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domingo, 3 de abril de 2011

EDUCAÇÃO PAGA R$ 340 MILHÕES EM BÔNUS - Consulta online para verificar os dias trabalhados, número de faltas, a relação das escolas onde atuou e o resultado alcançado

Ao todo, 190 mil funcionários receberam a bonificação; 142 mil professores ganharam até R$ 2.500; 75% das escolas são contempladas neste ano
Os professores e demais profissionais da educação cujas escolas tiveram bom desempenho no Idesp (Índice de Desenvolvimento da Educação do Estado de São Paulo) recebem na última quinta-feira, 31, o Bônus por Resultado. No total, o Governo do Estado pagou R$ 340 milhões na bonificação.

Ao todo, 190 mil professores, supervisores, diretores e demais profissionais da Educação de São Paulo receberam o bônus. Cerca de 142 mil educadores ganharam até R$ 2.500. Aproximadamente 33 mil professores receberam acima desse valor, chegando a R$ 5.000. Outros 12.300 profissionais foram remunerados numa faixa maior, limitada a R$ 8.000. E 2.700 docentes receberam valores superiores a esse. O bônus foi pago para as equipes de 3.778 escolas (75% do total).

A bonificação é calculada de acordo com a evolução do Idesp de cada uma das cinco mil escolas estaduais. Para cada unidade de ensino é definida anualmente uma meta específica a partir de sua própria realidade. O Idesp leva em conta os resultados das provas do Saresp (Sistema de Avaliação de Rendimento Escolar do Estado de São Paulo) e também dados da progressão escolar (como aprovação ou repetência).

O bônus é proporcional ao resultado da escola. Se as metas foram 100% alcançadas, as equipes escolares ganham 2,4 salários mensais a mais. Se a escola atingiu 50% de sua meta, por exemplo, os funcionários recebem 50% do bônus (ou seja, 1,2 salário mensal a mais). Se a escola chegou a 10% da meta, seus funcionários recebem 10% do bônus. Os funcionários das unidades que superaram as metas recebem também pelo resultado superior. As equipes escolares que ultrapassaram em 20% suas metas vão ganhar nada menos do que 2,9 salários extras. Isso equivale ao 14º quarto, 15º e 16º salários anuais.

O Bônus por Resultado é afetado pelas faltas dos profissionais. Para receber o bônus os professores devem ter atuado, no mínimo, em dois terços do ano. Ou seja, devem ter participado da rede pelo menos durante 244 dias. Caso tenha havido faltas, haverá desconto proporcional no valor do bônus.

Além dos professores, que receberam o bônus de acordo com o resultado do nível de ensino em que atuam (1ª a 5ª séries, 6ª a 9ª e Ensino Médio), também receberam o prêmio diretores, supervisores, professores-coordenadores, agentes de organização escolar, agentes de serviço escolar, assistentes de administração escolar, secretários de escola e supervisores de ensino. As equipes das escolas (diretor, professores-coordenadores, agentes de organização escolar, agentes de serviço escolar, assistentes de administração escolar, secretários) receberão de acordo com a média das unidades. Dirigentes de ensino e supervisores receberão pela média das escolas na sua região.

Incentivo aos melhores desempenhos

Como em 2010, além de pagar o bônus para as equipes escolares que melhoraram os resultados das suas unidades, o Governo do Estado também pagou neste ano um prêmio a todas as escolas que conseguiram resultados acima da média do Estado. É uma forma de reconhecer o mérito de escolas que, mesmo obtendo bons resultados, não avançaram em relação às suas próprias metas. Nesse caso, o bônus foi calculado em função do objetivo de longo prazo da rede estadual. O bônus foi maior, no entanto, para as escolas que melhoraram os seus desempenhos.

"O Bônus por Resultado é um estímulo importante para promover a melhoria da qualidade do ensino", declarou o secretário da Educação, Herman Voorwald. "Foi fundamental São Paulo ter inovado ao implementar esse mecanismo, mas agora é preciso aprimorá-lo para que seja mais eficiente. Técnicos da Secretaria da Educação já estão desenvolvendo estudos com essa finalidade", concluiu ele.

Consulta On-line

Pela primeira vez, a Secretaria de Estado da Educação vai disponibilizar um link (http://drhunet.edunet.sp.gov.br/portalnet/), em seu portal, para que os docentes consultem o valor do pagamento do bônus. Na página, os profissionais ainda poderão verificar os dias trabalhados, número de faltas, a relação das escolas onde atuou e o resultado alcançado por cada uma delas no Idesp. Para a consulta, é necessário utilizar o usuário e a senha criados anteriormente. Caso o docente não possua o cadastro, basta clicar no botão "obter acesso ao sistema" e utilizar os números do RG e do CPF, a data de nascimento e o endereço de e-mail para criação do login.




Da Secretaria da Educação
Portal do Governo do Estado de São Paulo
SP Notícias - Sáb, 02/04/11 - 20h00



CONSULTA ON-LINE





Ermelino tem 2 das melhores escolas de São Paulo

O bairro de Ermelino Matarazzo tem a melhor escola do Estado no nono ano do ensino fundamental. A escola Parque Ecológico saltou de 1,70 no Idesp (índice de avaliação) em 2009 para 4,08 no ano passado. A nota vai de zero a dez.

Também localizada no bairro carente da zona leste, a escola Maria Jovita é considerada a melhor do 5º ano na capital em um levantamento feito pela reportagem com os dados divulgados nesta semana pela Secretaria de Estado da Educação. No ranking geral, ela está na 23ª posição.

A situação na Parque Ecológico, segundo a direção da escola, melhorou significativamente após a unidade reduzir as taxas de evasão nos últimos anos. De acordo com a diretora, Simone de Lima, o percentual de saída de estudantes da escola --que tem em torno de 800 alunos-- caiu de cerca de 15% em 2008 para 2,5% no ano passado. 


Fonte: Jornal Agora São Paulo
Seção: São Paulo - 02/04/2011
Caio do Valle do Agora




sábado, 2 de abril de 2011

A GOTA DÁGUA - Artigo da Presidente da APEOESP sobre o Bônus e os problemas da educação na rede estadual de SP

Maria Izabel Azevedo Noronha
Presidenta da APEOESP
Membro do Conselho Nacional de Educação e do Fórum Nacional de Educação


A divulgação dos valores pagos aos professores e demais membros do magistério paulista a título de "bonificação de resultados" (bônus) está fazendo transbordar a insatisfação e a frustração da nossa categoria, há mais de 16 anos vítima de políticas educacionais que a desvalorizam e a desrespeitam, com graves consequências para a qualidade de ensino.

Milhares de professoras e professores estão indignados com os valores irrisórios provisionados em suas contas correntes. Há casos de profissionais que receberão R$ 0,48, isso mesmo: quarenta e oito centavos, de bônus. Há milhares de outros que nada receberão, pois suas escolas, segundo a Secretaria da Educação, não atingiram as metas previstas.

Esse episódio se soma à fragmentação dos professores em "categorias" e à precarização da forma de contratação de temporários, prevista na lei complementar 1093/09. Entre os inúmero ataques de que temos sido vítimas em todos esses anos, destacam-se também a lei 1041 (que limita em apenas seis os abonos de ponto para consultas e tratamentos médicos); as provas excludentes; assédio moral nas escolas, falta de segurança e condições de trabalho; jornadas de trabalho excessivas; e os baixos salários, cuja reposição do poder aquisitivo exige um reajuste imediato de 36,74%. Esse conjunto de questões, e muitas outras que seria exaustivo elencar aqui, vem provocando o adoecimento das professoras e dos professores e o até o abandono da profissão por profissionais recém-concursados.

