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quarta-feira, 27 de julho de 2016

Eventual caixa 2 é problema de João Santana e do PT, afirma Dilma em entrevista

        Publicado em 27/07/2016 às 10:17 por em Notícias

Foto: Ichiro Guerra/Divulgação

Foto: Ichiro Guerra/Divulgação

Estadão Conteúdo – A presidente da República afastada, Dilma Rousseff, se esquivou de responsabilidades sobre a denúncia de caixa 2 na sua campanha de 2010 e deu a entender que o problema é do PT.

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O publicitário João Santana e sua mulher e sócia, Mônica Moura, alegaram na semana passada que US$ 4,5 milhões recebidos em uma conta na Suíça tiveram como origem caixa 2 da campanha de Dilma. O casal foi interrogado em Curitiba pelo juiz Sérgio Moro, responsável pelos processos da Operação Lava Jato na primeira instância.




“Se ele recebeu US$ 4,5 milhões, não foi da organização da minha campanha, porque ele diz que recebeu isso em 2013. A campanha começa em 2010 e, até o fim do ano, antes da diplomação, ela é encerrada. Tudo que ficou pendente sobre pagamentos da campanha passa a ser responsabilidade do partido. Minha campanha não tem a menor responsabilidade sobre em que condições pagou-se dívida remanescente da campanha de 2010. Não é a mim que você tem de perguntar isso. Ele (João Santana) tratou essa questão com a tesouraria do PT”, afirmou Dilma na manhã desta quarta-feira, 27, em entrevista à Rádio Educadora, de Uberlândia (MG).




Disposição
Questionada sobre informações divulgadas pela imprensa, de que ela teria dito ao presidente do Senado, Renan Calheiros (PMDB), querer “acabar logo com essa agonia” do impeachment, Dilma disse que essa história é uma invenção. “Eu não estive com ele (Renan) na semana passada nem retrasada. Há uma tentativa sistemática da mídia de querer passar uma imagem de que eu estou disposta a renunciar, que estou cansada. Eu não estou cansada, estou plenamente disposta a lutar até o último minuto pelos meus direitos”, afirmou Dilma.




A presidente afastada disse não ser verdade existirem perspectivas desfavoráveis a ela sobre a futura votação no Senado. Segundo ela, à medida que se aproxima o dia do julgamento do mérito pelos senadores, haverá uma “guerra de informação”, com um lado dizendo que tem os votos necessários e o outro desmentindo. “É que nem jogo de futebol, que se joga até o fim da partida. Eu vou lutar até o fim para ganhar e fazer com que a democracia ganhe”.




Segundo Dilma, sua defesa será entregue até quinta-feira, 28, para a Comissão Especial do Impeachment. Ontem, a comissão concedeu mais um dia de prazo, após os advogados de Dilma alegarem que não conseguiram acessar o site do Senado para obter documentos do processo. “Nossa defesa está praticamente pronta e será entregue amanhã, isso é algo trivial”, comentou.




Para além de um samba curto, por Luciano Siqueira

        Publicado em 27/07/2016 às 10:01 por em Notícias
Luciano Siqueira

Por Luciano Siqueira, vice-prefeito do Recife
Definitivamente, a complexidade da sociedade brasileira escapa ao raciocínio reducionista e esquemático. Dando razão a Karl Marx, para quem se a essência se resumisse à aparência não haveria necessidade da ciência.
A título de exemplo vejamos duas situações emblemáticas na cena política atual.
As principais centrais sindicais, de amplo alcance nas estruturas estaduais e locais pelo Brasil afora, se dividem quanto ao impeachment da presidenta Dilma.
As situadas mais à esquerda estão nas ruas defendendo o mandato da presidenta, protestando contra o golpe. As de perfil conservador, entrelaçadas com a representação parlamentar de centro-direita, apoiam o impeachment.
Porém agora, diante da agenda regressiva do presidente interino Michel Temer, onde se destacam as reformas trabalhista e previdenciária – pré-anunciadas como restritivas de direitos dos trabalhadores -, as dez centrais mais importantes unem-se na resistência.
Ou seja, não há uma linha demarcatória rígida que separe as centrais em qualquer circunstância. Na complexidade da vida, convergem ou divergem.
Noutra esfera – a das eleições municipais -, legendas partidárias situadas em pólos opostos quanto à questão do impeachment e aos rumos do país, estabelecem coalizões amplas e plurais.
Igualmente neste caso a realidade concreta teima em não se enquadrar a esquemas rígidos.
Assim, as centrais sindicais que divergem sobre a questão nacional convergem na defesa dos direitos dos trabalhadores ameaçados.
E partidos que sustentam opiniões discrepantes sobre a natureza da crise nacional e as alternativas de superação, celebram alianças locais em torno de um programa para a cidade.
Não há incoerência em ambos os casos.
Há, sim, acertada consideração das peculiaridades da sociedade brasileira, marcada por uma enorme diversidade regional e local — econômica, social, cultural e política.
E embora condenada à percepção fragmentária da realidade pela pressão midiática, a maioria dos brasileiros compreende o sentido das alianças sindicais e partidárias construídas no horizonte imediato e no espaço local.
Pois como diz Paulinho da Viola, “ninguém pode explicar a vida/Num samba curto.


