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quinta-feira, 30 de março de 2017

PT lança a quadrilha virtual!!!

PT lança a quadrilha virtual!!!


Fonte: Imagem que circula nas redes sociais e chegou a mim por uma amiga no Facebook compartilhando a postagem de Estelita Martinica

Aviso dela: "Importante antes de compartilhar verificar de onde vem a notícia e quem vai se beneficiar"








domingo, 5 de julho de 2015

DEPUTADO ESTADUAL SEBASTIÃO SANTOS DE RIO PRETO MUDARÁ DOMICÍLIO ELEITORAL PARA BARRETOS E DEVERÁ LANÇAR SUA PRÉ CANDIDATURA A PREFEITO


A mudança foi anunciada ontem pelo presidente nacional do PRB, Marcos Pereira.

Sebastião Santos é Deputado Estadual e tem domicílio eleitoral em São José do Rio Preto/SP; com a mudança, Sebastião pretende lançar sua pré candidatura ao cargo de prefeito.

Como parlamentar, Sebastião Santos já propôs e conseguiu a aprovação de algumas emendas que resultaram na destinação de recursos para a cidade.

DEPUTADO ESTADUAL SEBASTIÃO SANTOS DE RIO PRETO MUDARÁ DOMICÍLIO ELEITORAL PARA BARRETOS E DEVERÁ LANÇAR SUA PRÉ CANDIDATURA A PREFEITO



Sebastião Santos 10321

Cargo em disputa: Deputado Estadual

São Paulo
PRB / SP
  • Posição45º
  • Votos 95.325 (0.46%)
  • Eleito por QP
Sebastião Santos foi candidato a Deputado Estadual de São Paulo pelo Partido Republicano Brasileiro e foi eleito.

Obteve 95.325 votos (0.46%).



Nome: Sebastião dos Santos Filho
Idade:
50 anos (01/10/1964)
 
Naturalidade: SP - Santo André
Estado Civil: Casado(a)  
Ocupação: Deputado  
Escolaridade: Ensino Médio completo

Candidato a Deputado Estadual Sebastião Santos 10321

Número: 10321
Nome para urna: Sebastião Santos
Cargo a que concorre: Deputado Estadual
Estado: São Paulo
Partido: Partido Republicano Brasileiro
Coligação: PSDB-DEM-PPS-PRB (PSDB / DEM / PPS / PRB)








quinta-feira, 20 de novembro de 2014

Punição Made in USA para Dilma e seus comparsas do Petrolão! (Opiniao e Noticia)

Punição Made in USA! (Opiniao e Noticia) - Coluna Grita Brasil 
  A coluna Grita Brasil é publicada às quintas

Grita Brasil

O caso da Petrobras chegou ao país de Obama. E isso nos dá a certeza de que a punição virá

por Claudio Schamis
13 de novembro, 2014

Sujou para nós. Se existia alguma imagem de país sério, ela se esvaiu com os últimos escândalos envolvendo a Petrobras, que por azar dos propinados, possui títulos negociados em Wall Street. Justo na terra do Tio Sam. Se fosse na Venezuela, em Cuba não teríamos tantos problemas, mas nos Estados Unidos a coisa é levada a sério. Ainda mais quando há a suspeita de acionistas americanos terem sido lesados pelos como gosta Dilma, “malfeitos” feitos na Petrobras começando pela compra de Pasadena e finalizado (será?) pela distribuição em massa de propinas denunciada pelo ex-diretor Paulo Roberto Costa e corroboradas pelo doleiro Alberto Youssef também envolvido no esquema através da delação premiada.

Por isso mesmo o caso da Petrobras chegou ao país de Obama. E isso nos dá, para mim pelo menos, a certeza de que a punição virá.

 Em português claro e traduzindo: Eu quero você!


Como noticiou o “Financial Times”, o Departamento de Justiça dos Estados Unidos abriu uma investigação criminal sobre a estatal brasileira Petrobras, para averiguar se houve pagamento de propina a funcionários da estatal ou violação à lei americana de combate à corrupção. Que lá é levada muito a sério.

E o fato de que além do Departamento de Justiça dos Estados Unidos, a Securities and Exchange Commission (SEC) que corresponderia a nossa Comissão de Valores Imobiliários (CVM), está investigando criminalmente o caso no âmbito da Bolsa de Valores de Nova York, nos diz que a coisa é feia e não vai ficar assim. Isso se depender do país do Tio Sam.