A forma como o governo estadual lida com o bônus é exemplar de como os professores são desrespeitados. O governo sempre apresentou o bônus como uma benesse e uma concessão. Na verdade, o governo do PSDB está deixando de cumprir sua obrigação, de reajustar nossos salários de acordo com a inflação e negociar aumento real no mês de março (data-base da categoria). O governo utiliza o dinheiro do FUNDEB, que deve ter 60% do total destinados à valorização do magistério e que, portanto, é nosso, para pagar o bônus. Se utilizasse esses recursos para melhorar os salários, neste ano poderíamos ter um reajuste linear de 9%, para todos os profissionais, da ativa e aposentados. Se assim tivesse procedido ao longo desses últimos anos, não teríamos acumulado essa perda salarial.
O governo também utiliza a chamada prova de "mérito" para fugir à sua responsabilidade quanto à valorização do magistério. Na primeira edição, em ano eleitoral, o benefício foi pago a no máximo 20% da categoria, apesar de milhares de outros professores preencherem os requisitos e terem obtido a nota exigida. Neste ano, certamente, será contemplado um número ainda menor de professores. Não há mais política salarial na rede estadual de ensino.

Nesse momento está em discussão o Estatuto do Magistério e o plano de carreira. Há muitos anos reivindicamos essa discussão, mas não aceitaremos que ela seja utilizada para adiar o reajuste salarial de que necessitamos. Nos polos que a Secretaria da Educação instituiu e nos debates e reuniões que temos realizado com a nossa categoria têm prevalecido as posições da APEOESP e das demais entidades no sentido de uma carreira justa, atraente e que atenda às necessidades dos profissionais da educação.

Além da ampliação da carreira, que hoje se resume a cinco níveis, valorização do tempo de serviço, mais possibilidades de evolução e outras questões, é urgente alterar a composição da jornada de trabalho dos professores. Hoje o professor da rede estadual permanece 83% de sua jornada de trabalho em sala de aula, com os alunos e apenas 17% são dedicados a outras atividades importantes como preparação de aulas e trabalhos, correção de trabalhos, atualização profissional, formação e outras. Esse é o menor percentual entre todos os estados brasileiros.

Lutamos por uma jornada preferencial de 40 horas semanais, com 50% em atividades com alunos e 50% em horários pedagógicos coletivos e individuais. Transitoriamente lutamos pela implementação imediata da jornada prevista na lei do piso salarial profissional nacional, que é de no mínimo 33% para atividades extra-classes. Esse é o conteúdo da campanha de redução da jornada de trabalho sem redução salarial que estamos realizando, pois muitos professores atualmente trabalham mais de 60 horas por semana, em mais de uma escola.

Nós, integrantes do quadro do magistério da rede estadual de ensino, estamos mobilizados. Os aviltantes valores que estão sendo pagos como bônus foram a gota d´água. Exigimos da Secretaria da Educação e do governo estadual respostas para as nossas reivindicações, não apenas em nosso próprio interesse, mas sobretudo no interesse de nossos alunos e de toda a sociedade, pois sucessivas avaliações vêm demonstrando que essas políticas estão causando verdadeiro desastre na educação pública estadual em São Paulo.

 

Fonte: APEOESP

Sindicato dos Professores do Ensino Oficial do Estado de São Paulo

http://apeoespsub.org.br/clipping/agota_dagua.html





Escola no Tatuapé tem o melhor ensino médio

O Tatuapé, na zona leste, abriga a melhor escola estadual da cidade de São Paulo para os alunos do terceiro ano do ensino médio, segundo o Idesp (Índice de Desenvolvimento da Educação de São Paulo) 2010. Os resultados foram divulgados ontem pela Secretaria de Estado da Educação e tabulados pela reportagem, que fez o ranking com as escolas melhores e piores. 

Com cerca de 1.700 alunos, a escola Professor João Borges conquistou índice de 3,55 (em uma escala de zero a dez), um aumento de 31% em relação ao resultado do ano anterior --2,71--, quando o colégio sequer despontava entre os cinco primeiros colocados da capital. Apesar do avanço, a unidade aparece somente na 23ª melhor colocação do Estado: a mais bem avaliada fica na cidade de Cândido Rodrigues (352 km de SP). 

Para a vice-diretora da escola do Tatuapé, Vera Zanardi, o fato de o local contar com um grande número de professores efetivados e a estabilidade na direção --a diretora ocupa o cargo há cerca de 12 anos-- ajudam a explicar a qualidade do ensino no colégio. 
"É o trabalho conjunto de um grupo coeso", afirma.


Fonte: Jornal Agora São Paulo
Seção: São Paulo - 01/04/2011
Caio do Valle, Adriana Ferraz, Fabiana Cambricoli, Léo Arcoverde, Aline Mazzo e Folha de S.Paulo do Agora
http://www.agora.uol.com.br/saopaulo/ult10103u896864.shtml




Bônus: Confira o ranking das escolas

As poucas escolas estaduais paulistas com bom nível de ensino estão fora da capital, aponta o Idesp. Entre os mais de 3.500 colégios com o nono ano do ensino fundamental, por exemplo, apenas cinco do interior tiraram ao menos nota seis (mínimo ideal considerado pela Educação).
No ensino médio, só quatro atingiram o índice ideal (cinco ou mais), nenhuma na capital. A cidade também fica fora no grupo das 20 melhores escolas do Estado em cada nível.
  • Veja a lista dos melhores e piores resultados de escolas da capital (5) e do Estado (50) no nono ano do ensino fundamental e no terceiro ano do ensino médio na edição impressa do Agora nesta sexta, 1º de abril, nas bancas


Fonte: Jornal Agora São Paulo
Seção: São Paulo - 01/04/2011




Temporário por mais de 243 dias ganha bônus

Os professores temporários que atuaram na rede estadual, em 2010, também têm direito ao Bônus da Educação. No entanto, para receber a grana extra, é necessário ter trabalhado por, pelo menos, 243 dias no ano passado em uma escola que tenha melhorado o seu desempenho no Idesp (Índice de Desenvolvimento da Educação do Estado de São Paulo) de 2010.

Isso porque, segundo a lei que instituiu a bonificação por resultado, é necessário dar aulas em, pelo menos, dois terços do ano para ter direito ao benefício. Como 2010 teve 365 dias, é preciso ter trabalhado por 243.

"Essa conta [da aplicação dos dois terços] nos dá 243,3 dias. Como a lei fala que a fração deverá ser excluída, então, fechamos em 243 dias", informou César Rodrigues Pimentel, coordenador do departamento jurídico da Apeoesp (sindicato dos professores de São Paulo). No total, a rede tem 27.913 temporários, mas a Educação não informou quantos receberam a grana do bônus. 