http://blogs.ne10.uol.com.br/jamildo/2016/07/27/para-alem-de-um-samba-curto-por-luciano-siqueira/





Dilma afirma que deixou País preparado para as Olimpíadas

        Publicado em 27/07/2016 às 9:31 por em Notícias
Foto: Foto: Lula Marques/ Agência PT

Foto: Foto: Lula Marques/ Agência PT
Durante entrevista concedida à Rádio Educadora, de Uberlândia (MG), na manhã desta quarta-feira, 27, a presidente afastada, Dilma Rousseff (PT), falou sobre a Olimpíada, que terá início no próximo dia 5 de agosto, e afirmou que o País está “pronto para os jogos“. A petista também disse que vai lutar contra o processo de impeachment “até o fim”.
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Mesmo não participando do evento, Dilma defendeu a realização dos Jogos no País e ressaltou que os problemas apresentados na Vila Olímpica devem ser resolvidos. “A Vila dos Atletas, responsabilidade da Prefeitura do Rio, é a única infraestrutura que tem problema e tem que ser resolvido. Tanto a Vila Olímpica, na Barra, quanto a Vila de Deodoro estão em perfeitas condições: infraestrutura, segurança, energia”, disse.
“Todas as providências de segurança e inteligência foram tomadas até o momento em que fui afastada. O País está preparado para os Jogos”, completou.
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A população da Vila Olímpica, no Rio, aumenta a cada dia. A nove dias para o início dos jogos, operários trabalham contra o tempo para terminar as reformas emergenciais. São diversos os defeitos que precisam ser corrigidos. Mas, o Comitê Olímpico garante que até quinta-feira (28) estará tudo pronto.
Somente uma empresa contratada para resolver pendências escalou 110 profissionais, que já fizeram reparos em mais de 300 apartamentos de cinco prédios. Desde a última sexta-feira, a equipe trabalha em três turnos, 24h por dia, para terminar tudo até esta quinta-feira.
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Sobre sua participação na Rio 2016, Dilma reafirmou que não vai ao evento. “Participei desde o início para trazer os Jogos Olímpicos para o Brasil. Não vou participar como espectadora de um ato do qual fui protagonista”, ressaltou.

CAIXA 2

>> Eventual caixa 2 é problema de João Santana e do PT, afirma Dilma em entrevista
A presidente da República afastada, Dilma Rousseff, se esquivou de responsabilidades sobre a denúncia de caixa 2 na sua campanha de 2010 e deu a entender que o problema é do PT.]
O publicitário João Santana e sua mulher e sócia, Mônica Moura, alegaram na semana passada que US$ 4,5 milhões recebidos em uma conta na Suíça tiveram como origem caixa 2 da campanha de Dilma. O casal foi interrogado em Curitiba pelo juiz Sérgio Moro, responsável pelos processos da Operação Lava Jato na primeira instância.
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“Se ele recebeu US$ 4,5 milhões, não foi da organização da minha campanha, porque ele diz que recebeu isso em 2013. A campanha começa em 2010 e, até o fim do ano, antes da diplomação, ela é encerrada. Tudo que ficou pendente sobre pagamentos da campanha passa a ser responsabilidade do partido. Minha campanha não tem a menor responsabilidade sobre em que condições pagou-se dívida remanescente da campanha de 2010. Não é a mim que você tem de perguntar isso. Ele (João Santana) tratou essa questão com a tesouraria do PT”, afirmou Dilma.