Aqui é que a coisa pode ganhar contornos de novela mexicana, pois as investigações da CPI do Congresso não foram adiante, boicotadas pela bancada majoritária do governo que em campanha jurou para o mundo como promessa de campanha saída da boca da presidente eleita Dilma Rousseff, que não ficará “pedra sobre pedra” nas investigações de corrupção e que haverá punição para os responsáveis independentemente de nome, partido e posição. Será mesmo?

Nosso retrospecto não é muito favorável quando se fala em punir companheiros. O Congresso acaba se utilizando sempre de manobras para burlar o sistema e ir adiando a coisa que num país mais sério com políticos mais sérios tem data de validade.

E com isso fica a pergunta que não quer calar. Será que nosso Supremo saberá agir de forma imparcial e agirá mesmo punindo quem estiver na frente? Mesmo que essa pessoa seja a presidente e o ex-presidente? Será também que a CVM também conseguirá bancar a sua posição mesmo que ela vá de encontro a outros interesses e “fechará” os olhos e punirá de forma exemplar quem quer que seja?

Não podemos ficar dependentes de punições fabricadas fora daqui. Temos que conseguir dizer ao mundo que também sabemos fabricar nossas punições e que estas são feitas como num alfaiate independentemente de quem as irá receber e que principalmente elas são aplicadas no rigor da lei.

Temos que acabar com a imagem de país do jeitinho. Chega de dar jeitinho em tudo. Basta de limpar a lama para debaixo do tapete e usar como adubo. Pois se continuar assim a pouca credibilidade que ainda guardamos pelo país irá acabar e aí a saída será o aeroporto mais próximo.

É difícil a cada dia que passa engolir mais um escândalo, aqui, outro ali. De ver que não podemos acreditar em mais nada. De cairmos no não adianta mais. Já banalizaram muito o nosso país. Mas parece que ainda há uma parcela da população que ainda acha que tudo é festa.

Ledo engano.


Enquanto o coração de Youssef bate…


Isso não é uma denúncia. É apenas um “achismo”. Posso estar errado. Mas do jeito que a coisa anda e mesmo acreditando em algumas instituições, nada me tira da cabeça que Alberto Youssef sofrerá um infarto, um AVC, antes de mostrar as provas que ele diz ter contra a listinha de políticos e contra a Dilma e o Lula.

Youssef que apareceu de novo nos noticiários detalhou em novo depoimento à Justiça Federal como a propina era repassada para políticos.

E sinceramente não sei como os acusados irão se defender diante de fatos tão vivos. Já caso as denúncias cheguem ao Supremo Tribunal Federal (STF), não sei como os ministros irão não acatar as denúncias contra a listinha de acusados e como eles terão coragem de não verem (de novo) que o que é quadrilha é realmente quadrilha, o que é propina é propina e não caixinha de natal, que o que é corrupção é corrupção mesmo e não um malfeito.

Eu na verdade posso até desconfiar, mas acredito que os homens ainda conseguem aprender com os próprios erros.

Salve as baleias. Não jogue lixo no chão. Não fume em ambientes fechados.






sexta-feira, 14 de novembro de 2014

Más notícias para Dilma Rousseff (Opinião e Notícia)

Más notícias para Dilma Rousseff (Opinião e Notícia)
O progresso social, bandeira de campanha do PT, estagnou sob 
o governo Dilma (Reprodução/Internet)

O déficit comercial aumentou, importações e exportações caíram e a produção industrial despencou nos últimos meses

10 de novembro, 2014

O Brasil não é a única economia emergente que enfrenta ventos contrários, mas o país está particularmente instável. Dilma voltou de seu descanso pós-eleitoral para uma série de más notícias.

O déficit comercial aumentou para US $ 1,1 bilhões em outubro, um alta histórica para o mês. Ele agora está em US $1,8 bilhões no ano. As importações e as exportações caíram, apontando para a atividade econômica fraca. Um pequeno aumento esperado na produção industrial em setembro, foi, na verdade, um mergulho; ela já encolheu por cinco trimestres consecutivos.

