1007389-30.2014.8.26.0066 - Lauda 3 - Sentença Transportes Terrestres Zona Rural Barretos - Pag. 350

1007389-30.2014.8.26.0066 - Lauda 4 - Sentença Transportes Terrestres Zona Rural Barretos - Pag. 351

1007389-30.2014.8.26.0066 - Lauda 5 - Sentença Transportes Terrestres Zona Rural Barretos - Pag. 352

1007389-30.2014.8.26.0066 - Lauda 6 - Sentença Transportes Terrestres Zona Rural Barretos - Pag. 353





domingo, 19 de outubro de 2014

A história do jogo do bicho desde 1892, tabela dos bichos com as dezenas e um método infalível para ganhar apresentado no programa do Jô (Wikipedia)

O jogo do bicho é uma bolsa ilegal de apostas em números que representam animais. Foi inventado em 1892 pelo barão João Batista Viana Drummond, fundador do Jardim Zoológico do Rio de Janeiro, em Vila Isabel, no Rio de Janeiro, no Brasil1 .

A fase de intensa especulação financeira e jogatina na bolsa de valores nos primeiros anos da república brasileira imprimiu grave crise ao comércio. Para estimular as vendas, os comerciantes instituíram sorteios de brindes. Assim é que, querendo aumentar a frequência popular ao zoológico, o barão decidiu estipular um prêmio em dinheiro ao portador do bilhete de entrada que tivesse a figura do animal do dia, o qual era escolhido entre os 25 animais do zoológico e passava o dia inteiro encoberto com um pano. O pano somente era retirado no final do dia, revelando o animal do dia. Posteriormente, os animais foram associados a séries numéricas da loteria e o jogo passou a ser praticado largamente fora do zoológico, a ponto de transformar a capital da república (de 1889 a 1960) na "capital do jogo do bicho".
Atualmente, o jogo do bicho continua a ser praticado em larga escala nas ruas das principais cidades do Brasil, não obstante ser considerado uma contravenção pela legislação penal brasileira.


História

A origem do jogo do bicho remonta ao fim do Império e início do período republicano. Jornais da época contam que, para melhorar as finanças do jardim zoológico localizado no bairro da Vila Isabel, que estava em dificuldades financeiras, o senhor de terras e escravos João Batista Viana Drummond criou uma loteria em que o apostador escolhia um entre os 25 bichos do zoológico.
Cada bicho era representado por quatro números consecutivos compreendidos entre 00 e 99. Havia 25 bichos numerados de 01 até 25 por ordem alfabética. Os números de 00 a 99 correspondiam aos 25 bichos conforme uma progressão aritmética, calculando o próximo múltiplo de quatro. Por exemplo, o camelo (8) é 29-32, e a vaca (25), 97-00 (hoje, o bicho correspondendo a um número entre 0000 e 9999 é indicado pelos dois dígitos finais.). Ao final do dia, os organizadores do jogo revelavam o nome do bicho vencedor e afixavam o resultado num poste, o que até os dias de hoje continua sendo feito.
O jogo do bicho permitia apostas de "simples moedas a tostões furados" numa época em que a recessão tomava conta do Brasil. Essa modalidade de jogo, rapidamente, se alastrou pelo país e tornou-se para o pobre algo comparável à bolsa de valores para os mais abastados. Desse modo, quase sempre "investindo" com poucas moedas, o apostador nunca deixava de "aplicar" na sua "bolsa de valores", o que deu origem à expressão: "só ganha quem joga".