IMPEACHMENT

Dilma Rousseff negou cansaço na luta contra o afastamento e afirmou que está “plenamente disposta a lutar”. “Tenho uma meta: lutarei até o fim para impedir que esse impeachment ocorra. Quanto mais próximo, óbvio que vai haver uma guerra de informações e só no dia saberemos o q realmente vai acontecer. É como uma partida de futebol, a gente joga até o fim da partida, para ganhar”, disse Dilma.
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A presidente afastada ainda criticou a imprensa por manchetes relacionadas à melhora no cenário econômico do País. “Como os fundamentos da economia podem melhorar devido a apenas 2 meses de governo provisório?”, questionou. “O próprio Ministério da Fazenda provisório reconheceu os fundamentos sólidos da economia, que foram construídos desde 2003. Todos os fundamentos da economia estão dados pelo meu governo. Ninguém recupera nada em 2 meses”, disse.



http://blogs.ne10.uol.com.br/jamildo/2016/07/27/dilma-afirma-que-deixou-pais-preparado-para-as-olimpiadas/








Temer nomeia indicados do Centrão e do PMDB para cargos no governo federal

        Publicado em 27/07/2016 às 8:01 por em Notícias

O presidente em exercício, Michel Temer. Foto: (José Cruz/Agência Brasil)

Foto: José Cruz / Agência Brasil

O presidente em exercício, Michel Temer, nomeou nessa terça-feira, 26, indicados pelo PMDB e pelo Centrão – bloco informal de 13 partidos da Câmara liderados por PP, PSD e PTB – para cargos no segundo e terceiro escalões do governo federal.
As nomeações foram liberadas para acalmar parlamentares derrotados pela antiga oposição (PSDB, DEM, PSB e PPS) na eleição para a presidência da Casa.

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Temer nomeou Joaquim Mendanha de Ataídes para o cargo de superintendente da Superintendência de Seguros Privados (Susep), cujo orçamento previsto para este ano é de R$ 165,6 milhões. Ele foi indicado pela bancada do Solidariedade, que faz parte do Centrão.
O novo dirigente era presidente do Sindicato dos Corretores de Seguros de Goiás (Sincor-GO), mesmo Estado do líder do PTB na Câmara, deputado Jovair Arantes, um das principais lideranças do Centrão.
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Temer também nomeou nesta terça dois diretores apadrinhados pela bancada do PMDB para Companhia Nacional de Abastecimento (Conab) Cleide Edvirges Santos foi indicada pelo deputado Mauro Lopes (PMDB-MG).
Ela é servidora de carreira do órgão e ligada ao vice-governador de Minas Gerais, Antônio Andrade (PMDB). Já Marcus Luis Hartmann foi nomeado por indicação do deputado Peninha Mendonça (PMDB-SC).
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A Conab é comandada por indicados de Jovair há quatro anos. A presidência da companhia só saiu da tutela do deputado em setembro do ano passado, quando o então presidente do órgão, Lineu Olímpio de Sousa, deixou o cargo, logo após o líder do PTB apresentar relatório favorável ao impeachment da presidente Dilma Rousseff.
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Nas próximas semanas, porém, a expectativa é de que um novo presidente ligado a Arantes seja nomeado. “As nomeações estavam demorando, mas agora está saindo”, disse ele à reportagem. As informações são do jornal O Estado de S. Paulo



http://blogs.ne10.uol.com.br/jamildo/2016/07/27/temer-nomeia-indicados-do-centrao-e-do-pmdb-para-cargos-no-governo-federal/









