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7 de setembro de 2018 dia da independência do Brasil, uma data com pouco a se comemorar

Fonte: Calendarr

Hoje sete de setembro é o dia da independência do Brasil, uma data muito importante para os brasileiros que comemoram a emancipação brasileira do reino de Portugal, mas o país que vinha evoluindo, parece que deu alguns passos para trás e vivemos dias de muito tumulto e divisão do povo pelo ódio pregado por extremistas de esquerda que tumultuam o país.

Ainda somos um país de dimensões continentais e pelo menos neste ponto mantemos a integridade do território nacional, ainda que a violência gerada pelo narcotráfico e caos gerado pela corrupção ao menos não nos fez desintegrar com independências de estados, o único mesmo que separou de nós até por ser o único a não falar português e falar espanhol foi o Uruguai, mas a muito tempo atrás em 25/08/1825, mas pelo menos nisto estamos bem e unidos até porque a corrupção e violência está presente em todos os estados, um pouco mais no Rio de Janeiro que foi a capital do império e maior cidade do país na época e onde a família imperial escolheu para viver quando fugiram de Portugal por causa de Napoleão.

Nesta época o Rio de Janeiro era a maior cidade do Brasil até maior do que São Paulo que somente depois da década de 60 passou o Rio graças ao progresso trazido pelo café e indústrias que alavancaram o desenvolvimento de São Paulo, mas nos dias atuais o governo Alckmin teve problemas recentes com ataques do PCC e fez acordo com estes marginais que deixaram de atacar cidades paulistas, mas deixou eles se fortaleceram e espalharem para vários estados rivalizando com o Comando Vermelho do Rio de janeiro e hoje já invadiu até outros países como o Paraguai onde botam terror e distribuem drogas, um verdadeiro cartel de drogas que já começa a incomodar toda a América do Sul. 


7 de setembro - Calendarr
A verdade é que tivemos em setembro este  mês da independência, acontecimentos marcantes e muito desagradáveis para a nação, perdemos no domingo dia dois de setembro o Museu Nacional no Rio de Janeiro que era considerado o quinto maior e mais importante do mundo, foi devastado pelo fogo gerado pelo descaso do governo com a história e a cultura.

A verdade é que sempre que falta dinheiro e temos de apertar os cintos uma das primeiras áreas a se cortar verbas públicas é a cultura, mas no caso do museu o descaso foi muito grande a ponto de ter o teto todo estragado com uso de plástico para diminuir as goteiras, parte elétrica um caos e a tragédia anunciada por técnicos a anos acabou ocorrendo e o fogo queimou 
lamentavelmente 90% do acervo.

O museu que deveria ser administrado pelo governo do estado ou pela União foi repassado a UFRJ (Universidade Federal do Rio de Janeiro) que tem como reitor um filiado do PSOL e simpatizante do MST, é incrível como os esquerdopatas dominam as universidades públicas tanto professores como alunos dos quais sofrem uma verdadeira lavagem cerebral.

A UFRJ gastou as verbas que não vinham carimbadas para esta finalidade e deixaram o museu a Deus dará, ainda que os recursos tenham diminuído faltou uma melhor administração, não cuidaram de nosso patrimônio histórico, lamentável a falta de amor a pátria por parte destes membros de partidos de esquerda, todos imbuídos do quanto pior melhor visando instituir um novo sistema, o comunismo no lugar do capitalismo, utopia de loucos irresponsáveis que sabe que isto nunca deu certo em lugar nenhum nem mesmo sua versão light o socialismo.


É lamentável, mas na verdade o governo Federal pouco fez também, a classe política também está pouco se lixando para história e cultura, para se ter uma ideia no aniversário recente de 200 anos nenhum Ministro aceitou o convite para ir lá fazer uma visita e o último Presidente a visitar o Museu foi Juscelino Kubitschek na década de 60, lamentável o descaso, fica difícil um país pensar em seu futuro sem cuidar do seu passado, foi uma grande perda pra a cultura e ciências, irreparável não só para o Brasil como para o mundo.

