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A ORIGEM DO RODEIO

   Observamos que o tema rodeio tem sido muito exposto na mídia nos últimos anos, principalmente da década de 90 para cá, ainda que exista um grande combate por parte de uma minoria de ambientalistas, ele pode ser considerado hoje um dos esportes que mais cresce no Brasil e já em 2000 segundo SERRA, R.A.A. (2000 p. 209) em sua obra Rodeio uma Paixão, o rodeio já era na época o esporte que mais se desenvolvia no Brasil. É verdade que nos dias atuais temos um grande crescimento de esportes como as Artes Marciais e o MMA principalmente, além do Rugby que tem tido de fato um grande crescimento no país, mas se levarmos em consideração o público que assiste aos rodeios cada vez maiores e em alguns casos comparáveis ao futebol e o volume financeiro envolvido nestes eventos o rodeio continua em franco crescimento e profissionalização em nosso país, são milhares de empregos diretos e indiretos, premiações milionárias e fomento ao turismo, além do aumento de praticantes.   


As origens do rodeio segundo MEYERS, Michael C.; LAURENT, C. Matthew Jr. (2010, p.417) na verdade “remonta aos vaqueiros espanhóis em 1700” e o esporte foi oficialmente organizado nos Estados Unidos e segundo SERRA (2000 p. 5) em 1929 com a criação da 1ª associação de rodeios RAA (Rodeo Association of America) que deu origem a criação da CTA (Cowboys Turtle Association) em 1936 e já na década de 1930 foi criada os primeiros campeonatos.” Já no ano de 1945 a CTA tornou-se a RCA (Rodeo Cowboys Association).

 

   O rodeio que existia na Espanha acabou vindo para as Américas com os espanhóis que colonizaram o México e segundo SERRA (2000 p. 3):

“Foi adotado pelos mexicanos e, logo após a guerra com os americanos, no século XVII, passou a ser praticado pelos colonos norte americano, onde as festas mexicanas e a doma de animais foram o começo de tudo, pois se praticava a montaria em cavalos como forma de entretenimento, nas festas em ranchos e fazendas do interior do país.” 


  A questão é que por causa da guerra alguns estados inteiros como a Califórnia e outros do velho oeste passaram a pertencer aos Estados Unidos, e não só pela proximidade e divisa com o México, mas por causa também destes estados com cultura própria do México ter passado a controle dos EUA os hábitos foram incorporados e surgiam aí os rodeios nos moldes de hoje, pois foram organizados como esporte com regras e campeonatos pelos Norte Americanos.   

  As entidades de rodeio norte americanas foram evoluindo cada vez mais e em 1975 foi criada a PRCA (Profissional Rodeo Cowboy Association) em Colorado Spring e é até hoje considerada a maior associação de rodeio do mundo e já em sua criação nasceu tendo abrangência em 43 estados dos EUA, além de rodeios no Canadá, Austrália e na Nova Zelândia e nos dias atuais inclui até mesmo o Brasil, hoje temos outras associações como a PBR (Profissional Bull Riders) que é a associação de profissionais de rodeio em touros a coqueluche do momento por ser considerada a modalidade mais radical e mais vista e procurada no rodeio.  
 
  A PBR também tem diversos associados no país e até uma filial a PBR Brasil que organiza o melhor campeonato do país com a maior premiação já vista, para se ter uma noção só para o campeão do circuito nacional este ano e no ano passado foi dado um prêmio de um milhão de reais e mais um milhão para o campeão da última etapa que ocorreu na cidade de Americana-SP em 25/11/2012. 