Então, em 5 de novembro, verificou-se que o número de brasileiros vivendo na miséria, aqueles incapazes de evitar a desnutrição, aumentou em 371 mil entre 2012 e 2013, atingindo 10,4 milhões de brasileiros. Este é o primeiro aumento desde que o PT de Dilma chegou ao poder em 2003. Isso representa um golpe particularmente duro para a presidente, que passou grande parte da campanha dizendo o quanto ela tinha feito para melhorar a vida dos indigentes. Agora, parece que, como a oposição tem sublinhado repetidamente, o progresso social sob Lula, que governou o país entre 2003 e 2010, estagnou sob sua pupila.

Especialistas atribuem o aumento da pobreza extrema à baixa produção, o que afeta a renda e aumenta a inflação, que reduz o poder de compra. E as coisas podem piorar. Em 2013, a economia cresceu 2,3%; previsões sugerem que ela pode não crescer este ano e apenas 1% em 2015. O PIB per capita vai cair. A inflação, na verdade, desceu ligeiramente em outubro, para 6,6%, mas continua teimosamente acima da faixa da meta do Banco Central.





domingo, 9 de novembro de 2014

Esquentou o clima, Lula e a presidente Dilma estão rompidos (Opinião e Notícia - Coluna Esplanada)

Esquentou o clima, Lula e a presidente Dilma estão rompidos (Opinião e Notícia - Coluna Esplanada)
Dilma soltou um ‘Desta vez será do meu jeito’, para ministros 
palacianos (Fonte: Reprodução/Uol)


por Leandro Mazzini
9 de novembro, 2014

Lula e a presidente Dilma estão rompidos. Uma pequena mostra foi a breve aparição do ex-presidente no palanque da vitória no domingo da eleição. Depois, ele se foi e Dilma discursou sozinha. A razão da pendenga é a que todos pensam: ele capitaliza as duas vitórias dela e quer opinar mais; e Dilma quer independência — pelo menos no segundo governo. Dilma soltou um ‘Desta vez será do meu jeito’, para ministros palacianos. Há poucos dias, ela e Lula tiveram uma conversa numa tentativa de afinação.


Stress

Dilma foi internada sigilosamente por uma noite em SP um mês antes da eleição. A presença do médico Roberto Kalil no Alvorada na noite da vitória não foi só convite.


Agência$

O governo nunca arrecadou tanto, daí a grita dos empresários com a presidente Dilma. A ordem para diretores das agências reguladoras é multar e arrecadar de qualquer setor.


Tubarão na área

O setor estranha audiência pública convocada pela Antaq para ‘regular exploração de instalações portuárias no âmbito dos portos organizados’. É mudar o jogo jogado.


Harém na Esplanada

Aconteceu em fevereiro, mas só agora começou a circular na alta roda de Brasília e deixa os colegas de Esplanada estupefatos — ou com inveja: um ministro metido a Don Juan emprega duas amantes no gabinete. Uma antiga namorada — dizem as más línguas que até aceita pela esposa — e uma nova, que se tornou namorada depois de admitida.


Tapas e beijos

Separadas por poucos metros no ministério, não daria outro resultado: as duas amantes saíram no tapa pelo chefe um dia. Hoje, vivem às turras, mais distantes, porém ainda no harém ministerial.


Língua afiada

O ex-senador Arthur Virgílio, o opositor ferrenho do governo Lula, agora prefeito de Manaus, não perdeu a verve: ‘Temos uma presidente eleita que pelo motivo de absoluta falta de carinho popular não pode caminhar nas ruas’, disse em encontro de tucanos.


Maratona de gênero

As deputadas do PT e PCdoB vão promover a Maratona Hacker de gênero na Câmara. Os programadores convidados vão desenvolver aplicativos para combate à violência.





Calma, gente


A ONG Escola sem Partido tem enviado para prefeitos e governadores anteprojeto de lei para barrar tentativas de ideologia partidária comunista na grade escolar.


MP x OAB?

Promotores do MPDFT rebatem indicações dos réus — entre eles o presidente da OAB-DF, Ibaneis Rocha — de que seja retaliação a ação cível contra pagamento milionário considerado ilegal a servidores da Câmara do DF, por correções do URV para Real.


Honorário$

Aliados de Ibaneis indicam que o MP não aceita a vitória judicial no DF, em ação defendida pelo presidente da OAB, na qual os advogados do governo local passam a receber honorários em causas públicas — os honorários de sucumbência.


