Bem-vindo ao Blog Celso Branicio -

Pesquisar dentro deste blog

Crônica Dominical 14/08/2016 – Fim da primeira semana das Olimpíadas e o Brasil foi um fiasco, só os atletas militares nos salvaram

Crônica Dominical 14/08/2016 – Fim da primeira semana das Olimpíadas e o Brasil foi um fiasco, só os atletas militares nos salvaram - Logotipo dos Jogos Olimpícos do Rio 2016


A primeira semana dos jogos Olímpicos do Rio 2016 chegaram ao fim, não tivemos nenhum atentado terroristas e apenas de mais grave o incidente com um carro de militares da Forças Nacional sendo metralhado em favela ainda não pacificada e um militar foi morto com um tiro na cabeça, ou seja, com bandidos comandando territórios, lamentável, haver território de bandido. Também tivemos um assalto em que o atleta nadador norte americano Ryan Lochte sofreu ao sair de uma festinha com amigos. 

Sul Africano Wayde van Niekerk, recordista dos 400 metros rasos
Foram destaques além disto o desempenho do grande nadador norte americano Michael Phelps e suas cinco medalhas de ouro e uma de prata, também tivemos o show do corredor jamaicano Usain Bolt e seu tricampeonato nos 100 metros rasos, o record dos 400 metros rasos do Sul Africano Wayde van Niekerk com o tempo de 43,03 superando a marca anterior de 43,18 do canadense Michael Johnson em Sevilla, Espanha em 1999, mas por outro lado tivemos o destaque de forma negativa do desempenho do nosso time Brasil que está sendo pífio, afinal temos a segunda maior delegação dos jogos com 485 atletas só perdendo para os Estados Unidos com 567 atletas, só que sem comparação quanto a qualidade técnica.


É verdade que em Londres 2012 na última olimpíada ganhamos apenas 17 medalhas, sendo 3 de ouro, 5 de prata e 9 de bronze, como estamos relativamente na metade do evento e já faturamos 6 medalhas e com outras duas já garantidas só aguardando mais uns dias para a definição do tipo, então até que os resultados estão mais ou menos dentro das expectativas, mas desta vez enviamos uma delegação quase o dobro da que foi enviada a Londres e se esperava um resultado melhor.

É bem verdade também que o forte do nosso país são os esportes coletivos que vão ter suas finais nesta segunda semana e nos últimos dias dos jogos, quando devemos ganhar mais medalhas principalmente no vôlei de quadra e de areia, com destaque para as mulheres, podemos ganhar até 5 medalhas no vôlei e no futebol já estamos bem encaminhados para mais 2 medalhas, mas foi lamentável o desempenho da natação que desta vez passou em branco, mesmo com grandes atletas que treinam em universidades americanas e outros que tem grande apoio em clubes no Brasil se compactados a outros esportes.

Nosso basquete também precisa ser reformulado, fortalecido a confederação e receber mais apoio, o feminino foi um desastre cinco derrotas em cinco jogos, no masculino ainda temos chances de se classificar, mas se ganhar o próximo jogo deverá enfrentar os Estados Unidos e deve ser massacrado, as chances de vitória e classificação são quase mínimas e olha que termos vários jogadores que jogam na NBA, mas o time não deu liga, como equipe são muito fracos. 



Logotipo da APAB - Basquete BarretosOs grandes Centros do Basquete como Franca, São Paulo, Rio, Brasília tem tido muitos problemas, principalmente no interior de São Paulo e Barretos tem sido com a APAB uma exceção, mas sobrevive com o trabalho de abnegados como Jesus Antônio de Oliveira, Cynthia de Almeida, etc., e tendo pouco apoio do poder público, e da iniciativa privada, precisamos de mais empresas como o Grupo Monteiro proprietários da Rede Vida de Televisão e Jornal O Diário e várias emissoras de rádio que sempre apoiaram o basquete,  lamentável, falta investimentos e patrocínio e muitos reclamam que visaram nas últimas décadas muito mais o Vôlei e se criou uma grande estrutura e por outro lado desarticularam toda a grande estrutura que o basquete já teve no passado na época de Carioquinha, Oscar, Hortência e Paula, quando sempre ficávamos entre os quatro primeiros e conseguimos até títulos mundiais.


É bem verdade que alguns esportes como rúgbi, hóquei, polo aquático, tênis de mesa, atletismo, etc., e muitos outros menos conhecidos recebem poucos ou quase nenhum recurso e incentivo e falta também intercâmbio com as grandes potências destes esportes.