  No Brasil também nós também tivemos e ainda temos algumas importantes associações de rodeios e são elas: 
  CNAR – Confederação Nacional de Rodeio, fundada em 2001 é a entidade que representa o rodeio nacional junto ao Ministério do Esporte e ao Governo Federal e ainda existe até hoje.
  COWBOYS FOREVER – Administra no Brasil o Rodeio Universitário e está ativa até hoje.
  FNRC – Federação Nacional do Rodeio Completo criada em 1996, incentivava a implantação do rodeio completo no país com provas de montarias em touro e cavalo, as provas de laço e a dos três tambores - as duas últimas classificadas como provas funcionais e ainda organizava um circuito nacional de rodeios com várias etapas em vários estados do Brasil e contava inclusive com um preparador físico em parceria com a PUC de Campinas o professor SANTIAGO, Denilson, citado por SERRA (2000), mas infelizmente esta federação já foi extinta.
  CBR – Confederação Brasileira de Rodeio – fundada em 1999.
  PRÓ-TOURO – Associação dos proprietários de touros de rodeio.   
 CBRU - Confederação Brasileira do Rodeio Universitário, entidade cujo objetivo é dar um caráter de esporte amador ao circuito universitário.
  O rodeio nada mais é do que um esporte envolvendo homem e animais e desde a antiguidade existe esta relação esportiva envolvendo homens e animais. 

“É anterior ao nascimento de Cristo o hábito da prática de jogos e esportes que envolvem o homem e o animal. Na Grécia antiga a corrida de “carros” ou “bigas” já faziam parte das provas de “jogos fúnebres”, mandados celebrar por Aquiles no acampamento militar grego, em Tróia”. (SERRA, 2000 p.1, apud MONTENEGRO, 1979 p. 33). 


  Na verdade animais como o cavalo existem registros de desenhos em cavernas desde a idade da pedra, ou seja, é uma relação muito longa. 
  O rodeio devido a esta característica é tido “como “esporte tradicional”, ou seja, aqueles que já existiam ou se originaram de atividades físicas, antes da generalização do sistema moderno de esporte internacionalmente organizado”. (SERRA, 2000 p.3, apud RENSON, fev. 1993. p. 38).   Se formos analisar o que vem a ser rodeio etimologicamente falando:
 “a palavra vem de rodo, que seria o ato de rodar em torno do gado, que os piás (meninos de fazendas) adotavam para reunir o gado numa coxilha alta, enquanto os peões iam buscar os animais desgarrados do rebanho. Até hoje, quando tal prática é exercida, os peões costumam dizer que vão fazer um “rodeio”.” SERRA (2000, p.13)   Outra versão do que vem a ser rodeio:

“Segundo (SERRA 2000, p.13 Apud SILVA, 1987) o nome provém do espanhol, e significa competições que se realizam em caráter festivo, tendo adotado aspectos circense, quando praticadas junto com espetáculos e mini touradas, em algumas cidades do Brasil.” 


  No passado era muito comum no Brasil a presença de circos de touradas e meu pai mesmo José Acácio Branicio chegou a participar e acompanhar estes circos e depois já na década de 60 passou a competir em rodeios como o de Barretos, onde na época e até as década de 1980 só existia  a modalidade de rodeios em cavalos.  

  O Brasil herdou várias modalidades de rodeio dos EUA e entre outras, inclusive a modalidade mais radical que é a montaria em touros Bull Riding e assim passamos a fazer em alguns eventos o que é considerado rodeio completo, mas ficam claro que no rodeio americano temos várias outras provas que ainda não são praticadas no Brasil.
  Este tipo de evento em nosso país era tido inicialmente apenas como uma atividade meramente cultural e folclórica do que esportiva, mas hoje já tem uma identificação maior como esporte, principalmente depois da instituição de regras e padronização em nível internacional.

  No país temos diversos tipos de rodeio, como os que são praticados no Rio Grande do Sul e outros praticados em estados do nordeste misturados com vaquejadas e estes sem regras e quando tem não são padronizadas em nível mundial, sem contar que são modalidades exclusivas destes locais. 
  No trabalho a ser desenvolvido nesta monografia, eu irei levar em consideração o rodeio tido como esporte com regras e modalidades bem definidas e praticados em outros países como EUA, Canadá, Austrália, Nova Zelândia, México e que aqui no Brasil são mais promovidos e praticados nos estados de São Paulo, Minas Gerais, Goiás, Mato Grosso, Mato Grosso do Sul e Paraná, entre outros.  