Rebate

O MP foi contra esses honorários. Os promotores se defendem: ‘É natural do processo dialógico que muitas cogitações sejam pensadas para justificar uma ou outra atuação do Parquet, mas certo é que o MP trabalha dentro de suas funções constitucionais’.


Apressadinhos

Mal passou a eleição e já tem político pensando na Prefeitura do Recife: o prefeito Geraldo Julio (PSB) só fala em reeleição. O senador Armando Neto (PTB), derrotado para o governo, já se põe candidato. E Marília Arraes, rumo ao PT, é cotada.


Família, família…

Tucanos lamentam os ataques de Dilma a Aécio por nepotismo. Lembram que Tancredo certa vez confidenciou que os Tolentino (a família da esposa Risoleta) eram dor de cabeça. Foram os primos de Aécio empregados no seu governo que o constrangeram.


Aeroporto

Aliás, a famosa fazenda de Cláudio (MG), onde Aécio pavimentou um aeroporto, é da família ligada à sua avó, e não a Tancredo. O tio dono é um Tolentino.

 
Ponto Final

Só no Brasil. O TJSP recusou indenização do governo ao fotógrafo Alex Silveira, que ficou cego de um olho com tiro de borracha dado por PM. Ao fotógrafo, ‘A culpa exclusiva do lamentável episódio do qual foi vítima’.



Coluna Esplanada
por Leandro Mazzini
9 de novembro, 2014





sábado, 8 de novembro de 2014

Revolta - Manifestantes protestam contra a reeleição de Dilma em SP e DF (O Globo)

Revolta - Manifestantes protestam contra a reeleição de Dilma em SP e DF (O Globo)
Protesto reuniu 3 mil em São Paulo (Reprodução/OGlobo)


Protesto reuniu 3 mil pessoas em São Paulo e 400 em Brasília na tarde de sábado

2 de novembro, 2014


Um protesto contra a reeleição da presidente Dilma Rousseff reuniu cerca de 3 mil pessoas no centro de São Paulo, chegando a ocupar totalmente a pista da Avenida Paulista neste sábado. Um grupo se 400 manifestantes também se reuniu em Brasília.

Segurando faixas com frases como “Eleição da Dilma: a maior fraude da história” e “Ou impugnação ou intervenção militar”, os manifestantes pediam o impeachment da presidente. Eles também reclamavam dos escândalos de corrupção no governo e acusavam Dilma de ser conivente com as falcatruas na Petrobras.

O ex-presidente Lula também foi lembrado pelos manifestantes paulistas, que entoavam: “Lula ladrão, vai lamber sabão” e “1,2,3, Lula no xadrez”. Os manifestantes diziam “defender o Brasil da criação de um Estado totalitário de esquerda pelo PT”.

O cantor Lobão, que chegou a ameaçar deixar o país se Dilma fosse reeleita, participou do ato em São Paulo. “A Dilma tem mais de 20 motivos para sofrer um impeachment”, disse. “Corrupção é que nem barata. Você vê uma e têm 300 atrás”.


 
 
 
 
 
 


domingo, 2 de novembro de 2014

sexta-feira, 31 de outubro de 2014

Um país dividido (Economist)

O país está fortemente polarizado e o processo de curar as feridas de campanha mal começou


A vitória de Dilma Rousseff nas urnas neste domingo, 26, por estreita margem de apenas três pontos, significa que a presidente terá nas mãos um país fragmentado. Mas talvez a vitória da petista fosse inevitável. Apenas três presidentes latino-americanos perderam a reeleição nas últimas três décadas. Probabilidades favorecem os governistas, que têm toda a máquina pública à sua disposição.

Em seu discurso de vitória, Dilma falou arrogantemente de “unidade”, “consenso” e “diálogo”. Mas o processo de curar as feridas da campanha teve um mau começo quando ela nem sequer mencionou Aécio Neves, que já havia ligado para parabenizá-la e desejar-lhe êxito. As cicatrizes são profundas. O predecessor e mentor de Dilma, Lula, chegou a comparar o PSDB aos nazistas por seu suposto desrespeito aos menos favorecidos.

Dada toda a amargura, o bipartidarismo parece uma perspectiva improvável. Figurões do PSDB já deram a entender que a derrota se deve, em parte, à sua débil oposição ao governo nos últimos anos. Eles estão determinados a pressionar por uma investigação no Congresso sobre o escândalo da Petrobras. Esta medida, entre outras, não deve propiciar o tipo de amplo consenso necessário para que Dilma consiga realizar a primeira prioridade delineada em seu discurso de vitória: uma reforma política para tornar o país mais governável.