Fonte: Jornal Agora São Paulo
Seção: Trabalho - 02/04/2011




Bônus de professor cai pela metade neste ano


A Secretaria de Estado da Educação gastou 48% menos para pagar o bônus aos professores e servidores da área neste ano. Os gastos totais ficaram em R$ 340 milhões, em 2011, contra os R$ 655 milhões pagos em 2010.
Segundo a Educação, 190 mil educadores tiveram direito à grana extra neste ano, contra 209.833 em 2010.
O Bônus da Educação foi depositado ontem na conta dos servidores das escolas que melhoraram o seu desempenho no Idesp (Índice de Desenvolvimento da Educação do Estado de São Paulo). 

Fonte: Jornal Agora São Paulo
Seção: Trabalho - 01/04/2011
Cristiane Gercina do Agora
www.agora.uol.com.br




Resultado define valor de bônus na educação paulista

Segundo a Educação, o bônus é pago conforme o desempenho das escolas. 
"O nome é Bônus por Resultado. Obviamente, essa bonificação está relacionada aos resultados atingidos pelas escolas no Saresp e no Idesp", disse a pasta.
Para o secretário da Educação, Herman Voorwald, "não há como dissociar o recuo desses indicadores de desempenho da necessidade de mais professores efetivos para a rede estadual de ensino, uma vez que a rotatividade de docentes prejudica o aprendizado dos alunos". 


Fonte: Jornal Agora São Paulo
Seção: Trabalho - 01/04/2011
Cristiane Gercina do Agora
www.agora.uol.com.br




quinta-feira, 31 de março de 2011

Bônus ou Ônus ? Informe da UDEMO

Todo ano é a mesma história; ou melhor, a mesma ladainha.

Os meses de janeiro e fevereiro são reservados - pelos profissionais da ativa - para a expectativa em torno do famoso bônus. Neste ano, 2011, a expectativa chegou até o fim de março. Os aposentados não criam expectativas sobre o bônus, até porque não o recebem. Mas criam revolta, exatamente porque não recebem.

Primeiro, é a expectativa do bônus e a convivência com boatos – sempre excessivamente otimistas ou desgraçadamente pessimistas – depois, é o clima de desconforto, após o recebimento do bônus. Uns acham que deveriam receber mais; outros estão muito contentes porque esperavam receber menos.

Uns acham uma injustiça porque conhecem alguém que deveria receber menos e recebeu mais. Daí as famosas declarações de ódio no trabalho: "não me esforço mais"; "não adianta trabalhar direito, não faltar, porque o outro professor, omisso, que é amigo do político tal, teve um bônus maior que o meu" etc. Na verdade, essas explosões apenas refletem uma indignação. A realidade é aquela expressa num antigo provérbio: "Em casa que falta pão, todos brigam e ninguém tem razão". Faltam salários.

A proposta da Udemo para resolver o problema do bônus é muito simples, clara e objetiva: acabar com ele.

Queremos salários decentes e proventos justos. Bônus e gratificações são um problema para sempre: para os que recebem e para os que não recebem.

Orientação da Udemo, quanto ao bônus atual:

Todos devem aguardar as planilhas. De posse delas, e depois de devidamente analisadas, havendo erros ou inconsistências, vamos agir. Por enquanto, apenas com o aviso de lançamento futuro do valor em conta bancária, não há como encaminhar a questão.

 


Fonte: UDEMO

Sindicato de Especialistas da Educação do Magistério Oficial do estado de São Paulo

http://www.udemo.org.br/2011/Destaque11_0043_Bonus-ou-onus.html






Bônus não atrai bons profissionais para a educação


Com salário maior, professores conseguiriam melhorar vivência cultural e, consequentemente, qualidade do ensino

Os bônus por produtividade nas redes de ensino público causam bastante polêmica entre os educadores. Poderia a lógica aplicada na indústria e no comércio, de premiar conforme a "produtividade", ser adaptada para o ensino público e garantir que a qualidade da educação melhore? Talvez ainda se encontre uma forma para que a prática dê certo, mas, da forma que é aplicado em São Paulo, não temos essa garantia. Em 2010, por exemplo, somente cerca de 70% das escolas estaduais tiveram uma nota considerada suficiente para que seus profissionais recebessem o bônus, que será pago em 2011.

No ano anterior, o benefício atingiu cerca de 90% das escolas. Ou seja, até para os padrões definidos pelo governo, muitas escolas paulistas não estão melhorando. É importante estar atento para o fato de que boa parte dessas escolas não atingiu totalmente a meta e vão receber só parte do bônus. Os dados demonstram que cada profissional vai ganhar, em média, pouco mais de R$ 3 mil, de bônus, neste ano.

Como só quem atinge a meta ganha 2,4 vezes o seu salário, e considerando quanto ganham os profissionais de educação em São Paulo, fica claro que grande parte dos profissionais só atingiu parcialmente as metas. Os profissionais das escolas que, por exemplo, superam suas metas, recebem 2,9 vezes a média de seus salários do ano. Claro que, pra quem ganha, é ótimo. Representa até um 16º salário. O problema é que a prática passa a responsabilidade pela qualidade da educação somente, ou principalmente, ao trabalho dos docentes. Em educação, as coisas não são implantadas. Quando construímos uma estrada, podemos ter a certeza de que com mais trabalhadores, equipamentos e matéria prima a construção ficará pronta mais rápido.

Em ensino, existem mais variáveis a serem consideradas, e, além disso, tudo o que é feito em educação tem que ser visto como desenvolvimento. Podemos até aumentar a velocidade com que os educandos desenvolvem habilidades e competências, mas não podemos 'depositá-las' nos alunos.

Quando utilizamos avaliações que aplicam provas, o que descobrimos, mais do que qualquer outra coisa, é como são os alunos em relação ao que é cobrado nos exames. No curto prazo, sempre são as mesmas escolas que ocupam os primeiros e os últimos lugares. Mais do que ter boa estrutura, bom material didático ou bons professores, as melhores colocadas são aquelas que receberam os alunos que melhor se adaptam ao sistema de ensino. E isso tem a ver com a história socioeconômica do aluno. A qualidade do professor é o segundo aspecto que afeta o aprendizado.

O primeiro engloba a estrutura familiar, sua renda per capita, a qualidade do gasto do orçamento, a escolarização dos pais, o contato com livros e periódicos, a sensação de pertencimento ao grupo, a valorização que o grupo dá para a educação, a qualidade de suas atividades de lazer, suas viagens, entre outras coisas.

É justamente por isso que não podemos olhar dados de forma absoluta. Uma escola, por exemplo, que sempre tira 7 nas avaliações acrescenta menos aos alunos do que uma que começa com 3, passa pra 4 e chega a 5. Não podemos insistir no erro de querer que todos os alunos, e todas as escolas, sejam iguais. Quando fazemos isso, tentamos orientar a escola para aqueles que 'sabem', em detrimento daqueles que não 'sabem'. E isso exclui, não pode ser adotado como política pública em nenhum lugar. O bônus de São Paulo considera justamente onde a escola estava e onde ela chegou, apesar de vários setores da sociedade ainda insistirem em destacar as maiores e as menores notas absolutas, sem considerar sua historia.

Até a Secretaria de Estado fez esse equívoco em edições anteriores do prêmio, quando algumas escolas com notas absolutas altas não conseguiram aumentá-las e mesmo assim receberam o bônus. Provavelmente, a nota tinha tem muito mais ver com os alunos do que com a qualidade da educação na unidade escolar.