Comissão do impeachment vai conceder mais um dia de prazo para defesa de Dilma

        Publicado em 27/07/2016 às 7:35 por em Notícias
Foto: Lula Marques/Agência PT

Foto: Lula Marques/Agência PT
Estadão Conteúdo – A Comissão Especial do Impeachment vai conceder mais um dia de prazo para que a defesa da presidente afastada Dilma Rousseff entregue as alegações finais do impeachment. A prorrogação, entretanto, não deve alterar o calendário do processo, previsto para se encerrar no fim de agosto.
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“Decido acolher em parte as razões da Defesa para conceder-lhe prazo adicional de 24h, até o término do expediente da quinta-feira, 28 de julho, para apresentação de suas alegações finais, restando inalteradas as demais datas de reunião da Comissão Especial”, escreveu o presidente da Comissão, Raimundo Lira (PMDB-PB) em sua decisão.
O posicionamento veio após um pedido da defesa da presidente, protocolado na tarde desta terça-feira, 26, que alegou que teve problemas para acessar o processo no site do Senado Federal por dois dias e gostaria que o prazo fosse reposto.
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Acompanhado da assessoria técnica do Senado, Lira verificou que o sistema ficou fora do ar por aproximadamente 36 horas e optou por conceder uma prorrogação de 24 horas. As alegações finais, que deveriam ser entregues nessa quarta-feira, 27, poderão ser protocoladas pela defesa até as 18h de quinta-feira, 28.

Calendário

A solução veio de um acordo entre o presidente da comissão e o relator do processo, Antonio Anastasia (PSDB-MG), além do defensor da presidente, o ex-advogado-geral da União, José Eduardo Cardozo, que chegou a ligar para os senadores e participar diretamente do acordo. Lira estava decidido a aceitar o pedido da defesa, desde que isso não causasse alterações no calendário do processo.
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A ideia do presidente do colegiado era conceder a prorrogação para a presidente, mas descontar os dias do prazo que o relator tem para elaborar o parecer, sem causar atrasos no processo. Anastasia, entretanto, aceitou apenas que um dia fosse descontado do seu próprio prazo, o que definiu a decisão final de 24 horas.
Confira o calendário do impeachment, já com a alteração no prazo de alegações finais:
28/7 – Entrega das alegações finais da defesa
29/7 a 1/8 – Elaboração do parecer do relator
02/8 – Leitura do parecer do relator na comissão
03/8 – Discussão do parecer na comissão
04/8 – Votação do parecer na comissão
05/8 – Leitura do parecer em plenário
09/8 – Discussão e votação do parecer em plenário (pronúncia do réu)
24 a 26/8 – Caso os prazos sejam respeitados, essa é a estimativa de votação do julgamento final do impeachment de acordo com o relator*
*O julgamento é agendado pelo presidente do STF, Ricardo Lewandowski.


http://blogs.ne10.uol.com.br/jamildo/2016/07/27/comissao-do-impeachment-vai-conceder-mais-um-dia-de-prazo-para-defesa-de-dilma/










Defesa de Dilma pede para adiar entrega de alegações finais sobre impeachment

        Publicado em 26/07/2016 às 19:52 por em Notícias

Foto: Lula Marques/ Agência PT


Estadão Conteúdo –
 A defesa da presidente afastada Dilma Rousseff protocolou, na tarde dessa terça-feira (26), um pedido de prorrogação do prazo de entrega das alegações finais do processo de impeachment A defesa alega que enfrentou problemas no acesso ao processo pelo site do Senado e requer mais dois dias de prazo.

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As alegações finais da defesa deveriam ser entregues nessa quarta-feira (27) até às 18h, totalizando 15 dias de prazo. De acordo com o pedido feito pelos advogados da presidente, entretanto, o acesso ao processo no site do Senado Federal esteve indisponível por dois dias. No documento, a defesa pede a reposição dos dias perdidos e autorização para entregar as alegações finais apenas na sexta-feira (29).
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De acordo com os advogados, o pedido tem base legal na Lei de Processo Eletrônico e visa garantir o amplo direito de defesa da presidente. A decisão, entretanto, cabe ao presidente da Comissão Especial de Impeachment, senador Raimundo Lira (PMDB-PB), a quem o pedido foi dirigido.


http://blogs.ne10.uol.com.br/jamildo/2016/07/26/defesa-de-dilma-pede-para-adiar-entrega-de-alegacoes-finais-sobre-impeachment/