Brasília à deriva

Em um primeiro momento, a disfunção em seu governo só deve aumentar. A partir de janeiro o Congresso vai sediar 28 partidos, seis a mais que o número atual. Dilma terá o mandato mais fraco de qualquer governo desde que a democracia foi restaurada em 1985, o que tornará qualquer mudança significativa praticamente impossível.

Dilma não tem mostrado, até agora, qualquer sinal de reconhecer os problemas estruturais do Brasil, e muito menos a vontade de mudar de rumo. Empresários que esperavam por indícios de uma trégua no discurso de aceitação da presidente ou pelo menos algumas palavras sobre a necessidade de alavancar o crescimento econômico e facilitar os negócios ficaram desapontados.

É mais provável que Dilma faça pequenos ajustes nas bordas da economia, o suficiente para evitar um doloroso rebaixamento de classificações. Na ausência de uma reforma estrutural, o Brasil continuará à deriva, colocando empregos, renda e até mesmo os queridos programas sociais do PT em risco.

 
 
 
 
 

O tal do gigante fraquejou e voltou para a cama! (Opinião e Notícia)

Serão 1.460 dias de pura agonia até as próximas eleições

por Claudio Schamis

30 de outubro, 2014

Sim, é com muita tristeza e pesar que inicio minha coluna. Sonhei que escreveria um texto otimista, que visse no amanhã pelo menos um resto da esperança que nos foi roubada há 12 anos. Agora sabemos que por mais quatro anos ela nos será confiscada.

Serão 1.460 dias de pura agonia até as próximas eleições.

É óbvio, né? Ou você acha que em 2015 Dilma será uma nova mulher, uma nova presidente? Você realmente acreditou que agora Dilma irá lutar com todas as garras para acabar com a corrupção que está entranhada em seu governo e que vem desde o governo Lula? Você realmente acreditou que ela irá exigir punição rigorosa para os envolvidos? Você ainda acredita que ela vai construir as tais 6 mil creches que foi promessa do seu governo em 2008? Você engoliu o atraso e achou normalíssimo, né? Aliás, como todas as outras promessas de mobilidade, de saneamento, de saúde, educação…

Seria leviano de minha parte pensar que, se o Aécio tivesse sido eleito, de uma hora para outra a corrupção iria acabar, a inflação iria desaparecer e não teríamos mais problemas. Não é isso. Mas Aécio simbolizava uma esperança, uma mudança.

Os quase 50 milhões de votos que Aécio teve representam isso. A esperança. Só que ela foi aniquilada pelos poucos mais de 50 milhões de votos que Dilma teve corroborados pelos quase 7 milhões de votos em branco e nulos que ajudaram a elegê-la novamente. Em outras palavras, o tal do gigante fraquejou e voltou para a cama.

Sei que esses eleitores descrentes dos políticos acham que anulando ou se abstendo de votar em A ou B iriam mudar alguma coisa de alguma forma. E de alguma forma eles ajudaram a não mudar nada. Isso de achar que não votando em ninguém a pessoa está lavando suas mãos para o que virá é a mesma coisa que se olhar no espelho com uma máscara de algum personagem e acreditar que você é esse personagem. Ledo engano. Acreditem, suas mãos estão “sujas”, ou para não ficar pesado, comprometidas de toda a maneira. E aqui eu abro aspas e faço um mea-culpa, pois em algum momento cheguei a defender o voto nulo, mas olhando por outro prisma, vi que assim estaria eu assinando de alguma forma uma sentença, para o bem ou para o mal. Infelizmente prevaleceu o mal. Mas eu tentei, Aécio.

E como eu aprendi, muitos vão ainda aprender na pele, no bolso, na qualidade de vida, que votar em branco ou se abster é uma forma de tirar o corpo fora e simplesmente ligar o “que o país se exploda”. Mas esquecem-se de que se explodir, todos explodem. E foram justamente esses que anularam e se abstiveram que fariam a tal da diferença necessária para tentarmos algo novo. Pois como estamos há 12 anos é que não poderia mais ser. Mas mesmo assim… Deu no que deu. Parabéns a você que quis isso.

Você que votou nela, ela, Dilma, e toda a corja que vem no pacote não me representam. Queria deixar somente registrado.