O mesmo vale para os educadores. Os melhores são aqueles que possuem condições socioeconômicas mais aprimoradas. E não é só uma questão de renda familiar, mas também de vivência cultural. E é aí que erra o Estado de São Paulo. Temos duas formas de melhorar a qualidade do que é feito dentro das salas de aula. Uma é atrair profissionais mais capacitados para a carreira. A outra é melhorar a capacitação dos profissionais que estão na carreira. Para atrair profissionais melhores para a carreira é fundamental que o salário seja maior.

O bônus não é percebido como aumento nos salários, porque não é uma garantia. O professor pode trabalhar o ano todo contando que sua escola vai bater as metas e que ele vai receber três salários a mais, mas acabar recebendo apenas um, ou até mesmo ficar sem gratificação. Com a diversificação da economia e a diminuição do desemprego no Brasil, cada vez os jovens encontram mais possibilidades de carreira.

Como um professor ganha, em média, 60% a menos que outro profissional com o mesmo tempo de estudo, é natural que cada vez menos pessoas se interessem pela profissão. Para melhorar a capacitação de quem já está na rede, a capacitação tem que ser continuada. E capacitação continuada não pode ser entendida somente como um curso a cada 15 dias (na verdade nem esta periodicidade existe, de forma universalizada, na rede paulista). O professor se capacita quando participa de cursos e encontros, quando lê, quando assiste a vídeos, quando navega pela internet, quando escreve artigos, quando debate, quando se abre para novas ideias, quando cria, quando viaja, quando conversa, quando reflete sobre essas atividades.

É esta a ideia que devemos ter da capacitação continuada. Guardados os limites do bom senso, deve ocorrer a toda hora e a todo momento. Não pode ser só o curso, o encontro ou a oficina. Deve se tornar a própria vivência do professor. Acontece que, ganhando pouco, mesmo aqueles que gostariam de ler bons livros, fazer viagens, pagar por uma internet rápida, ir ao cinema, assinar jornais e revistas, entre outras coisas, ficam financeiramente impedidos de fazê-lo.

Além disso, ao professor resta pouco tempo para exercer sua curiosidade intelectual. Alguns se dedicam a jornadas durante o dia inteiro. Outros dividem o magistério com outras profissões. Soma-se a isso a necessidade de administrar a família, cuidar dos filhos, corrigir provas e trabalhos e preencher diários de classe e não sobra tempo para nada.

Concordo que alguns dos atuais professores, mesmo que ganhassem muito mais que nas outras profissões, não teriam um gasto qualificado do salário a ponto de melhorarem suas vivências culturais. Isso porque os salários, apesar de serem baixos, foram suficientes para atrair algumas pessoas que não encontravam outras perspectivas de trabalho e que, definitivamente, mas não possuem nenhum talento para educar.

Mas não são as exceções que devem guiar a política pública para a educação. Salários maiores são uma necessidade, maior do que as atuais políticas de incentivo, para atrair bons profissionais para a carreira e para dar a possibilidade de que os atuais professores passem pela experiência da melhoria na formação. Do jeito que está, o bônus do Estado de São Paulo pode criar um ciclo nada pedagógico. O que hoje é cobrança pode transformar-se em "culpalização". A Secretaria do Estado vai começar a culpar as direções regionais por maus resultados.

As direções regionais culparão os diretores de escolas. Os diretores de escola, naturalmente, vão dizer que os culpados são os professores. E os professores dirão que são os alunos, o elo mais frágil e que mais precisa de atenção.

 


Fonte: Mateus Prado

Matéria publicada no Portal IG - Educação, 28 de março de 2011

Publicada também na UDEMO:  http://www.udemo.org.br



Estado divulga índice que define o valor do bônus - Confira aqui o Idesp de sua escola

Secretaria de Estado da Educação divulga, hoje, o Idesp (Índice de Desenvolvimento da Educação do Estado de São Paulo) alcançado por cada escola em 2010.
  • As escolas não estão em ordem alfabética. Para localizar a sua instituição, pressione as teclas "Ctrl" e "F" ao mesmo tempo, digite o nome da sua escola na caixa que aparecer e pressione "Enter"
Com o resultado, os educadores poderão conferir se o valor do bônus que será pago hoje está correto. Para isso, é preciso conferir a meta da escola e o Idesp de 2009 no site do Programa de Qualidade da Escola

Desde o início da semana, os professores e funcionários já sabem quanto cairá na conta hoje. Eles tiveram acesso ao valor do benefício ao consultarem o extrato do Banco do Brasil nos caixas eletrônicos ou no site da instituição



 Fonte: Jornal Agora São Paulo
Seção: Trabalho - 31/03/2011
Cristiane Gercina e Luciana Lazarini do Agora



Observação: Finalmente saiu este índice que define o bônus este maldito IDESP, a meu ver por mais que apresentem desculpas fica óbvio que se trata de pura jogada suja, politicagem mesmo, apresentar este índice no dia do pagamento  do Bônus para não dar tempo de contestação e reclamações antes, de forma covarde ao “45 do segundo tempo” para não termos mais tempo de nada, agora temos de usar o dinheiro e reclamar a diferença depois e irão nos enrolar porque outro que não receberam nada tem prioridade e quem não recebeu nada irá reclamar junto com dezenas de milhares de pessoas e certamente agora irá demorar muito mais para se resolver o caso e tudo isto se de fato houve erro comprovado, e ainda assim  levará meses para se resolver.
 Vejam que eles tiveram tempo de sobra afinal, a prova foi no final do ano passado, tivemos dezembro, janeiro, fevereiro e março, quatro meses para tabularem isto e apresentar este índice, não tem desculpa, aliás, pelo visto foi intencional mesmo, sabendo que a maioria das escolas ficariam sem bônus, eles dificultaram a entrada de recursos.
Se antes apenas com a divulgação dos valores a receber pelo banco não servia de prova para reclamação, agora os resultados são oficiais e já conhecidos, é só imprimir o trecho da tabela e elaborar sua reclamação, mas de forma embasada nas regras.
Infelizmente muitas escolas ficaram de fato abaixo do esperado, mas é claro que podem ter havido erros, agora temos como reclamar de forma fundamentada.
Esta difícil copiar esta tabela, nem mesmo com print screen, mas até amanhã já conseguirei extrair as escolas da Diretoria de Ensino.

As piores escolas da Diretoria de Ensino da região de Barretos, aquelas que estão zeradas nesta listagem em tudo Ensino Fundamental e Médio e que não devem receber nada de bônus são elas:

BARRETOS
E.E. MARIO VIEIRA MARCONDES
E.E. DR. ANTONIO OLYMPIO
E.E. PROFA  PAULINA NUNES DE MORAES 
E.E. VALOIS SCORTECCI
E.E. EMBAIXADOR MACEDO SOARES
E.E. FABIO JUNQUEIRA FRANCO

OLIMPIA
E.E. PROFA ALZIRA TONELLI ZACCARELLI 
E.E. DR WILQUEM MANOEL NEVES

GUAIRA
E.E. ENOCH GARCIA LEAL

COLÔMBIA
E.E. DONA ALICE FONTOURA DE ARAUJO

ALTAIR
E.E. OVIDIO DE SOUZA DIAS


Não conheço o trabalho de perto de todos os Diretores, mas sem querer ser chato e generalizar, pode até ser coincidência, mas a verdade é que algumas escolas com nota zero têm em  sua direção gestores que não agem como verdadeiros gestores e sim como tiranos e aglutinadores de poder como exemplo cito a minha escola de origem a E.E. Mário Vieira Marcondes com a diretora Adméia Jorge, a EE Dr. Antônio Olympio da Diretora e Ex-Supervisora Amália e o E.E. Enoch Garcia Leal da poderosa Cessa, como dizem por aí são as famosas “ervas daninhas”.
Vamos analisar o porquê das notas baixas, podem ter ocorrido erros, injustiças, temos escolas como o EE Embaixador Macedo Soares que até pouco tempo foi à melhor de Barretos e caiu de produção. É claro que nem todas têm gestores tiranos, existem outros problemas, mas boa parte das escolas que tiveram notas baixas não possui gestões de fato e de direito democráticas e isto é algo a se pensar.