Museu do Ipiranga - Wikipedia
Além do museu nacional que ficava num prédio histórico que foi morada de verão do nosso imperador Dom Pedro II. O museu do Ipiranga em São Paulo onde ocorreu o grito de Dom Pedro I pela Independência do Brasil está fechado para visitação pública a mais de cinco anos porque também está em péssima condições comandado pela USP (Universidade de São Paulo)  e coloca em risco a vida dos visitantes, situação que ocorre em muitos museus pelo Brasil afora, tivemos também recentemente incêndio que destruíram parte do Memorial da América Latina em São Paulo e o museu da língua portuguesa tudo descaso com a cultura e nosso passado, até o MASP segundo foi apurado também tem problemas de manutenção.

Hoje tivemos o desfile de sete de setembro no entorno do museu do Ipiranga em São Paulo, o Governador Márcio França esteve na rádio Jovem Pan convidando a população para o evento, pelo menos ainda serve para alguns lembrarem desta região histórica para nosso país.

Se não bastasse este descaso com a cultura, o país está passando por grave crise política e muito desemprego e desvalorização da moeda em decorrência deste turbilhão político que afeta todas as áreas.

Temos um governo corrupto que sucedeu uma presidente também corrupta que foi deposta e o atual governo federal caminha a passos lento até o término de seu governo numa verdadeira UTI.

Temer até conseguiu melhorar um pouco o país em relação a Dilma Rousseff sua antecessora que foi deposta por causa da corrupção desenfreada, mas depois de pouco tempo no poder Temer  mostrou que é farinha do mesmo saco, agora com as eleições do final do ano poderemos ter a esperança de dias melhores com um novo presidente e um novo Congresso, mas temos mais problemas, com um ex presidente o Sr. Lula que depois de preso de forma justa e condenado por 15 juízes em quatro instâncias, insiste em querer ser candidato a Presidente  mesmo sendo inelegível e tendo o registro de candidatura indeferido, só que ele insiste e assim tumultua todo o processo eleitoral comandando tudo de dentro da cadeia, desrespeitando o Judiciário e pregando a desobediência civil.



Jair Bolsonaro - Frame do vídeo no Jornal da Globo
É lamentável o caos que o país mergulhou e se os problemas já são muitos, tivemos ontem 06/09/2018 um dia também marcante negativamente com um ataque sofrido pelo Jair Bolsonaro (PSL) candidato a Presidência que foi covardemente esfaqueado na barriga, ainda não se sabe se foi um ato de um pequeno grupo, pois, foram três envolvidos ou se tem a participação de algum partido político, visto o marginal que o esfaqueou ter sido filiado ao PSOL e ser eleitor do PT e do Lula.

O caso está sendo investigado, vamos torcer para que a eleição corra tudo bem e de forma democrática 
vença a eleição o mais bem preparado  e que seja restituído o caminho do progresso de nosso país, retirando do poder os corruptos que só causam atrasos a nação e possamos ser de fato e de direito independentes, livres das garras de políticos que só pensam em si e em seus grupos políticos e só visam o poder e dinheiro fácil com a política e nos traz mais problemas e expropriação do que fazia Portugal na época da independência do Brasil, precisamos dar um novo grito de independência nas eleições e não reeleger ninguém principalmente os Deputados fichas sujas, corruptos que utilizam de brechas das leis e do STF para disputar a reeleição visando continuar com o foro privilegiado fugindo das garras da lei e continuando a roubar a nação.

Daqui a um mês vamos votar corretamente e dar nosso grito de independência destas quadrilhas de marginais que transformaram o país numa cleptocracia e só nos leva aos caos.


Barretos, 6 de setembro de 2018.




Celso Rodrigo Branicio
Licenciado em Educação Física pela UnB
Graduado em processamento de Dados pela FISO
Pós Graduado com Especialização em Análises de Sistemas pela Universidade Federal de Uberlândia-MG.
Técnico em Contabilidade pelo Ateneu Municipal de Barretos (EM Sinomar Macedo Diniz)
Diretor de Eventos da APPP - Associação de Participação Popular na Política



SAIBA MAIS:


Fonte das imagens:
7 de setembro - Calendarr
Fachada do Museu Nacional - Site do Museu Nacional
Museu do Ipiranga - Wikipedia
Jair Bolsonaro - Frame do vídeo no Jornal da Globo


INDEPENDÊNCIA DO BRASIL



No dia 7 de setembro de 1822, Dom Pedro I proclamou a independência do Brasil


7 set, 2018

NESTA DATA

Dom Pedro I realizou a proclamação da independência do Brasil durante uma viagem de volta à cidade do Rio de Janeiro (Foto: Wikimedia)
Dom Pedro I realizou a proclamação da independência do Brasil durante uma viagem de volta à cidade do Rio de Janeiro (Foto: Wikimedia)


No dia 7 de setembro de 1822, Dom Pedro I decidiu dar fim à exploração colonial lusitana proclamando a independência brasileira.