A organização do jogo de bicho preserva uma hierarquia como a de atores, teatro e plateia (banqueiros, gerentes e apostadores). Nessa hierarquia, o "banqueiro" é quem banca a totalidade do jogo e quem paga a banca. O "gerente de banca" ou do ponto é quem repassa as apostas ao banqueiro e o prêmio ao vendedor. O vendedor é agregado ao gerente de banca e é quem escreve e intermedia o pagamento entre o apostador e o gerente. A banca e o ponto não necessitam de um lugar fixo para operar: seus funcionários são, frequentemente, encontrados nas ruas sentados em cadeiras ou caixas de frutas. Em outras regiões do Brasil, pode-se entrar em contato por telefone e um motoboy vem buscar o jogo em sua casa ou trabalho.
O jogo do bicho tem algumas regras que estipulam limites nas apostas: um exemplo é a "descarga" de alguns números muito apostados, como o número do túmulo de Getúlio Vargas ou número do cavalo no dia de São Jorge. Para alguns organizadores, os números muito jogados são cotados a fim de evitar a "quebra da banca" tanto por parte das bancas de apostas como durante a apuração no sorteio. Pelo fato de ser uma atividade que envolve dinheiro não controlada pelo governo, o jogo tem atraído a atenção das autoridades corruptas e criou-se um complexo e eficiente sistema para a realização da venda de facilidades.

A Paraíba era o único estado da federação onde o jogo do bicho era tolerado. As "corridas" (extrações dos números premiados) eram feitas pela loteria do estado da Paraíba e o estado cobrava taxas dos "banqueiros". A atual administração da loteria, por entender ser ilegal a prática do jogo do bicho, após duas décadas, voltou a ter seu bilhete lotérico estadual. Com esse produto lotérico, a Loteria Estadual deu início a uma nova fase comercial, onde ela chama para si a responsabilidade de produzir, distribuir e comercializar seus produtos. A mudança vem atender às legislações federal e estadual em vigor.
Corre uma história de que durante a ditadura militar, o presidente Humberto de Alencar Castelo Branco, numa reunião da Superintendência do Desenvolvimento do Nordeste em Recife, teria cobrado do então governador João Agripino a extinção do jogo na Paraíba. Agripino teria respondido ao então presidente: "acabo com o jogo do bicho na hora em que o senhor arranjar emprego para os milhares de paraibanos que ganham a vida como cambistas".


Relação com o Carnaval

A ligação do jogo do bicho com o carnaval começou por volta dos anos 1930, através de Natal da Portela. Natal, desde cedo, esteve envolvido com o mundo do samba já que, no quintal de sua casa na esquina com a estrada do Portela no subúrbio de Oswaldo Cruz, realizavam-se rodas de samba. Nesse local, foi fundado o bloco carnavalesco "Vai como pode", que se transformaria na escola de samba Portela.

Após perder um braço por causa de um acidente de trem, Natal perdeu o emprego e foi trabalhar como apontador de bicho na região de Turiaçu. Em pouco tempo, virou gerente de banca e, depois, conseguiu montar a sua própria, vindo a se tornar banqueiro de jogo do bicho, controlando toda a área de Madureira.
Com a morte de seu grande amigo Paulo da Portela, Natal, como forma de homenageá-lo, resolveu investir dinheiro na Portela para que ela pudesse se transformar em uma grande escola de samba, criando aí a figura do bicheiro patrono. Somado a suas práticas clientelistas com a população de Madureira já que, devido a sua infância pobre, Natal sempre procurava ajudar aos pobres através de doação a igrejas, a instituições de caridade, pagamento de enterros etc., sua ligação com o carnaval começou a adquirir prestígio, sendo até mesmo convidado pelo então ministro Negrão de Lima a apresentar a Portela para a Duquesa de Kent no Palácio Itamaraty em 1959.

Como forma de se legitimar perante a sociedade, os demais banqueiros de jogo do bicho passaram a seguir o exemplo de Natal, vinculando-se às escolas de samba de suas respectivas áreas de atuação, o que posteriormente também seria usado, segundo alguns, como forma de lavagem de dinheiro da contravenção.