Agora vejam o oposto as escolas que se destacaram como as melhores e receberam bônus máximo:


BARRETOS
E.E. PROFA LACY BONILHA DE SOUZA
9º ano do Ensino Fundamental     3ª série do Ensino Médio     Escola
            2,87   0,101                             2,64    1,200                    0,499

OLIMPIA
E.E. COMENDADOR FRANCISCO BERNARDES FERREIRA
9º ano do Ensino Fundamental     3ª série do Ensino Médio     Escola
              6     1,200                                 5,25     1,200                1,200

(Disparado a melhor escola da Diretoria de Ensino de Barretos, não só por ter atingido a meta, mas pela nota que em si é altíssima em nível e escolas de primeiro mundo. Esta eu quero conhecer, ela serve de modelo para todas as demais, parabéns professores, Direção, Coordenadores e alunos, além, do supervisor)

E.E. DR ANTONIO AUGUSTO REIS NEVES
 9º ano do Ensino Fundamental     3ª série do Ensino Médio    Escola
            2,31  1,200                                     1,78   1,200               1,200

JABORANDI
E.E. ALEXANDRE DE AVILA BORGES
9º ano do Ensino Fundamental     3ª série do Ensino Médio    Escola
                                                                 1,72   1,200                1,200


GUAIRA
E.E. PROFA DALVA LELLIS GARCIA PRADO 
9º ano do Ensino Fundamental     3ª série do Ensino Médio    Escola
             1,81   0,000                                1,4    1,200                 0,438

E.E. ZEZINHO PORTUGAL
9º ano do Ensino Fundamental     3ª série do Ensino Médio    Escola
              2,84   1,200                                  2,09   0,088             0,839



Celso Rodrigo Branicio




quarta-feira, 30 de março de 2011

Bônus da Educação já pode ser consultado e Idesp sai no dia do pagamento

Os professores da rede estadual de ensino de São Paulo já podem consultar o valor do Bônus da Educação, que será pago amanhã. 
A grana será depositada pelo Banco do Brasil --responsável pelos salários dos servidores-- e já consta no extrato bancário.
Para consultar o valor do benefício, é só verificar o extrato do mês no site do BB ou nos caixas eletrônicos. 
O valor estará disponível no item "lançamentos futuros".
Ontem, diversos professores procuraram a reportagem do Agora para reclamar sobre os valores do bônus neste ano, que tiveram grande queda, segundo os docentes. 



Fonte: Jornal Agora São Paulo
Seção: Trabalho - 30/03/2011
Carol Rocha e Cristiane Gercina do Agora
 



terça-feira, 29 de março de 2011

O valor do Bônus 2011 da rede estadual de educação de SP já pode ser acessado na opção provisionado do Banco do Brasil

O valor do Bônus já pode ser verificado em sua conta bancária do Banco do Brasil na opção: PROVISIONADO, o pagamento será feito no dia 31/03/2011 e até o momento ainda não foi divulgado o IDESP.

Acesse sua conta no Banco do Brasil e verifique quanto será seu bônus.
A maioria que verificou ficou desanimada, muitos vão receber a metade ou até 4 vezes menos este ano.

Fiquei sabendo que algumas escola os professores e funcionários não vão ganhar nada de bônus, é duro uma pessoa passar o ano inteiro sem nenhuma falta por causa do bônus e depois não ganhar nada. 

Algumas pessoas que receberam R$ 4.500,00 no ano passado estão recebendo pouco mais de R$ 1.000,00 este ano, é claro que depende da escola da quantidade de faltas, etc. mas no geral a maioria esta de fato recebendo menos do que no ano passado, conforme previsões em nível de Barretos e mesmo em nível estadual, devido a queda dos índices no Saresp de uma maneira geral, principalmente no ensino médio e Ensino Fundamental Ciclo II.


Verifique sua conta corrente no link do Banco do Brasil abaixo:



Observação final:
Como já tinha dito antes isto tudo seria previsível, visto que a Diretoria de Ensino de Barretos havia tirado a segunda pior média no estado. Tudo por pura politicagem foram tirar a Dirigente Regional de Ensino Maria Alice Zomenham Silva em outubro e até hoje não temos Dirigente titular, a atual Dirigente não pode tomar nenhuma atitude mais enérgica porque é temporária.  E para piorar os Professores Coordenadores da Oficina Pedagógica ficaram indecisos por não saber se iriam ser demitidos na seqüência, sendo assim eles acabaram não dando assessoria ideal na hora certa, exatamente nos meses cruciais de outubro e novembro antes da prova do SARESP.

 É claro que as escolas e suas Direção e Coordenação também têm sua parcela de culpa, mas a politicagem que fizeram com a  ex-dirigente Maria Alice que não é nenhuma santa, mas quando a deixaram trabalhar em paz há dois anos atrás nós fomos a segunda melhor Diretoria de Ensino do estado, ou seja, a média das escolas de nossa região foi a segunda melhor, sem ela e com esta bagunça toda a Diretoria de Ensino passou a ser a penúltima colocada, ou seja, a segunda pior do estado no SARESP, exatamente o contrário. 

Tudo isto porque o Sr. Serra não gostou do apoio do deputado Dr.Uebe a Dilma e seu amigo pessoal Michel Temer, só que falaram que ele era traíra, e demitindo a Maria Alice estariam se vingando dele, só que na DE de Barretos quem mandava e manda lá é o Deputado Roberto Engler (PSDB) de Franca e o Prefeito de Barretos que tem parceria com Serra e Alckmin e pediu a cabeça da Maria Alice para atingir seu inimigo político o Dr. Uebe, ou seja, pura cortina de fumaça, pois, o nosso deputado colocou ela lá devido a parceria PMDB/PSDB mas não mandava em nada na DE nem mesmo nela, pois, era uma marionete não dele, mas do Roberto Engler e do Prefeito de Barretos.

Resumindo o nosso prefeito “ferrou” com o bônus dos funcionários e professores da Prefeitura, ao vetar na semana passada o uso das sobras do Fundeb para esta finalidade e agora de forma indireta foi o principal culpado  de nossos baixos valores do bônus dos funcionários e professores do estado e alguns até zerados.

Poderiam ter deixado a Maria Alice Zomenham ficar lá até colocarem uma nova Dirigente e tudo isto teria sido ao menos amenizado, é verdade que a média do estado caiu, mas o nosso índice pelo visto foi o pior de todos com forte queda, se analisarmos a fundo, pois em dois anos saímos do segundo para o penúltimo lugar. É verdade que no ano passado houve uma pequena queda nas notas do SARESP E IDESP, mas esta foi certamente a maior queda em nível de estado. 