Mulher de Lula cobra R$ 300 mil da Bancoop e da OAS por apartamento no Guarujá

     Publicado em 26/07/2016 às 16:59 por em Notícias

Foto: Ricardo Stuckert/ Instituto Lula


Estadão Conteúdo – A ex-primeira-dama Marisa Letícia Lula da Silva ajuizou ação na 34.ª Vara Cível do Foro Central de São Paulo contra a Cooperativa Habitacional dos Bancários (Bancoop) e a empreiteira OAS cobrando R$ 300.817,37 “em parcela única e imediata”. Os valores, segundo os advogados da mulher do ex-presidente Luiz Inácio Lula da Silva (2003/2010), se referem a restituição sobre cota-parte do apartamento 141 adquirida pela ex-primeira dama no condomínio Mar Cantábrico, atual Solaris, no Guarujá, litoral paulista.
Marisa, Lula, o filho mais velho do casal Fábio Luiz Lula da Silva, o Lulinha, e mais 13 investigados são alvo de denúncia do Ministério Público de São Paulo. Lula é acusado de lavagem de dinheiro e falsidade ideológica por supostamente ocultar a propriedade do tríplex 164-A no Solaris, reformado pela OAS ao custo de R$ 777 mil.


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O tríplex 164-A é um caso emblemático na mira da Operação Lava Jato. A Polícia Federal e a força-tarefa do Ministério Público Federal atribuem ao petista a propriedade do imóvel. O caso está nas mãos do juiz federal Sérgio Moro. A defesa de Lula afirma que ele não é o dono do tríplex.
O Solaris era da Bancoop, a cooperativa fundada nos anos 1990 por um núcleo do PT. Em dificuldade financeira, a Bancoop repassou para a OAS empreendimentos inacabados, o que provocou a revolta de milhares de cooperados – eles protestam na Justiça que a empreiteira cobrou valores muito acima do previsto contratualmente.




Na ação distribuída para a 34.ª Vara Cível da Capital, Marisa afirma que, em abril de 2005, assinou Termo de Adesão e Compromisso de Participação com a Bancoop e adquiriu “uma cota-parte para a implantação do empreendimento então denominado Mar Cantábrico”. A previsão de entrega, de acordo com a defesa da ex-primeira-dama, era 2007.
Segundo o documento, subscrito pelos advogados Roberto Teixeira, Cristiano Zanin Martins, Maria de Lourdes Lopes e Rodrigo V. Domingos, a Bancoop reservou previamente uma unidade do edifício que seria construído para Marisa Letícia.




“No caso, o apartamento 141 no Edifício Navia, uma unidade padrão, com três dormitórios (um com banheiro) e área privativa de 82,5 metros quadrados”, descreveram os criminalistas.
Os advogados afirmam que Marisa Letícia pagou a entrada de R$ 20 mil, as prestações mensais e intermediárias até setembro de 2009 Segundo os criminalistas, naquele ano, a Bancoop repassou o empreendimento à OAS e deu duas opções aos cooperados: solicitar a devolução dos recursos financeiros integralizados no empreendimento ou adquirir uma unidade da OAS, por um valor pré-estabelecido, utilizando, como parte do pagamento, o valor já pago à Cooperativa.




A defesa afirma que Marisa Letícia à época não se manifestou sobre o tema, o fazendo em 2015 quando pediu a restituição dos valores colocados no empreendimento. Os advogados sustentam que, desde então, a Bancoop “não realizou a devolução do valor investido ou forneceu qualquer justificativa”.
“Diante disso, esgotados os meios amigáveis e suasórios, a presente ação de restituição de valores tornou-se necessária”, aponta a defesa.




“A autora (Marisa Letícia) chegou, posteriormente, a estudar a possibilidade de adquirir uma unidade no Edifício Solaris usando, como parte de pagamento, os valores que haviam sido pagos à Bancoop. Mas essa hipótese não se transformou em realidade, razão pela qual em 26 de novembro de 2015 a autora solicitou a restituição do valor integralizado no empreendimento ao assinar o Termo de Declaração e Requerimento de Demissão do Quadro de Sócios da Seccional Mar Cantábrico (“Termo de Demissão”).”
Para os advogados, “ao assumir o empreendimento e comercializá-lo, a OAS se tornou co-responsável pelo ressarcimento da cota-parte dos cooperados”.