Espirito OlímpicoÉ claro que fica difícil cobrar resultados deles, porém, o que vimos foi uma falta de raça e determinação, enfim de espírito olímpicos em alguns esportes como a natação com atletas liderando provas, passando em primeiro ou segundo nas primeiras voltas e nos últimos metros perdendo o fôlego e terminando em sétimo ou oitavo por falta de melhor preparação, participação em competições muito em cima do início das olimpíadas como ocorreu com alguns tenistas, ou táticas equivocadas como na natação ou mesmo no basquete masculino contra a argentina, quando perderam um jogo ganho, porque não fizeram uma falta no último segundo para os Argentinos cobrarem dois arremessos livres e estavam 3 pontos atrás de nós,  resumindo permitiram o empate e a vitória deles na prorrogação.

A questão é que faltou até certo ponto, um pouco mais de preparação para estes jogos visando ganhar mais medalhas, afinal tivemos muitos atletas e equipes classificados por sermos anfitriões, coisa que normalmente não conseguiríamos em outras olimpíadas fora do país e o pior foi que não nos preparamos o suficiente para dar um boom no crescimento do esporte conseguindo melhores resultados, segundo estatísticas nós estamos tendo o pior desempenho de um país anfitrião.

A verdade é que esportes como a natação deveriam ter trazido pelo menos uma medalha e o judô só no finalzinho é que reagiram e trouxeram 3 medalhas ainda assim inferior a última olimpíada quando foram quatro.

Nós tivemos algumas grandes promessas de ouro que sequer conseguiram bronze e nenhuma grande surpresa positiva, talvez o ginasta Arthur Mariano Nory, mas temos tido mais decepções que boas surpresas, vamos torcer para se inverter esta realidade. 

O iatismo também não anda muito bem, pode até surgir alguma medalha, existe a possibilidade de pelo menos 3 mas está difícil. 


O retrato desta falta de empenho foi a seleção brasileira de futebol masculino que teve péssimo desempenho nos primeiros jogos e contra equipes fracas, depois de muitas críticas é que resolveram jogar e inclusive o Neymar assumindo finalmente a liderança da seleção e assim  deram a volta por cima e venceram fortes adversários e estão a um jogo para chegar às semifinais e no feminino também estamos na mesma situação rumo a medalha.

Eu acredito que a crise política e econômica parece ter tirado um pouco da alta estima do brasileiro e até mesmo de alguns atletas, é claro que perder e ganhar faz parte do esporte, é necessário treino, aptidão e investimentos, mas algumas equipes tem até psicólogos, mas a Dilma conseguiu trazer o complexo de vira-latas para muitos atletas que parecem que esqueceram o espírito olímpico, afinal,  para se ganhar medalhas além da boa forma física e técnica é necessário algo mais para merecer a premiação e isto ficou claro com as primeiras medalhas conquistadas como a da atleta Rafaela Silva, ouro no judô e que veio de projeto social no Rio de Janeiro, um exemplo da importância do esporte para a nação, retirando jovens que seriam usados pelo narcotráfico e os transformando em grandes atletas e cidadãos e com muita raça ela conseguiu vencer suas lutas e chegar a medalha de ouro.

Uma caraterística das medalhas conquistas até aqui foi o fato dos atletas que as conquistaram serem em sua maioria militares, veja que das seis medalhas até agora cinco foram ganhas por atletas militares.

É bem verdade que os militares sempre trabalham o amor à pátria, a raça e resignação que infelizmente não estão presente com a maioria dos outros atletas civis, é preciso melhorar e incentivar mais a iniciativa privada que pode também se for feito um grande projeto com incentivos atingir resultados semelhantes.

Dentre as seis medalhas conquistadas, ganhamos 1 ouro, 2 pratas e 3 bronzes, veja a relação de atletas, modalidades, medalhas ganhas e se são militares ou civis:

Rafaela Silva, medalha de ouro na Rio 2016 no Judô
Rafaela Silva  - Judô – Ouro – Militar 3ª Sargento da Marinha

Felipe Wu – Tiro Esportivo – Prata – Militar 3ª Sargento do Exército

Diego Hypólito – Ginástica Artística – Prata – Civil

Arthur Mariano Nory - Ginástica Artística – Bronze - 3ª Sargento da Aeronáutica

Mayara Aguiar – Judô – Bronze - 3ª Sargento da Marinha

Rafael Silva – Judô – Bronze - 3ª sargento do Exército


Como ficou claro 83% das medalhas foram ganhas por militares e na última olimpíada foram cerca da metade o que deve ocorrer novamente, pois, boa parte dos melhores atletas nossos os que tem reais chances de medalha são militares.

A delegação do Brasil é a segunda maior só perdendo para os Estados Unidos nós temos 485 atletas e destes 145 são militares, ou seja, trinta por cento.

A questão é que quando ganhamos nossa primeira medalha com o atirador Felipe Wu que é 3ª Sargento do Exército, ele prestou continência a bandeira do Brasil quando ela foi içada na premiação e ele estava no pódio e aí se geraram uma polêmica se estes atletas militares podem ou não prestar continência a bandeira.