Veja que só no dia 15 deste mês de março é que os deputados estaduais eleitos assumiram seus mandatos e eles já sabiam disto em outubro do ano passado depois da eleição. 

Os candidatos a Dirigentes tinham de fazer testes e este processo ainda não está todo resolvido, ainda não temos uma listagem definitiva destes aprovados para disputar esta vaga e já sabiam deste detalhe também, ou seja, não pensaram em nós e fingiram se vingar do Dr. Uebe em jogo de cena para a população e no fundo nos prejudicou fortemente.

O melhor de tudo isto é que depois de 5 anos sem nenhum aumento salarial desta vez a coisa poderá ser resolvida, pois, até mesmo quem nunca fez greve e estava tranqüilo agora estarão loucos de raiva e exigirão aumento. Imagina quem passou o ano todo como disse sem nenhuma falta e teve bônus ZERO, é bom para os professores e funcionários aprenderem a não votar mais no PSDB, até a esmola que davam, não estão dando mais e vão jogar a culpa em nós como incompetentes e culpados pela queda de nível da Educação Paulista. 

A Secretaria da Educação esta dizendo que para o ano que vem teremos outras regras, tais como os alunos da oitava série que poderão usar as notas do Saresp para facilitar a entrada nos cursos técnicos das escolas Paula Souza.

Os alunos do ensino médio poderão usar a nota para ajudar a entrar na USP, UNICAMP e UNESP (Universidades estaduais). Se este projeto for para frente aí sim com os alunos ganhando alguma coisa haverá motivação para de fato estudarem e tirar notas altas, pois, é ridículo nós funcionários e professores ficarmos refém de depender de alunos, que podem faltar ou errar de propósito só para nos prejudicar se não gostarem da diretora, Vice, Coordenadora ou de algum professor ou funcionário. O ideal seria acabar com isto e converter proporcionalmente estes valores incorporando nos salários, claramente é um sistema que não esta dando certo.

Lamentável tudo isto, pelo menos agora a pressão será grande para conseguirmos um aumento real de salário este ano, pois, além disso, existe o aumento que o governador e deputados tiveram de mais de 20% no inicio do ano, vamos pressionar, aliás, sexta-feira dia 01/04/2011 iremos para São Paulo a Apeoesp e Afuse em ato conjunto do funcionalismo do estado para pressionar o governo a aumentar nossos salários e tíquetes refeições e melhorar nossas condições de trabalho, o ato será em na praça da República às 14h00min em São Paulo.


Celso Rodrigo Branicio
Tesoureiro da AFUSE
Sindicato dos funcionários e Servidores da Educação do estado de SP
Conselheiro fiscal da CCM - Comissão Consultiva Mista do IAMSPE da região de Barretos
Conselheiro da A.P.P.P. - Associação de Participação Popular na Política





sábado, 26 de março de 2011

Consulta a bônus de servidores da Educação do estado de SP sai na semana que vem

Os professores da rede pública estadual terão acesso à consulta ao Bônus da Educação só na semana que vem, quando a nota de cada escola no Idesp (Índice de Desenvolvimento da Educação do Estado de São Paulo) será divulgada pelo Estado. 

O cumprimento das metas estabelecidas no Idesp é o que garante aos funcionários de uma unidade escolar o pagamento do benefício. 

A Secretaria de Estado da Educação confirmou que o índice detalhado sairá na semana quem, porém, não informou a data exata em que os dados serão divulgados. 


Fonte: Jornal Agora São Paulo
Seção: Trabalho - 26/03/2011 
Cristiane Gercina do Agora
www.agora.uol.com.br


Observações minhas: 

O jornal Agora SP cita apenas Professores, porém, o Bônus como vem ocorrendo nos últimos anos vale para professores e servidores da Educação tais como: Assistente de Administração Escolar, Secretários de Escola, Agente de Organização Escolar, Agente de Serviços Escolares, enfim todos do QAE e mais os funcionários do QSE inclusive os que trabalham nas Diretorias de Ensino.

As regras infelizmente já foram confirmadas e são as mesmas do ano passado.
Segundo alguns funcionários de alto escalão da Diretoria de Ensino de Barretos que alegam ter visto o relatório com as notas do SARESP das escolas; a Diretoria de Ensino de Barretos que há três anos atrás havia ficado em segundo lugar entre as Diretorias de Ensino de todo o estado, desta vez ficou em penúltimo lugar, e são as médias de todas as escolas da Diretoria de Ensino.

Só que no IDESP não é julgado apenas as notas do SARESP, existe outros critérios como assiduidade dos alunos, uma escola pode não ter ido bem nas provas do SARESP, mas pode ter tido evasão zero ou quase zero, por exemplo, aí neste caso conseguiria equilibrar as coisas e no final não sairia tão mal assim, porém, sem querer ser arauto de más notícias, fica claro que na média algumas escolas de Barretos podem de fato deixar de receber o bônus ou ter este valor menor em relação a 2010.

É claro desde que de fato esta informação dada por servidores da D.E. seja verdadeira e que as notas do SARESP da Diretoria de Ensino de Barretos tenha sido de fato a penúltima do estado, vejam que alegam que  até mesmo a Dirigente de Ensino viu este documento, mas até o momento não houve nenhuma confirmação oficial, só boatos.

Infelizmente temos de aguardar mais alguns dias e diminuir a ansiedade, no momento não existe nenhuma novidade oficial quanto a este assunto.

Celso Rodrigo Branicio
Assistente de Administração Escolar da EE Mário Vieira Marcondes
Tesoureiro da Afuse - Subsede Barretos/São Joaquim da Barra





quarta-feira, 23 de março de 2011

Professor do 1º ao 5º ano deve ter bônus maior

Os professores do 1º ao 5º ano do ensino fundamental (pré-escola a 4ª série) são os que deverão ter o maior aumento no Bônus da Educação neste ano. O motivo é o avanço dos estudantes no Idesp (Índice de Desenvolvimento da Educação do Estado de São Paulo) de 2010.

De acordo com os dados divulgados na sexta-feira pela Secretaria de Estado da Educação, os alunos do 5º ano (equivalente a 4ª série) tiveram bom desempenho no índice entre 2009 e 2010, saltando de 3,86 para 3,96. Em 2008, o ciclo alcançou 3,25 pontos no Idesp.

"Pela lógica da lei, os professores das séries iniciais são os que terão o maior aumento do bônus, mas a lei não trabalha apenas com o desempenho da escola e leva em consideração também o desempenho individual", disse Maria Izabel Azevedo Noronha, presidente da Apeoesp (sindicato dos professores).


Fonte: Jornal Agora São Paulo
Seção: Trabalho - Cristiane Gercina do Agora - 22/03/11



Observação: É uma pena que isto não vai melhorar em nada nossa situação. Em Barretos não temos mais nenhuma escola de Ensino Fundamental Ciclo I e a previsão de acordo com desempenho no Saresp é que seria uma situação pior do que a média do estado, afinal quem já viu estes documentos alegam que as escolas da Diretoria de Ensino foram tão mal que ficamos em penúltimo lugar no estado.




sábado, 19 de março de 2011

UDEMO - Faltas da Greve: fim da novela!


