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segunda-feira, 28 de agosto de 2017

SAAE servia marmitas com comida estragada e o problema ainda ocorre em menor escala segundo servidores da ativa, veja outro caso famoso no TST


SAAE servia marmitas com comida estragada e o problema ainda ocorre em menor escala segundo servidores da ativa, veja outro caso famoso no TST


O SAAE BARRETOS-SP, servia marmitas com carne e comida estragada aos servidores, e segundo alguns servidores o problema diminuiu mas as marmitas ainda são de qualidade ruim, entre 2014 e 2015, quando eu ainda trabalhava lá  chegamos a encontrar até bigato na carne aqueles vermes de carne, claramente comida passada e que sobrou nas pistas em dias anteriores, veja que nesta época quem servia as marmitas era um restaurante caro e famoso, a churrascaria Chimarão da av. 43, que depois disto mudou de nome e pelo visto de proprietário. A nutricionista exigiu salada e eles começaram a servir salada com aqueles lagartinhos verdes, reclamamos tiramos foto e alegaram que era sabotagem dos trabalhadores, na semana seguinte apareceu um caramujinho na salada, foi feito um abaixo assinado e cancelaram o contrato e fizeram uma nova licitação e passaram alguns meses, a empresa ganhadora um restaurante perto do campo do Barretos, começou a servir novamente comida com carne rançosa, comida com gosto de lavagem e com jeito de ter sido feita em dias anteriores.

Veja que o Restaurante Chimarão estava com o contrato acabando e seria feito uma nova licitação e neste período logo depois do fim do contrato fomos servidos por marmitas do restaurante Boa Sorte (Alcebíades), ao lado do SAAE e todos adorávamos a comida deles, de primeira qualidade, tivemos a licitação e o valor dado pelo Alcebíades foi inferior ao do Chimarão que venceu a licitações novamente, porque eles sabiam que a maioria reclamava da qualidade da comida e assim abaixou o valor dele para um preço menor que o contrato anterior na pura malandragem e assim ele venceu a licitação, no começo como sempre estava uma maravilha a comida, passaram alguns meses e aí começou o que disse acima os problemas com comida de dias anteriores, bigatos, etc. e desta vez houve um acordo e o cancelamento do contrato em definitivo.

O sindicato dos servidores não nos ajudou em nada nesta luta, mas a união dos servidores ajudou a resolver este problema, pena que pelo que sei ainda hoje este novo fornecedor de marmitas também sirva comida velha, mas pelo menos não está tão grave. Como eu sempre reclamei de diversas irregularidades e pelas minhas reclamações em relação a este problema das marmitas eu enviei um requerimento reclamando e recebi uma advertência, porque insisti com o Celso Dias na época chefe das equipes de rua de que este é um problema de ordem coletiva e é, porém, ele alegou que eu estava tratando de problemas particulares e me puniu com uma advertência e pontos perdidos na avaliação do estágio probatório, resumindo daí em diante passei a sere perseguido politicamente até ser exonerado por uma comissão de avaliação de estágio probatório com 3 reprovações em 6 avaliações, e uma comissão que não tem ninguém que tenha me visto trabalhar uma missão inteira, ou um dia de trabalho, alguns nem sabia quem eu era e o pior o chefe desta máfia fazia parte desta Comissão o Engenheiro do SAAE coordena as equipes de rua, e o chefe direto das equipes de rua Celso Dias e assim foram me dando notas baixas até me exonerarem injustamente e o caso está na Justiça e terá oitiva de testemunhas no dia 18 de setembro de 2017 no Fórum de Barreto-SP. Quer dizer você tem de aceitar comer lavagem e se reclamar é demitido. 

Tudo isto claramente se deve ao fato das licitações fraudulentas, que ocorre em vários cidades, tendo empresas corruptoras que pagam caixinha a servidores de alta hierarquia e assim eles tem gastos com os alimentos, com servidores para cozinha e com estas caixinhas, sobra pouco de lucro ou quase nada e para aumentar a margem de lucro eles resolvem servir marmitas com lavagem de porco, porque são destinadas a peões que trabalham na rua, falta de respeito ao trabalhador e ser humano que é servidor igual aos outros, este país infelizmente está entregue a corruptos, lamentável e este problema infelizmente não ocorre só em Barretos esta história é antiga e o modus operandi é sempre o mesmo, mas precisamos mudar esta realdade.