Contravenção

Simples no começo, o sistema de jogo do bicho multiplicou-se pelo território brasileiro. Câmara Cascudo, no seu "Dicionário do folclore brasileiro", distinguia o jogo como sendo "invencível" e que a sua repressão apenas ampliava sua reprodução por todo o país. "Vício irresistível", escreveu o folclorista: "(...) contra ele, a repressão policial apenas multiplica a clandestinidade. O jogo do bicho é invencível. Está, como dizem os viciados, na massa do sangue".

Em "Ordem e progresso" (1959), Gilberto Freyre descreveu o jogo do bicho como uma das poucas atividades sem discriminação de classes no início da república. O historiador José Murilo de Carvalho demonstrou em "Os bestializados: Rio de Janeiro e a república que não foi" que a sociedade carioca difundia a crença na sorte como uma forma de ganhar a vida sem trabalhar.

O jogo do bicho é semelhante a uma loteria federal, mas com algumas diferenças: uma delas é que o jogador pode apostar qualquer valor, que muitas vezes é bem acima de suas possibilidades. Quanto maior o valor apostado em uma sequência numérica (milhar, centena, dezena, etc.), maior será o prêmio em caso de acerto. Com essa flexibilidade de apostas, o jogador é livre para escolher pelo menor valor possível o seu número da sorte nas 10 000 chances disponíveis em cada sorteio. Exemplo: um apostador joga um real em uma milhar no primeiro prêmio (conhecido como cabeça por ser a primeira milhar no topo da lista de resultados). Caso acerte ela inteira (os quatro números), ele ganha 3 000 reais (apostas no estado de São Paulo). Se tivesse jogado cinquenta centavos na mesma aposta e acertado, o apostador ganharia 1 500 reais. Toda banca (organização que faz a administração do jogo do bicho) tem uma tabela de valores que são apresentados aos apostadores, tabela essa que tem muito pouca diferença de banca para banca.
Os problemas do Jogo do Bicho com a lei começaram apenas duas semanas depois de seu lançamento. Assim como hoje, os jogos de azar eram proibidos no Brasil do século XIX, e todo o tipo de sorteio deveria ser previamente aprovado pelas autoridades locais. Apesar de ter dado o sinal verde para a operação do Jogo do Bicho, logo a polícia do Rio de Janeiro se arrependeu de sua decisão, tendo considerado que o jogo havia saído do controle, como mostra este informe público do jornal O Tempo, ainda em 1892:

"Ao Dr. 2º delegado dirigiu ontem o Dr. Chefe de Polícia o seguinte ofício:No empenho de procurar atrair concorrência de visitantes ao Jardim Zoológico, solicitou o seu diretor para certo recreio público licença, que lhe foi concedida pela polícia, em vista da feição disfarçadamente inocente que da simples primeira descrição do divertimento parecia se deduzir. Entretanto, posta em prática essa diversão, se verifica que tem ela o alcance de verdadeiro jogo, manifestamente proibido. Os bilhetes expostos à venda contêm a esperança puramente aleatória de um prêmio em dinheiro, e o portador do bilhete somente ganha o prêmio, se tem a felicidade de acertar com o nome a espécie do animal que está erguido no alto de um mastro.Esta diversão, prejudicial aos interesses dos encantos, que com a esperança enganadora de um incerto lucro se deixam ingenuamente seduzir, é precisamente um verdadeiro jogo de azar, porque a perda e o ganho dependem exclusivamente do acaso e da sorte."2

Neste momento começou a história de problemas do Jogo do Bicho com a lei, que foi marcada por idas e vindas, até a sua proibição definitiva, em 1941, quando foi passada a lei de proibição dos jogos de azar no Brasil. Apesar de sua popularidade e de ser tolerado por muitas autoridades, o jogo do bicho é considerado uma contravenção no Brasil, de acordo com o artigo 58 da Lei de Contravenções Penais (Decreto-lei 3 688, de 3 de outubro de 1941). As pessoas que o exploram são passíveis de prisão e multa e os apostadores são passíveis de multa3 .