Mas ainda não consigo entender isso. É difícil de digerir. Com tudo estampado nos jornais, políticos presos, corrupção mais que comprovada, pessoas morrendo nas filas dos hospitais, promessas não cumpridas. Por favor, alguém explique isso. Estou com um misto de sentimentos até difíceis de se definir em palavras.

Para a velha presidente, serão tempos mais difíceis, um escândalo de mais de R$ 10 bilhões desviados da Petrobras para enriquecer políticos das mais variadas estirpes, que precisa ser esclarecido e tirado a limpo, mas que temo e tenho a certeza farão das tripas coração para blindarem pelo menos a própria presidente e o ex-presidente Lula, acusados pelo doleiro Yousseff de total conhecimento no fato.

Além disso há um país completamente dividido, um Congresso mais fragmentado no qual o PT encolheu e a oposição ficou mais forte, a inflação tendo que ser domada (apesar da presidente achar que ela já está domada) e uma promessa de reforma política. Sem falar na rejeição ao partido e à presidente, mas que não foi suficiente para tirá-la do poder.

Esperanças eu não tenho nenhuma. Certezas? Tenho, e muitas. Mas são certezas das quais não me orgulho nem um pouco. Mas há uma diferença entre ter uma certeza e torcer contra. Nunca torci contra o meu país. Nunca torci contra o PT, como muitos podem pensar. Afinal, se eles fizessem o bem, seria para todos.

Queria e quero que o país prospere, cresça e proporcione uma vida mais digna a todo cidadão brasileiro. Um país que ofereça uma educação capaz de transformar as pessoas, uma saúde digna do ser humano. Um país que olhe para o seu povo com carinho e que respeite os direitos assegurados a nós pela nossa própria Constituição. Mas não vejo, depois de 12 anos com as mesmas pessoas no poder, como haverá uma mudança tão drástica que me faria mudar de ideia. Já sabemos como pensam, agem e se reproduzem.

Mas falhamos quando tínhamos a faca na mão. O queijo? Esse foi roubado pelos ratos que insistem em ficar. Fazer o quê? Agora é aguentar.

Boa sorte para o Brasil, ainda mais agora com José Dirceu autorizado a cumprir o restante da pena em casa e com Pizzolato solto na Itália.

Salve as baleias. Não jogue lixo no chão. Não fume em ambientes fechados.


Fonte: Opinião e Notícia


Como Minas derrubou Aécio (Opinião e Notícia)

Aécio Neves está um poço de mágoas com os eleitores mineiros. Perdeu para a presidente Dilma no Estado nos dois turnos

por Leandro Mazzini

28 de outubro, 2014


Aécio Neves está um poço de mágoas com os eleitores mineiros. Perdeu para a presidente Dilma no Estado nos dois turnos. Ontem, tucanos estupefatos com o resultado no reduto eleitoral que Aécio governou por dois mandatos começaram a fazer o mea culpa sobre os motivos da derrota: excesso de confiança no voto personificado; não colocou a militância nas ruas; não investiu no Norte e Nordeste do Estado, bolsões ainda com baixo IDH e alvo do Bolsa-Família; e principalmente não tem o apoio dos prefeitos das principais cidades do interior: Uberlândia, Uberaba e Juiz de Fora.

Máquina municipal

Pesou a favor de Dilma o uso da máquina municipal. Prefeitos do PT e PMDB no Estado investiram pesado com nas propagandas nas ruas com apoio do comitê nacional.

Militância oficial

Outra militância a favor de Dilma: 30 dos atuais 53 deputados federais são governistas, entre eles campeões de votos petistas como Reginaldo Lopes e Gabriel Guimarães.

Patrus & Pimentel

Aécio só venceu em Belo Horizonte e nas cidades do Sul. Em BH, puxaram votos para Dilma dois ícones do PT: Fernando Pimentel e Patrus Ananias, ex-prefeitos da capital.

Na conta

O PSDB reconhece que, pela baixa diferença de votos no resultado nacionl, se Aécio vencesse em MG como apostavam nos prognósticos, ele seria eleito presidente.

Frevo do Poder

Começou uma briga de foice pela cadeira de presidente da Assembleia de Pernambuco. Por quatro mandatos no Poder, sempre com aval de Eduardo Campos, o deputado reeleito Guilherme Uchoa (PDT) quer um quinto mandato, mas esbarra na vontade de Waldemar Borges (PSB), que tem a bênção do governador eleito, Paulo Câmara.