  Esta questão pode ser mais bem entendida no artigo “O rodeio como uma manifestação esportiva de identidade cultural do interior de São Paulo” de SERRA, Rhodes Albernaz de Almeida; TUBINO, M.J.G.;NOVAES, J.S. São Paulo. Fitness & Performance Journal, v.2, n.6, p. 341-346, 2003. 
  
“O esporte rodeio vem se desenvolvendo de forma surpreendente no território brasileiro e mais especificamente no interior do Estado de São Paulo, merecendo atenção no âmbito esportivo e cultural. O presente estudo teve por objetivo verificar se o rodeio pode ser considerado uma manifestação esportiva de identidade cultural do interior de São Paulo. O tipo de estudo foi caracterizado como uma pesquisa descritiva, qualitativa que levantou as principais características de estrutura do rodeio e buscou o aprofundamento do conceito de identidade cultural, possibilitando a construção de quatro (4) referências extraídas de três grandes autores culturalistas: Stuart Hall (Construção Discursiva e Sentimento de Pertencimento); Benedict Anderson (Comunidades Imaginadas) e Eric Hobsbawm (Tradição Inventada).” O resultado das respostas obtidas no questionário encontrou características das quatro (4) referências no rodeio; indicando que o mesmo pode ser considerado uma manifestação esportiva de identidade cultural do interior de São Paulo.” 
 

  Este artigo destes três professores cariocas, SERRA, TUBINO e NOVAES (2003), focam mais a questão cultural dos eventos de rodeios, o lado festivo e lúdico que o acompanha, mas por outro lado também discutem a questão de ser um evento de fato esportivo, dando mais um embasamento à questão de que sendo esportivo, ele pode ser estudado como assunto relacionado à Educação Física e como espaço a ser ocupado por profissionais deste setor e desta forma torna-se importante a pesquisa dos rodeios e a forma como os atletas são preparados e o que a Educação Física pode fazer para melhorar o desempenho. 
 
  No que tange a Educação Física cabe analisarmos que tem algum fundamento alegar que o rodeio é uma atividade esportiva e que tem crescido ultimamente e que pode estar gerando um novo campo para a atividade dos profissionais de Educação Física. 

  Segundo SERRA (2000, p. 8), “o primeiro rodeio realizado no Brasil, ocorreu em Barretos-SP, em 1956 e surgiu das competições realizadas nos finais de semana entre peões de fazendas, que traziam gado para Barretos que teve o primeiro frigorífico do Brasil”. A questão é que a partir daí se gerou as atuais Festas do Peão de Boiadeiro de Barretos que encontra atualmente na sua 57ª edição, realizada sempre na segunda quinzena de agosto e que serviram de modelo para a criação de várias outras em nosso país. 
 
  O rodeio no Brasil nasceu naturalmente e é uma cultura nossa e existem modalidades tidas como autenticamente brasileira como o cutiano que é uma montaria em cavalos, ou mesmo as provas realizadas no Rio Grande do sul ou as vaquejadas do nordeste.

  No sudeste e centro-oeste o rodeio sofreu a influência norte-americana para poder unificar as regras e se tornar de fato esporte trazendo ainda novas modalidades até então desconhecidas por aqui e muito valorizadas em nível mundial como montarias de sela americana em cavalos, laço, três tambores que é a única prova feminina, etc. e o objeto de estudo deste trabalho as montarias em touro ou bull riding tida como a mais radical do rodeio e que exige mais preparo físico e mental dos atletas de rodeio.  

  Nesta modalidade existe um risco de vida e de acidentes com contusões e fraturas muito maiores do que com cavalos por lidar com animais muito mais pesados e fortes. 