A Udemo vinha reivindicando, desde o final da greve do ano passado, que as faltas dos grevistas fossem retiradas dos seus prontuários, desde que eles tivessem repostos os dias e aulas não trabalhados. Foi, também, por essa razão que a UDEMO orientou os seus associados, que fizeram a greve, a repor os dias parados. O atual Secretário da Educação e o Secretário Adjunto haviam prometido uma solução para o caso. A UDEMO insitiu na solução urgente, uma vez que isso implicaria no bônus. Fomos informados de que, numa reunião em Ribeirão Preto, no dia 11 de março, a Secretaria da Educação anunciou, oficialmente, o atendimento daquela reivindicação. As faltas serão retiradas, para todos os fins.

Isso pode ser considerado uma vitória para todos; para os professores que fizeram a greve e repuseram os dias não trabalhados, a quem se fez justiça; para a Secretaria da Educação, que agiu com bom senso e razoabilidade.
 


Fonte: UDEMO
Sindicato de Especialistas de Educação do Magistério Oficial do estado de SP





No estado de SP de cada 10 escolas, 3 não terão grana do bônus em 2011

Menos escolas estaduais receberão o Bônus da Educação neste ano. De cada dez unidades, três não terão o benefício porque não atingiram as metas propostas no Idesp (Índice de Desenvolvimento da Educação do Estado de São Paulo) em 2010. 

Além disso, como caiu o desempenho dos alunos do 9º ano do ensino fundamental (de 2,84 para 2,52 entre 2009 e 2010) e do 3º ano do ensino médio (de 1,98 para 1,81) no Saresp (Sistema de Avaliação do Rendimento Escolar do Estado de São Paulo), a grana de quem trabalha nesses ciclos também será menor. 

Os dados foram divulgados ontem pela Secretaria de Estado da Educação. A bonificação será paga no próximo dia 31, conforme afirmou o governador Geraldo Alckmin em entrevista exclusiva ao Agora. Segundo a Secretaria de Estado da Fazenda, o pagamento será feito por folha suplementar.



Fonte: Jornal Agora São Paulo
Seção: Trabalho - 19/03/2011
Carol Rocha e Cristiane Gercina do Agora




sexta-feira, 18 de março de 2011

Consulta ao bônus deve sair na próxima semana

A Secretaria de Estado da Educação deverá divulgar hoje, além do Saresp (Sistema de Avaliação de Rendimento Escolar do Estado de São Paulo), a média geral do Idesp (Índice de Desenvolvimento da Educação do Estado de São Paulo). Os indicadores são utilizados para o pagamento do Bônus da Educação.

Porém, a lista com o Idesp individual de cada escola deverá sair só a partir da semana que vem. Somente aí será possível saber quais unidades atingiram a média e quais servidores receberão o bônus.
As regras para o pagamento são as mesmas de 2010, segundo a Educação. O benefício é pago a todos os servidores ativos da área --os aposentados não têm direito.




Fonte: Jornal Agora São Paulo
Seção: Trabalho - 18/03/2011
Carol Rocha e Cristiane Gercina do Agora
www.agora.uol.com.br/trabalho/ult10106u890369.shtml




Saresp e Idesp 2010 reforçam objetivo de Reorganização do Ensino Fundamental e Médio

Sexta - feira, 16 de março de 2011 16h00

Avaliação bimestral, com a recuperação prevista na reformulação
elaborada pelo Governo do Estado, tem recebido apoio da rede estadual
e trará resultados positivos

Os resultados de 2010 do Saresp (Sistema de Avaliação do Rendimento Escolar do Estado de São Paulo) e do Idesp (Índice de Desenvolvimento da Educação de São Paulo, que combina os resultados de Matemática e Língua Portuguesa do Saresp com dados de aprovação, reprovação ou abandono) mostram que o Governo do Estado de São Paulo está no caminho certo com sua proposta de Reorganização do Ensino Fundamental e Médio.

Os dados do ano passado mantiveram tendência de melhora para a 5º ano do Ensino Fundamental, mas mostraram recuo para o 9º ano, da mesma forma que para o Ensino Médio. Esses resultados ressaltam a necessidade, além de outras iniciativas do Governo do Estado para a melhoria da Educação – entre elas a contratação de mais 25 mil professores –, da Avaliação Bimestral, prevista na Reorganização do Ensino Fundamental e Médio, que tem apoio do Governador Geraldo Alckmin e está sendo discutida pelo Secretário de Estado da Educação, professor Herman Voorwald, com representantes da rede estadual em reuniões regionais.

Resultados

O Idesp do 5º ano do Ensino Fundamental subiu de 3,86 para 3,96 em relação a 2009, refletindo o crescimento, no Saresp, de 201,4 pontos na escala de proficiência para 204,6 em Matemática. O resultado em Língua Portuguesa se manteve em 190,4 pontos.

"Esse desempenho mostra que os esforços realizados na alfabetização das crianças nos anos iniciais estão dando resultados", diz o professor Herman Voorwald. "Isso faz prever uma progressão escolar melhor no futuro, pois as crianças estão mais preparadas para o aprendizado", conclui o secretário.

No 9º ano do Ensino Fundamental, o Idesp recuou de 2,84 no ano anterior para 2,52 em função da queda, no Saresp, das avaliações de Matemática (de 251,5 em 2009 para 243,3 em 2010) e de Língua Portuguesa (de 236,3 para 229,2 pontos). No Ensino Médio, o recuo do Idesp no mesmo período foi de 1,98 para 1,81 devido à diminuição em Língua Portuguesa de 274,6 pontos para 265,7 e à oscilação em Matemática de 269,4 para 269,2 pontos.

"Esses dados reforçam as conclusões que têm sido feitas a partir do amplo acervo de estudos e pesquisas realizadas nos últimos anos sobre a progressão continuada. Esse modelo foi fundamental para reduzir a evasão escolar e assegurar a universalização do ensino, mas foram necessárias ações voltadas para a melhoria da qualidade, como as que foram implantadas pelo Estado a partir de 2008", diz Voorwald. "Agora, além de medidas para a ampliação do quadro de docentes efetivos, como a recente decisão do Governador Geraldo Alckmin de contratar mais 25 mil professores, é necessário aperfeiçoar o modelo da progressão continuada", afirma o professor.

Avaliação Bimestral

Baseada na avaliação bimestral aplicada ao final de cada bimestre letivo, a recuperação do aprendizado é uma das principais inovações da Reorganização do Ensino Fundamental e Médio.

A partir dessa avaliação, que é conduzida pela própria escola, com orientação da equipe de Supervisão da Diretoria de Ensino, serão oferecidos aos alunos com defasagem na aprendizagem estudos de recuperação, a serem estruturados de acordo com as condições de cada unidade. "O importante é que a recuperação aconteça", diz o secretário.

Amplamente apoiada por representantes de professores, diretores, supervisores e servidores da rede estadual nas reuniões regionais que têm sido realizadas pelo secretário, a iniciativa do Governo do Estado visa reorganizar os ciclos de aprendizagem de progressão continuada do Ensino Fundamental da seguinte forma:

•  Ciclo I: duração de três anos (para alunos de 6 a 8 anos de idade);

•  Ciclo II: duração de dois anos (9 a 10 anos de idade); e

•  Ciclo III: duração de quatro anos (11 a 14 anos de idade).