Tivemos no passado em torno de 2010 quando o Paçoca foi Superintendente do SAAE uma máfia da marmita que foi denunciada a Justiça e quase foram presos o paçoca e outros servidores de alta hierarquia como o engenheiro que ainda está lá, o paçoca saiu o problema por algum tempo foi regularizado, mas a estrutura de malandros lesando a população ficaram e hoje continuam agindo como naquela época e nada tem sido feito para resolver em definitivo este problema, o ideal seria a reativação da cozinha piloto no Almoxarifado e servir a comida das marmitas dos servidores que trabalham nas equipes de rua e só eles fazem uso destas marmitas.

Falta vontade política e respeito ao trabalhador mais humilde e claramente é mais vantagem manter a cozinha piloto desativa para justificar a terceirização deste setor e assim continuar contratando empresas suspeitas de esquemas e favorecendo servidores corruptos, lamentável a politicagem e corrupto implantado em nossas instituições em detrimento do povo e da administração pública.


Barretos 28/08/2017


Celso Rodrigo Branicio
Ex Auxiliar de Serviços Operacionais do SAAE Barretos-SP
Diretor de Eventos da APPP
Licenciado em Educação Física pela UnB
Processamentos de Dados pela FISO
Pós Graduado em Análise de Sistemas pela Universidade Federal de Uberlândia-MG




Esta matéria foi feita aproveitando a apresentação de uma jurisprudência de caso semelhante e noticiado pelo TST - Tribunal Superior do Trabalho



Consultoria ambiental é condenada por fornecer quentinhas com comida estragada


A Rhizobium Consultoria Ambiental, do Rio de Janeiro, foi condenada a indenizar um ajudante de reflorestamento por fornecer quentinhas estragadas para as refeições dos empregados. A Sétima Turma do Tribunal Superior do Trabalho rejeitou o recurso no qual a empresa pretendia reduzir o valor da condenação, fixado em R$ 3 mil.
Na reclamação trabalhista, o empregado, que atuava num canteiro da empresa em Magé (RJ), disse que as refeições servidas nos acampamentos já chegavam azedas, com fios de cabelo e até mesmo com larva de moscas, e que eles e seus colegas eram obrigados a se alimentar expostos ao sol e à chuva, por não haver nenhum tipo de abrigo. A empresa, em sua defesa, sustentou que sempre proporcionou alojamento adequado para alimentação dos trabalhadores, e que o problema com as quentinhas teria ocorrido apenas em uma oportunidade, e que a refeição “sequer foi ingerida”, sendo devolvida à pensão que a fornecia e substituída.
O juízo de primeiro grau ao analisar o pedido, decidiu pela condenação da empresa ao pagamento de indenização de R$ 6 mil ao empregado. A decisão destaca que, segundo as testemunhas ouvidas, de fato os funcionários receberam por diversas vezes alimentação imprópria com “cabelo humano, fio de Bombril e perna de barata” e que não havia abrigo adequado para as refeições. O Tribunal Regional do Trabalho da 1ª Região (RJ) reduziu a condenação para R$ 3mil.
A empresa recorreu ao TST sustentando que o valor fixado pelo dano moral era exorbitante, devido ao pouco tempo de trabalho do empregado, que prestou serviço por dois anos.
O relator do recurso, ministro Douglas Alencar Rodrigues, destacou que a empresa, nas razões recursais, não atacou especificamente os fundamentos usados pelo Regional para reconhecer e fixar o dano moral. O relator lembrou que o principio da dialeticidade impõe à parte a obrigação de se contrapor à decisão que visa reformar “esclarecendo seu desacerto e fundamentando as razões de sua reforma, o que não ocorreu no caso”. Por unanimidade, a Turma não conheceu do recurso.
(Dirceu Arcoverde/CF)
O TST possui oito Turmas julgadoras, cada uma composta por três ministros, com a atribuição de analisar recursos de revista, agravos, agravos de instrumento, agravos regimentais e recursos ordinários em ação cautelar. Das decisões das Turmas, a parte ainda pode, em alguns casos, recorrer à Subseção I Especializada em Dissídios Individuais (SBDI-1).
Esta matéria tem caráter informativo, sem cunho oficial.
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