A história do jogo do bicho desde 1892, tabela dos bichos com as dezenas e um método infalível para ganhar apresentado no programa do Jô (Wikipedia) - Tabela dos bichos e seus grupos de dezenas

Referências

  1. "É bicho na cabeça" pelo historiador Antônio Paulo Benatte para a revista História Viva, nº 54, pg. 66-70. Editora Duetto. Abril de 2008.
  2. História do Jogo do Bicho. Página visitada em 06 de agosto de 2014.
  3. Novo código penal. Rio de Janeiro. Gráfica Editora Aurora Limitada. 1985. p. 174, 175.

 

Ligações externas



Fonte: Wikipedia
http://pt.wikipedia.org/wiki/Jogo_do_bicho

 

Método infalível para ganhar apresentado no programa do Jô alguns anos atrás.

A história do jogo do bicho desde 1892, tabela dos bichos com as dezenas e um método infalível para ganhar apresentado no programa do Jô (Wikipedia) - Método de jogo para vencer, apresentado mo programa do Jô alguns anos atrás

 

Fonte: Programa do Jô






 


 

quinta-feira, 9 de outubro de 2014

Tente cercar o gato (Teste mental)






 


Tente cercar o gato - É VICIANTE E BOM PRA CABEÇA
Vá clicando nos círculos mais claros, eles ficarão mais escuros.
O objetivo é cercar o gato; Não deixá-lo sair das bolinhas.
Para começar, clique no desenho abaixo.
Uma boa maneira de fazer o cérebro funcionar
E PREVENIR ALZHEIMER ...









sexta-feira, 25 de abril de 2014

Atitude melhora nota em português e matemática (Portal Porvir.org)

FERNANDA KALENA E TATIANA KLIX

Curiosidade, persistência, responsabilidade e espírito colaborativo são características cada vez mais valorizadas e muito se fala em ensiná-las para desenvolver competências para o século 21. Graças a um estudo realizado pelo Instituto Ayrton Senna, agora se sabe que elas também melhoram o desempenho dos alunos em português e matemática. Segundo a pesquisa divulgada nesta terça-feira (25), o desenvolvimento dessas características ao longo da vida escolar impacta diretamente no aprendizado dessas disciplinas.
Chegar a essa conclusão foi possível após um questionário piloto ter sido aplicado a 25 mil alunos do 5º ano do ensino fundamental, 1º e 3º do médio, da rede estadual do Rio de Janeiro, em outubro do ano passado. As perguntas não tinham resposta certa ou errada, mas múltiplas alternativas que representavam, a partir de uma escala de pontos, determinadas dimensões de comportamento. Entre as questões estavam indagações como: “Quanto você consegue prestar atenção nas aulas?”, “Consegue estudar mesmo tendo outras coisas interessantes para fazer?” e “Quanto você é esforçado?”.

“É na base do autorrelato, na opinião do próprio aluno: estamos confiando no conhecimento que a criança e o adolescente tem de si mesmo, fazendo perguntas cuidadosas que foram selecionadas a partir de um estudo”, explicou Ricardo Primi, doutor em psicologia escolar e do desenvolvimento humano e um dos autores da pesquisa, durante o Fórum Internacional de Políticas Públicas Educar para as Competências do Século 21. Esse estudo que deu subsídios para o trabalho do Instituto Ayrton Senna foi desenvolvido por profissionais de diferentes áreas, dentre eles, psicólogos, psicometristas, especialistas de avaliação educacional e de impacto.

O questionário foi batizado de Senna, abreviação invertida de Avaliação Nacional das Não Cognitivas e Socioemocionais, e levou em conta, primeiro, cinco grandes domínios da personalidade: abertura a novas experiências, conscienciosidade, extroversão, neuroticismo e amabilidade. E acrescentou um sexto: motivação e crenças.