  Os touros chegam a pesar mais de uma tonelada e alguns possuem chifres. Neste tipo de montaria não se utiliza sela e sim uma corda americana para segurar e mesmo assim apenas com uma das mãos a outra fica solta mantendo o equilíbrio e não pode tocar o animal. Segundo SERRA (200. p. 104 e 105) Emilio Carlos dos Santos o Kaká de Barretos alega que “o melhor touro para rodeio é o oriundo do cruzamento das raças Nelore e Marchigiana, porque, O nelore é muito violento, ágil, enquanto o Marchigiana se impõe pelo tamanho. Juntando os dois dá um animal ágil, bravo e de bom tamanho”. Os touros além de pular muito, pois, alguns pulam em torno de 13 vezes em 8 segundos, giram bastante e às vezes invertem o giro dificultando o equilíbrio, sem contar que costumam não só chifrar e dar cabeceadas como pisotear os peões o que aumenta e muito o risco de leões graves e até óbito. Já nas montarias em cavalo, os mais pesados pesam em torno de 600 kg no máximo e pulam menos e correm mais, sem contar que nestas montarias se utilizam selas que dão mais equilíbrio aos atletas o que diminui e muito o risco de leões graves e óbitos. 
  Existe um grande número de participantes destes eventos de rodeio que cresce a cada ano e segundo Luciana Gomes ex-assessora de comunicação do clube Os Independentes de Barretos-SP, organizadores da festa do peão de
Barretos disse em 2000 a SERRA (2000 p. 207) que: “em pesquisa realizada por este clube, constatou-se que o público feminino aumentou de 30 para 50 por cento a sua participação nos rodeios, confirmando, assim, que este esporte tem atraído cada vez mais mulheres.”   

  Já se passaram doze anos e hoje o público feminino já é grande e continua crescendo junto com o masculino que ainda é a maioria e segundo a mídia em algumas regiões do país o rodeio só perde em público para o futebol. A festa do peão de Barretos, segundo o clube Os Independentes continua todos os anos atingindo marcas expressivas que variam em torno de 700 até mais de 900 mil pessoas em 10 dias de festa e no último final de semana da festa costuma atinge normalmente picos de mais de 200 mil pessoas em um só dia, normalmente nos sábados, contando público que entram no estádio e parque do peão. 

  No Brasil existem ainda outros grandes rodeios como Americana-SP,  Jaguariúna-SP, São José do Rio Preto-SP entre outros que aglutinam grandes públicos e com todo este sucesso e crescimento deste esporte cresceu também a quantidade de eventos no país e já se chegou à marca de mais de 1.500 eventos por ano e a quantidade de peões naturalmente também cresce vertiginosamente e hoje já são reconhecidos juridicamente como atletas.

 
BRANICIO, Celso Rodrigo

Este texto faz parte do TCC - Trabalho de Conclusão do Curso de Licenciatura em Educação Física pela UnB - 2012, constitui o item 7.1 dentro da Revisão de Literatura (Item 7.0 e Capítulo I), da página 7 a página 13.   


 

 
Se quiser mais informações sobre a Monografia, a bibliografia ou ler o texto na íntegra, veja abaixo:


A importância da preparação física para atletas de rodeio de montaria em touros


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Título:  A importância da preparação física para atletas de rodeio de montaria em touros
Orientador(es):  Reis, André Luiz Teixeira
Data de apresentação: 2012
Data de publicação:  28-Jun-2013

Referência:  BRANICIO, Celso Rodrigo. A importância da preparação física para atletas de rodeio de montaria em touros. 2012. xi, 77 f., il. Monografia (Licenciatura em Educação Física)—Universidade de Brasília, Universidade Aberta do Brasil, Barretos-SP, 2012.