Alguns petistas e pseudo esquerdistas reclamaram destes fatos e apareceu até o senador Luiz Lindbergh Farias Filho (PT-RJ) que está defendendo um projeto de lei que visa proibir o COI (Comitê Olímpico Internacional) e COB (Comitê Olímpico Brasileiro) de aceitar atletas militares prestando continência a bandeira quando estiverem no pódio recebendo suas medalhas. O COB discorda disto porque a continência é uma demonstração de patriotismo sem qualquer natureza política.

Senador Lindbergh Farias (PT-RJ)
Só num país como o nosso para termos um senador ridículo e infantil da chamada turma do mimimi da Dilma para defender uma lei idiota destas, é incrível o quanto eles têm medo das forças armadas.

Segundo este senador não se deve prestar continência a bandeira porque o evento é esportivo e não militar e não há nenhuma conotação militar ou envolvimento em evento militar. Segundo ele a bandeira é um símbolo nacional, mas a continência é uma prerrogativa militar realizada em solenidades militares.
É incrível que com tantos problemas graves no país este infeliz quer interferir nisto, o mais incrível é ver que tem eleitores despolitizados capaz de votar e eleger um dos piores senadores e mais inúteis e corrupto da banda podre do PT este partido em fase de extinção. 


Se eles são militares de carreira ou temporários isto é problema deles, afinal qual o problema e depois se for o caso é só o exército regulamentar isto.


No governo de Lula e Dilma do PT houve claro desrespeito com as Forças Armadas, chegaram a interferir nas homenagens e condecorações feitas pelo alto comando a seus subordinados em destaques e até estas ações passaram pelo crivo do Presidente da República, coisa que Michel Temer já mandou voltar a ser do jeito que era antes do PT entrar no poder.

Logotipo padrão da Agência BrasilAnalisando este problema pitoresco resolvi fazer uma pesquisa na web e verifiquei numa matéria da Agência Brasil onde ficou tudo claro sobre o porquê de tantos atletas olímpicos militares no time Brasil.


Existe na verdade um projeto das forças armadas com atletas que são militares de carreira e os temporários que podem ficar até 8 anos, periodicamente são feitos editais recrutando atletas civis para as forças armadas, eles recebem remuneração mensal de R$ 3.200,00 e podem acumular com bolsa atleta e patrocínio pessoal e também conciliar a vida com o clube.

Estes atletas passaram a ter grande infraestrutura de treinamento nas unidades das Forças Armadas e a retaguarda com serviço de assistência médica, instalações esportivas e apoio de fisioterapeutas, nutricionistas e psicólogos.

Este projeto já existe a alguns anos, mas em 2011 na preparação para os Jogos Mundiais Militares o Exército e a Marinha incorporaram vários atletas do time Brasil a seus quadros de atletas militares e conseguiram o maior número de medalhas 114 ao todo entre 111 países participantes destes jogos.

Hoje são 670 militares que fazem parte do programa e destes 76 são militares de carreira e 594 temporários.


O Brasil é hoje a maior potência militar desportiva do planeta e divide com outras grandes potências do desporto militar como China e Rússia o lugar mais alto nas competições.

Nestes jogos olímpicos do Rio 2016 são 145 atletas militares entre os 465 atletas da delegação brasileira, ou seja, 31% e são os melhores atletas.

Agora vamos exigir que o governo Federal dê ainda mais apoio para que clubes e academias possam se fortalecer e formar grandes atletas, bem como fomentar competições e intercâmbios internacionais e  a possibilidade destes atletas de participarem de competições em nível internacional.

É necessário também incentivos para que não só os comitês desportivos militares cuidem de atletas de alto rendimento, mas que mais empresas privadas possam patrocinar equipes esportivas, atletas e projetos e centros de formação de novos talentos.

O mais incrível em tudo isto é saber como as Forças Armadas conseguiram tantos recursos para manter este belo projeto que nos tornou uma superpotência militar desportiva no mundo, isto era muito comum na época da guerra fria com países socialistas, mas como conseguiram driblar um governo que desde o dia em que o Lula assumiu o poder até a Dilma, eles vivem prejudicando as Forças Armadas, com poucos investimentos e controlando com mão de ferro os parcos recursos.

Independente de toda esta polêmica, este é um belo projeto que tem dado mais segurança aos atletas para se dedicarem exclusivamente ao esporte, sem contar o  apoio que tem em todos os sentidos, não só financeiros, como de infraestrutura de treinamento e os resultados certamente não serão sentidos só nas competições militares, mas nas olimpíadas teremos mais da metade das medalhas obtidos com deles, ainda que boa parte sejam meros militares temporários, mas para estes atletas isto dá sim um grande suporte  que muitos até então não tinham, pena que ainda estão bolando um projeto para os atletas paraolímpicos militares e posteriormente aceitaram a inclusão de civis transformados em militares temporários no futuro.