Frevo do Poder 2

Correndo por fora vem a deputada Raquel Lyra, filha do atual governador João Lyra, ambos do PSB. É desejo de Lyra fortalecer o mandato da herdeira para que ela possa disputar a Prefeitura de Caruaru em 2016, derrotando seu inimigo José Queiróz (PDT).

Pós-Copa

Poucos ministérios na Esplanada cobram de seus servidores o pagamento das horas pela folga nos jogos do Brasil na Copa. No Ministério das Comunicações, os servidores terão de trabalhar a mais horas, por dois meses, para não serem descontados.

Agora vai!

A governadora do Maranhão, Roseana Sarney, enviou à Assembleia mensagem em que pede lei da transparência para a gestão estadual. Mas só para o próximo governo.

Hermanos de olho

A TV TN, da Argentina, deu grande destaque no domingo à noite para a eleição de Dilma. Enviou repórter especial a Brasília e fez flashes durante o dia. O âncora de telejornal ressaltou que ‘a situação da economia do Brasil é determinante para o Mercosul e principalmente para a Argentina’.

Energia total

Roseana Sarney, que deixa o governo do Maranhão, é cotada para o Ministério de Minas e Energia. Se não for ela, será outro do grupo do patriarca José. Aliás, o senador Sarney deixa a política, mas não o Poder. O ministério é seu feudo há décadas.

Chora, Jucá

Além de Henrique Alves, que chora a derrota no RN, outro cacique do PMDB saiu ferido. Após angariar quase R$ 4 milhões, o senador Romero Jucá viu o filho, Rodrigo, derrotado como vice na chapa de Chico Rodrigues (PSB) para o governo de Roraima.

O chefão

José Mello (PROS) foi reeleito governador do Amazonas e mandou de volta ao Congresso o poderoso senador Eduardo Braga (PMDB), ex-governador por dois mandatos. Deu em nada a revelação da gravação de secretário de Mello negociando – dentro de presídio – 100 mil votos e ‘paz’ nas ruas com o chefe do tráfico no Estado.

Novo Morubixaba

Em tempo, o novo morubixaba dos manauaras é o senador eleito Omar Aziz (PSD) – uma cria do… derrotado Eduardo Braga. Aziz ainda apadrinhou o governador eleito.

Fantoche

De um gaiato que conhece os meandros do Planalto: não adianta a presidente Dilma trocar o ministro da Fazenda se não der autonomia para ele. A ministra hoje é ela.

Ponto Final

A maior reforma política já feita no Congresso até agora: os cabelos dos ex-carecas Renan Calheiros e Eduardo Cunha.


Leandro Mazzini é escritor e 
colunista do Opinião e Notícia




Lula diz que voltará em 2018 (Opinião e Notícia)

Afirmação foi confirmada ao jornal 'Folha de S. Paulo' por aliados do presidente, que terá 73 anos na próxima eleição


O ex-presidente Lula deu um recado a aliados no domingo, 26, depois de Dilma ter vencido a reeleição: pretende inteferir mais no novo governo da presidente e voltar ao Planalto em 2018. A informação foi confirmada pelo jornal Folha de S. Paulo, que ouviu diversos interlocutores próximos ao ex-presidente.
Segundo o jornal, a militância do PT já trata a notícia como oficial. Mas Lula terá 73 anos em 2018 e sua saúde é uma variável que pode fazê-lo mudar de opinião daqui a alguns anos. O petista se curou de um câncer na garganta em 2011, depois de deixar a presidência.


Governo Dilma

Lula pode ter suas pretensões frustradas se Dilma fizer um segundo governo impopular e mantiver o país em recessão. Por isso, ele pretende atuar de forma mais efetiva neste segundo mandato da presidente para pavimentar sua futura candidatura.

Lula deve aconselhar Dilma a se distanciar dos movimentos sociais, dialogar com empresários e descentralizar suas ações. Ele também quer ser mais ouvido na definição de novos nomes do governo e na articulação com o Congresso.

Em entrevista nesta terça, 28, Dilma disse, “O que o Lula quiser ser, eu apoiarei”.