Em 1808, toda a Coroa Portuguesa bateu-se em retirada de sua terra natal por causa da ameaça de invasão de Napoleão Bonaparte. Para que isso fosse possível, o rei português Dom João VI foi obrigado a firmar um acordo com a Inglaterra para que os súditos lusitanos pudessem escapar ilesos à ameaça do exército francês. Nesse acordo, Dom João prometeu abrir os portos brasileiros a todas as nações do mundo e, principalmente, para os cobiçados produtos britânicos.

A medida, que inaugurou a administração joanina no país, agradou os grandes proprietários de terra e comerciantes da colônia. Com o fim do pacto colonial as elites brasileiras poderiam avolumar suas transações comerciais e ampliar significativamente seus lucros. De fato, essa primeira medida já colocava o Brasil como nação economicamente autônoma. Do ponto de vista político, a condição de colônia foi abandonada quando o Brasil ascendeu à condição de Reino Unido de Portugal.

Enquanto os novos súditos brasileiros eram agraciados com tantas medidas, a população de Portugal se via submissa à intervenção política e militar das forças militares britânicas. O distanciamento do rei com seus compatriotas fomentou a eclosão de um movimento liberal que exigia profundas reformas políticas no território português. Dessa forma, em 20 de agosto de 1820, a Revolução Liberal do Porto promoveu a tomada do poder lusitano por parte dos grupos políticos liberais do país.

Ansiosos por transformações, os revolucionários formaram uma assembléia geral que levou o nome de Cortes. Entre os integrantes dessas Cortes corria um projeto de instalação de uma monarquia parlamentar inspirada no regime político inglês. Além disso, os portugueses exigiam que os benefícios concedidos ao Brasil fossem extintos, com a imediata restauração das normas do antigo pacto colonial. Paralelamente, reivindicavam a volta de Dom João para que tais reformas fossem legitimadas.

Temendo perder seu título nobiliárquico, Dom João retornou para Portugal deixando seu filho, Dom Pedro I, como príncipe regente do território brasileiro. A essa altura dos acontecimentos as elites locais percebiam como o processo revolucionário português ameaçava os benefícios conquistados. Com isso, vários proprietários de terra e comerciantes passaram a expressar amplo apoio à deflagração da independência brasileira.

Na visão das elites, o processo de independência não deveria contar com a participação popular e, muito menos, instalar um regime republicano no país. Dessa forma, apoiaram um projeto de independência conservador liderado sob a instalação de uma monarquia dirigida por Dom Pedro I. Em resposta a tal movimentação política, o príncipe regente deu maior autonomia às autoridades militares nacionais e exigiu que todas as medidas vindas de Portugal passassem por sua aprovação prévia.

Nessa mesma época Dom Pedro começou a se aproximar de figuras políticas favoráveis ao projeto de independência. Tais ações desagradaram imensamente o governo lusitano, pois isso em nada favorecia o projeto de recolonização do território brasileiro. Com isso, as Cortes passaram a exigir o retorno imediato de Dom Pedro I para Portugal. No entanto, prestigiado politicamente pelas elites, preferiu permanecer no Brasil de forma definitiva. Em uma última tentativa, os portugueses ameaçaram enviar tropas caso Dom Pedro não acatasse sua convocação.

Não vendo outra solução para esse impasse, Dom Pedro I realizou a proclamação da independência do Brasil durante uma viagem de volta à cidade do Rio de Janeiro, às margens do rio Ipiranga, em São Paulo. Depois de alguns conflitos com as tropas lusitanas e o apoio britânico, os mais de três séculos de dominação portuguesa chegaram ao fim com a instalação do regime monárquico.

Fontes:
Mundo Educação-Independência do Brasil
Opinião e Notícia





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DIA DA INDEPENDÊNCIA
7 set, 2018




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