Resumo: 
O rodeio é hoje o esporte que mais cresce no país e com isto aumenta também a quantidade de atletas envolvidos nestes eventos, desta forma foi feito uma pesquisa visando levantar o tema: “à importância da preparação física dos atletas de rodeio de montarias em touro”. O trabalho foi realizado através de uma pesquisa qualitativa usando questionário, analisando dois atletas de alto nível tidos como experientes e mais dois atletas em inicio de carreira. A pesquisa foi realizada no parque do peão durante a 57ª Festa do peão de Barretos-SP no período de 16 a 26 de agosto de 2012 e no Brahma Super Bull PBR de Olímpia-SP de 14 a 17 de novembro de 2012. Pesquisei ainda um líder sindical dos atletas e um organizador de rodeio. Fiz ainda um estudo sobre obras similares e encontrei poucas infelizmente, denotando necessidade de mais trabalhos científicos sobre este tema. No final ficaram claro algumas tendências: 100% dos entrevistados fazem preparação física, porém apenas 50% deles alegaram que utilizam profissionais formados, ou seja, alguns fazem a preparação por conta própria ou com pessoas despreparadas. Os custos de contratação destes profissionais segundo 75% dos entrevistados deveriam ser pago pelos próprios atletas e exatamente 75% alegaram também terem condições de pagar um personal trainer, porém, outros 25% que disseram não, mostram que nem todos têm condições, principalmente os novatos e o ideal seria algum clube ou associação fazer o pagamento destes educadores físicos. Só que hoje são poucas as associações nesta área como a PBR Brasil. Outra solução segundo os entrevistados seria a criação de centros de treinamento nas cidades que promovem este tipo de evento. Ficou latente a criação de um novo campo de atividade para a Educação Física. É necessário mais estudos sobre o assunto, mas pelo que diz os entrevistados e a literatura, à tendência maior é que a Educação Física é de fato importante na preparação Física dos atletas de rodeio. 
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ABSTRACT
The rodeo is now the fastest growing sport in the country with an increasing number of athletes becoming involved in these events. That motivated the development of this research which has as subject "the importance of physical training of rodeo bull rider athletes". The study was conducted assessing qualitatively the feedback from the athletes in the field through a questionnaire, analyzing two top bull riders, taken as experienced athletes, and two other athletes in early career. The research was conducted at “Parque do Peão” during the 57th Rodeo Festival of Barretos-SP, which occurred from 16 to 26 August 2012, and the Brahma Super Bull PBR Olimpia-SP, which occurred from 14 to 17 November 2012. Research data was also acquired from interviews with a rodeo union leader and a rodeo organizer. An extensive literature review on the topic showed a lack of similar research and evidenced the need to develop more scientific studies on this important field. Results from this research show clear trends. 100% of the athletes who participated in the research in fact do physical preparation. However, only 50% of them claimed to have utilized certified professionals. The other 50 % do their physical preparation by themselves or use non-certified professionals. According to 75% of the athletes consulted the cost of hiring these professionals should be covered by the athletes themselves. 75% of the athletes in fact claimed to be able to afford a personal trainer. However, the other 25% of the athletes, including mostly those in early career, who cannot afford a personal trainer, show that ideally some professional club or association should provide these physical educators. However, today there are few organizations in this area such as the PBR Brazil, which could provide such training. Another solution according to the interviewees would be the creation of training centers in cities that promote this type of event. This research indicated the development of a new field of activity in Physical Education. Additional work is needed to better clarify this field and the actual physical training needs of the rodeo bull rider athletes. However, this preliminary assessment of the topic based on the interviews and the literature review indicates that in fact Physical Education is of key importance for the physical preparation of rodeo bull rider athletes.

Informações adicionais: 
Monografia (graduação)—Universidade de Brasília, Universidade Aberta do Brasil, Faculdade de Educação Física, Licenciatura em Educação Física a Distância, 2012.

Aparece na Coleção: Educação Física



 

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A ORIGEM DO RODEIO (Celso Rodrigo Branicio) - Texto extraído do TCC - Trabalho de Conclusão do curso de Educação Física da UnB - Monografia: A IMPORTÂNCIA DA PREPARAÇÃO FÍSICA PARA ATLETAS DE RODEIO - (BRANICIO, Celso Rodrigo) - Foto da Estátua Jeromão em homenagem ao Atleta de Rodeio no Parque do Peão em Barretos-SP 




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