 

PSDB pede ao TSE auditoria especial na eleição presidencial (O Globo)

O partido de Aécio Neves diz que confia na Justiça Eleitoral, mas que o pedido ocorre após manifestações nas redes sociais questionando a confiabilidade da apuração e da urna eletrônica
31 de outubro, 2014

O PSDB solicitou na última quinta-feira, 30, ao Tribunal Superior Eleitoral auditoria especial na eleição presidencial deste ano. O pedido foi protocolado pelo deputado Carlos Sampaio, que foi coordenador jurídico da campanha de Aécio Neves, e aparece após o apertado resultado nas urnas, cuja diferença entre os candidatos Dilma e Aécio foi de menos de 3,5 milhões de votos. O TSE respondeu ao jornal O Globo que não havia recebido a petição, por isso não se pronunciaria.

O partido ressaltou que o requerimento é decorrente de manifestações nas redes sociais que questionaram a confiabilidade da apuração e infalibilidade da urna eletrônica. Além disso, afirmou ter confiança na Justiça Eleitoral, mas justificou que a ação permitiria dar certeza sobre a eficiência do processo. A sugestão é de que seja criada uma comissão de especialistas pelos partidos políticos para avaliar as urnas e a apuração.

Os membros teriam acesso aos boletins dos equipamentos, aos documentos gerados nas sessões eleitorais, assim como aos arquivos eletrônicos. Eles poderiam examinar ordens de serviços, registros técnicos sobre manutenção e atualizações para o segundo turno, assim como avaliar programas usados na apuração dos votos e arquivos de urnas de pelo menos dez cidades de cada estado, que seriam escolhidas aleatoriamente.

 
 
 



segunda-feira, 27 de outubro de 2014

Ranking do otimismo - Brasil e Índia na ‘pole position’ de um curioso índice (Opinião e Notícia)

Ranking do otimismo - Brasil e Índia na ‘pole position’ de um curioso índice (Opinião e Notícia)
Brasil está na vice-liderança do otimismo em relação à 
economia, atrás somente da Índia (Reprodução/Internet)


Nível das represas ameaça várias regiões e o país está dividido entre dois candidatos a presidente. Estes e outros ingredientes podem explicar a queda do país num ranking bastante curioso: o de líder mundial no quesito otimismo

por Claudio Carneiro

25 de outubro, 2014

O país aponta para uma inflação de 7,5% nos próximos doze meses. O nível das represas e reservatórios das hidrelétricas ameaça várias regiões com falta de água e luz. O preço da energia subiu duas vezes e meia a mais que o índice de inflação. Pindorama – como diria Elio Gaspari – está dividida entre dois candidatos a presidente. Estes e outros ingredientes podem explicar a queda do país num ranking bastante curioso: o de líder mundial no quesito otimismo.

Tal cenário talvez explique porque o sentimento marcado por sempre enxergar o copo meio cheio esteja mudando. Longe de significar uma derrota, o país pulou da pole position para a segunda posição. Especialistas – e podemos citar os da FGV como referência – acreditam que o ritmo de compras da nova classe média deve diminuir. No entanto, essa camada que representa 50% da população não deve – ou não quer – abandonar o padrão de consumo conquistado.

Pesquisa da Ipsos Public Affairs, feita em setembro em 24 países, mostra que 57% dos brasileiros acreditam que nos próximos seis meses a economia estará forte ou muito mais forte. Isso coloca o país na vice-liderança do otimismo em relação à economia, atrás somente da Índia (71%). Em 2010, o Brasil chegou a liderar esse ranking, com 79% de otimistas.

Tal sondagem ouve 18.041 pessoas e, pelo jeito, capta relevantes mudanças de humor dos entrevistados. Em 2013, por exemplo, pesquisa idêntica mostrava um ranking liderado pela Arábia Saudita (85%), Suécia (68%), Alemanha (67%), Canadá (66%) e China (65%).

Enquanto o otimismo foi maior em todo o mundo, o índice nos Estados Unidos oscila em torno dos 23%. Os campeões do mau humor são mesmo a Espanha (7%), Itália (7%), Japão (10%), Hungria (10%) e França (12%). Nestes, o copo está sempre meio vazio.

Só não se entende bem porque – e a pesquisa não explica – como países com desigualdade social tão gritante e problemas econômicos a resolver, como a Índia e o Brasil, confiem agora tanto em suas economias, em seus humores e em seus futuros.






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UnBHoje - 6 a 12 de novembro de 2020 (Universidade de Brasília)

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