Ao final de cada Ciclo de Aprendizagem, os alunos que ainda apresentarem defasagens de conteúdos serão encaminhados para o reforço intensivo de aprendizagem, em salas especiais que contarão com professores especialmente qualificados e materiais didáticos específicos.

Outra proposta em discussão com a rede é a criação da figura do "professor de apoio", que deve transitar entre diversas classes para melhorar o aproveitamento dos estudantes. Também tem sido debatida com os representantes do magistério a proposta de que, sempre que possível, o mesmo professor acompanhe a turma ao longo de todo o ciclo.

Níveis de desempenho

A distribuição dos alunos pelos níveis de desempenho apresentou melhoria na 5ª série do Ensino Fundamental de 2009 para 2010. Os estudantes com desempenho Insuficiente passaram de 20,9%, em 2009, para 19,8% em Língua Portuguesa, e de 30,3% para 29% em Matemática. Aqueles com desempenho Suficiente passaram de 68,8% para 70,4% em Língua Portuguesa e de 63,3% para 62,7% em Matemática. Os discentes que apresentaram nível Avançado passaram de 10,3% para 9,8% em Língua Portuguesa, e de 6,3% para 8,2% em Matemática.

Na 9ª série do Ensino Fundamental, os alunos com desempenho Insuficiente passaram de 22,5% para 28,4% em Língua Portuguesa, e de 27,6% para 34,9% em Matemática. Os que mostraram desempenho Suficiente passaram de 75,5% para 69,8% em Língua Portuguesa, e de 71,2% para 64,3% em Matemática. Já aqueles que corresponderam ao nível Avançado passaram de 2,3% para 1,7% em Língua Portuguesa, e de 1,2% para 0,8% em Matemática.

Já na 3ª série do Ensino Médio, os alunos com desempenho Insuficiente passaram de 29,5% para 37,9% em Língua Portuguesa, e de 58,3% para 57,7% em Matemática. Os estudantes com resultado Suficiente passaram de 69,8% para 61,6% em Língua Portuguesa, e de 41,2% para 42% em Matemática. Os "Avançados" oscilaram de 0,7% para 0,6% em Língua Portuguesa, e de 0,5% para 0,3% em Matemática.

Bônus

Até o dia 31 deste mês será pago o Bônus por Resultado, que é baseado nos resultados do Idesp por escola. O Bônus é proporcional ao resultado da unidade de ensino, e prevê, para metas alcançadas em 100%, o pagamento de 2,4 salários médios (ou 20% da soma da remuneração mensal total durante o ano anterior) para as equipes. Proporcionalmente, para escolas que atingem um determinado percentual de sua meta, o pagamento do adicional será correspondente ao mesmo percentual aplicado a 2,4 salários médios. Por exemplo, para o cumprimento de 50% da meta corresponde um bônus de 50% de 2,4 salários médios, que equivale a 1,2 salário médio.

Para os casos de superação de metas, as unidades de ensino recebem bonificação ainda maior. Ao ultrapassar em 20% ou mais suas metas, as escolas ganham, além dos 2,4 salários correspondentes a 100% da meta, mais cerca de meio salário, perfazendo um bônus total de 2,9 salários. Isso equivale ao décimo quarto, décimo quinto e décimo sexto salários anuais. O Bônus por Resultado é afetado por faltas dos profissionais. Para receber o bônus, os professores devem ter atuado, no mínimo, em dois terços do ano. Ou seja, devem ter trabalhado pelo menos 244 dias.

Neste ano, o bônus será pago para as equipes de 3.591 unidades (70,9% do total de 5.065), mas 1.474 (29,1%) não o receberão. Em 2010, foram contempladas 4.659 (90,1% do total de 5.169), contra 510 (9,9%) que deixaram de receber. A relação das escolas com seus respectivos índices de desempenho será divulgada nos próximos dias.

Mais 25 mil professores

Anunciada em fevereiro pelo Governador Geraldo Alckmin, a contratação de 25 mil novos professores é a maior realizada na rede estadual desde 1999. Serão chamados candidatos aprovados no concurso realizado em março de 2010. Os novos docentes deverão ingressar na Escola de Formação de Professores em julho e os aprovados serão nomeados no final de 2011. "Não há educação de qualidade sem professor motivado e preparado", diz o secretário. "Nossa prioridade é valorizar o professor e ganhar o seu compromisso com a qualidade da educação", conclui.

A contratação dos novos docentes deverá preencher as vagas atualmente ocupadas por professores não efetivos, que hoje são quase 27 mil em toda a rede. " Não há como dissociar essa variação negativa do Saresp de 2009 para 2010 da necessidade de mais professores efetivos na rede estadual. A rotatividade de professores é prejudicial ao aprendizado dos alunos. A contratação permitirá que as escolas tenham número maior de professores fixos, melhorando a qualidade do ensino na rede", diz o professor Herman.

 

Fonte:  Secretaria de Estado da Educação - 2004
Todos os direitos reservados - SEESP/GTI
http://www.educacao.sp.gov.br/noticias_2011/2011_18_03.asp

 
 

Cai nota de alunos no provão da rede estadual

Caíram as notas dos alunos que terminam o ensino fundamental e médio da rede estadual, no ano passado. Já a média dos mais novos do fundamental melhorou.

O panorama foi constatado no exame do governo estadual chamado Saresp, que avalia estudantes do 5º e 9º anos do ensino fundamental e do 3º do médio, em português e matemática. Os números devem ser divulgados hoje. A Secretaria de Estado da Educação entende que, além de problemas com qualidade de ensino, falta interesse dos alunos mais velhos no exame. Por isso, pretende que a prova passe a valer no vestibular.

Hoje, o Saresp é aplicado para mensurar a aprendizagem dos estudantes e é o principal fator considerado para definir quais professores receberão bônus. Em geral, profissional de escola onde houve redução de média não ganha a gratificação.

No exame do ano anterior, o ensino fundamental inteiro havia melhorado (ainda que com menor intensidade no 9º ano), e o médio, piorado.

À época, o secretário da Educação do então governo José Serra (PSDB), Paulo Renato Souza, avaliou que haverá uma "onda" de melhora no sistema à medida que os estudantes do 5º ano (antiga 4ª série) avancem.

Ainda não houve tempo para esses alunos chegarem ao patamar seguinte considerado no exame (9º ano). A gestão Geraldo Alckmin (PSDB) deve comentar os novos resultados apenas hoje.

Vestibular

Segundo a reportagem apurou, o governo conta com duas medidas para melhorar as notas dos alunos nos próximos anos. A primeira é a implementação de provas bimestrais em todo o ensino básico. Hoje, não há uma sistematização nas avaliações.

A segunda medida é uma tentativa de aumentar a motivação dos alunos para resolver o Saresp. Para o governo, os mais velhos têm pouco interesse na prova pois estão deixando a escola.

Para reverter o quadro, a Educação articula com USP, Unesp e Unicamp a utilização da nota do Saresp como parte de seus vestibulares --como acontece com o Enem. A intenção é que os alunos do 9º ano do fundamental usem o Saresp como parte do vestibulinho das Etecs (escolas técnicas estaduais).


Fonte: Jornal Agora São Paulo

Seção: São Paulo - 18/03/2011

Publicado também na Folha de S.Paulo

www.agora.uol.com.br/saopaulo/ult10103u890418.shtml




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