Para poderem relacionar os dados levantados pelo Senna com o desempenho dos alunos nas disciplinas regulares, foi usado o resultado do sistema de avaliação de português e matemática da Secretaria de Educação do Rio de Janeiro. Assim, foi possível cruzar os resultados e entender, dentro dessa amostragem, quais as habilidades socioemocionais mais presentes nos resultados dos alunos com melhor desempenho nessas disciplinas.

Com base nesses dados, o relatório aponta que, se um estudante que tenha nota de conscienciosidade no pior quartil de resultado – aquele que desiste fácil de seus objetivos, sem foco e pouco organizado – for estimulado e chegar ao maior nível dessa habilidade, ele melhora seu desempenho em matemática o equivalente a 4,5 meses de aprendizado.

Em português, as habilidades socioemocionais que trouxeram mais benefícios para o aprendizado da disciplina foram a abertura a novas experiências, que engloba a criatividade e imaginação, por exemplo, e motivação, precisamente sobre o quanto o indivíduo relaciona suas decisões pessoais com acontecimentos externos.

Ainda em português, a pesquisa também relata que, levando em conta apenas os alunos do 5º ano do fundamental, a conscienciosidade também tem um papel importante. Já a extroversão tem efeito negativo para estudantes do 1º e 3º ano do ensino médio. Segundo a literatura internacional sobre o tema, é difícil de se identificar o efeito da extroversão sobre resultados educacionais.

Com essa primeira amostragem, foi feito um trabalho de aprender como fazer a medição dessas habilidades, segundo Daniel Santos, economista especialista em impacto de políticas voltadas à primeira infância, autor do estudo junto com Primi. “O que existia até então era uma evidência grande da importância dessas competências para o futuro e que a escola é capaz de modifica-las, isso já justifica medi-las e repassar a informação. Agora o como essas informações vão ser usadas ainda precisa de amadurecimento.” 


Fonte: Matéria publicada no Portal Porvir.org, 25 de março de 2014.

Publicado também na UDEMO
 


sexta-feira, 31 de janeiro de 2014

Pais de alunos reclamam da falta de professor na rede estadual de ensino de SP - Secretário da Educação alegou que vai chamar mais 39 mil professores aprovados em concurso em abril/2014

 
Veja o Vídeo em:

http://globotv.globo.com/rede-globo/bom-dia-sao-paulo/t/edicoes/v/pais-de-alunos-reclamam-da-falta-de-professor-na-rede-estadual-de-ensino/3112787/  


Os estudantes também estão sem os kits escolares e há escolas com obras inacabadas. O BDSP recebeu no estúdio o secretário de Educação do Estado de São Paulo Herman Voorwald para falar sobre esses problemas.


Pais de alunos reclamam da falta de professor na rede estadual de ensino de SP - Secretário da Educação alegou que vai chamar mais 39 mil professores aprovados em concurso em abril/2014

Fonte: Jornal Bom Dia São Paulo da Rede Globo     

Título Original: "Pais de alunos reclamam da falta de professor na rede estadual de ensino"

 http://globotv.globo.com/rede-globo/bom-dia-sao-paulo/t/edicoes/v/pais-de-alunos-reclamam-da-falta-de-professor-na-rede-estadual-de-ensino/3112787/    


Observação:     

O Secretário Estadual de Educação do Estado de São Paulo Herman Cornelis Voorwald, alegou nesta entrevista ao Jornal Bom Dia São Paulo da TV Globo no dia 30/01/2013, de que a segunda chamada dos professores que passaram no último concurso serão feitas em abril/2014 e serão chamados o restante dos aprovados, ou seja, 39 mil professores, totalizando neste ano 59 mil novos professores. 

Celso Rodrigo Branicio    


 

POSTAGEM DE DESTAQUE

UnBHoje - 6 a 12 de novembro de 2020 (Universidade de Brasília)

  06 A 12 DE NOVEMBRO 2020 ANO 35 Nº 6212 ...