Sendo militares ou civis, a questão é que todos são brasileiros e estão defendendo a pátria e que todos possam fazer isto com muito amor e raça e que consigam romper a marca das 17 medalhas da última olimpíada e principalmente as três de ouro de Londres, ainda teremos mais uma semana de competições e com fortes emoções, avante Brasil, temos de lutar por um país olímpico de verdade.



Barretos, 14 de agosto de 2016



Celso Rodrigo Branicio

Licenciado em Educação Física pela UnB - Universidade de Brasília
Tecnólogo em Processamento de Dados pela FISO
Especialização em Análise de Sistemas pela Universidade Federal de Uberlândia-MG
Ex Conselheiro Municipal de Saúde de Barretos representando os Usuários SUS de 2007 a 2012


Fonte da fotos:
Logotipo Rio 2016 - Wikipedia
Recordista dos 400 mts rasos - Wayde van Niekerk - Rio 2016
Logotipo da APAB - Basquete Barretos
Senador Luiz Lindbergh Farias Filho - Wikipedia
Judoca Rafaela Silva - Ouro na Rio 2016 - Wikipedia



Tags: Brasil, Militar, Militarismo, Barretos, Branicio, Celso Branicio, Branicio, Crônica Dominical 14/08/2016, Crônica Dominical, Barretos, Rio 2016, Olimpíadas, Esporte, Jogos Olímpicos, Política, Economia, Evento, Michel Temer, Dilma Rousseff, Lula, Rafaela Silva, Judô, Ouro, sargento, 3ª Sargento da Marinha, Felipe Wu, Tiro Esportivo, Prata , 3ª Sargento do Exército, Diego Hypólito, Ginástica Artística, Civil, Arthur Mariano Nory, Bronze, 3ª Sargento da Aeronáutica, Mayara Aguiar, 3ª Sargento da Marinha, Rafael Silva, 3ª sargento do Exército, Ryan Lochte, Usain Bolt, Michael Phelps, Força Nacional, Lodres 2012, Rio 2016, Time Brasil, Jesus Antônio de Oliveira, Cynthia de Almeida, Wayde van Niekerk, Michael Johnson, Sevilha 1999, Senador, Senado, leis, Lindbergh Farias, Luiz Lindbergh Farias Filho (PT-RJ), senadores mimimi, senadores 3 patetas, COB, COI.




SAIBA MAIS:


Calendário dos Jogos Olímpicos
GERAL     POR DIA     POR ESPORTE
https://www.rio2016.com/calendario-e-resultados




06/08/2016 17h22 - Cristina Indio do Brasil – Repórter da Agência Brasil


Postado por Brasil Verde Amarelo em 24 de julho de 2016




Folha Militar Online » Aeronáutica » Conheça os atletas militares na Rio 2016
http://folhamilitaronline.com.br/conheca-os-atletas-militares-na-rio-2016/



Mais de 11 mil atletas competem na primeira edição dos Jogos Olímpicos da América do Sul. 
Confira abaixo a lista completa e acompanhe a disputa por medalhas.
Encontre seus Ídolos


Mais de 200 países membros do Comitê Olímpico Internacional (COI) competem nos Jogos Rio 2016. Confira abaixo a lista completa!


O pais fez sua estreia olimpica em Antuérpia 1920 com três medalhas, incluindo o ouro de Guilherme Paraense no tiro esportivo. Em 21 particiapções, o anfitrião dos primeiros jogos da América do Sul já ganhou 108 medalhas: 23 ouros, 30 pratas e 55 bronzes



Veja os looks que farão sucesso dentro e fora das quadras 

04/08/2016 - 11h47 - Atualizado 11h47 por LARISSA GARGARO




Michael Phelps encerra sua trajetória olímpica com mais um ouro; são 23 no total 

Por Estadão Conteúdo | 14/08/2016 00:13 
Lenda liderou equipe americana no revezamento 4x100m medley. 
Natação termina sem nenhuma medalha do Brasil 


POR RIO 2016 14/08/2016 22H41 Bolt, en el carril seis, pidió silencio antes de persignarse, apuntar su índice al cielo y partir como una flecha para clavar un tiempo de 9:81 segundos




POR RIO 2016 14/08/2016 23H05 El sudafricano mejora la marca que desde 1999 ostentaba el canadiense Michael Johnson en Sevilla, España





14/08/2016 12h25 - Atualizado em 14/08/2016 18h51

Quatro nadadores foram abordados ao sair de uma festa na Zona Sul. Comitê Olímpico Americano disse que homens se identificaram como policiais.





Nenhum comentário:

Postar um comentário

POSTAGEM DE DESTAQUE

UnBHoje - 6 a 12 de novembro de 2020 (Universidade de Brasília)

  06 A 12 DE NOVEMBRO 2020 ANO 35 Nº 6212 ...