PF indicia Paulo Bernardo por organização criminosa e corrupção

     Publicado em 26/07/2016 às 16:42 por em Notícias

Foto: José Cruz/Agência Brasil


Estadão Conteúdo – A Polícia Federal indiciou criminalmente o ex-ministro Paulo Bernardo (Planejamento/Governo Lula) na Operação Custo Brasil – investigação sobre suposto desvio de R$ 100 milhões de empréstimos consignados no âmbito do Planejamento, entre 2010 e 2015. A PF enquadrou Paulo Bernardo por integrar organização criminosa e corrupção passiva.
O inquérito da Custo Brasil foi relatado pela PF na sexta-feira (22) e enviado à Justiça Federal. Agora, o Ministério Público Federal vai analisar o inquérito para denunciar ou não o ex-ministro e outros envolvidos na Custo Brasil, entre eles o ex-tesoureiro do PT, Paulo Ferreira.


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Paulo Bernardo foi preso na Operação Custo Brasil no dia 23 de junho, sob suspeita de recebimento de propinas de R$ 7,1 milhões do esquema Consist, empresa de software contratada em sua gestão em 2010 para administrar contratos de consignados com entidades de bancos e previdência – Associação Brasileira de Bancos Comerciais e para o Sindicato das Entidades de Previdência Privada. A Consist teria cobrado uma taxa em valor quatro vezes superior ao de mercado.
A Custo Brasil é um desdobramento da Pixuleco II que, em agosto de 2015, descobriu o esquema dos consignados. Um dos alvos da Pixuleco II, o advogado Alexandre Romano, o Chambinho, fez delação premiada e revelou os bastidores do caso Consist. Valores obtidos ilicitamente teriam abastecido a campanha de Gleisi Hoffmann (PT/PR), mulher de Paulo Bernardo, ao Senado em 2010.




A Custo Brasil prendeu também o advogado Guilherme Gonçalves, de Curitiba, que teria realizado repasses do esquema Consist para o ex-ministro e para bancar despesas eleitorais de Gleisi. Gonçalves nega elo com o esquema.
Seis dias depois de sua prisão – decretada pelo juiz Paulo Bueno de Azevedo, da 6.ª Vara Criminal Federal em São Paulo -, o ex-ministro de Lula e também de Dilma (Comunicações) foi solto por ordem do ministro Dias Toffoli, do Supremo Tribunal Federal




Na semana passada, Paulo Bernardo foi ouvido na PF e negou ter recebido propinas do esquema dos consignados. Ele afirma que não existe contrato da Consist com o Ministério que dirigiu. “O Ministério do Planejamento nunca contratou a Consist.”


DEFESA – Em nota, a advogada Verônica Abdalla Sterman afirmou: “O ex-ministro Paulo Bernardo reitera que não participou ou teve qualquer ingerência na celebração ou manutenção do acordo de cooperação técnica celebrado autonomamente entre a Secretaria de Recursos Humanos do Ministério do Planejamento, Orçamento e Gestão e as associações de Bancos e Previdência (ABBC e SINAPP). Também reitera que não recebeu qualquer quantia da Consist, direta ou indiretamente.”






Maioria dos brasileiros quer nova eleição presidencial, mostra pesquisa Ipsos


Publicado em 26/07/2016 às 15:14 por em Notícias

Foto: Lula Marques/ Agência PT



Agência Brasil – Mais da metade da população brasileira acredita que o melhor para o país é a realização de uma nova eleição presidencial ainda este ano, com a saída de cena da presidente afastada Dilma Rousseff (PT) e do presidente interino, Michel Temer (PMDB), de acordo com pesquisa do instituto Ipsos divulgada nesta terça-feira (26).


O instituto perguntou a 1,2 mil entrevistados “O que é melhor para o Brasil?”, com quatro opções de resposta: permanência de Temer até 2018; retorno de Dilma até 2018; permanência de Temer com convocação de nova eleição este ano; e retorno de Dilma com convocação de nova eleição este ano.


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A maior parte dos entrevistados, 38%, respondeu que o melhor cenário seria que Temer permanecesse no cargo somente até a realização de uma nova eleição este ano. Outros 14% optaram pelo retorno de Dilma até o novo pleito. Somadas as duas respostas, o levantamento mostra que a maioria, 52%, é a favor da convocação de novas eleições, independentemente do desfecho do processo de impeachment.
A opção menos escolhida, com 14%, foi a permanência de Temer até 2018. Em relação a Dilma, 20% dos entrevistados responderam que o melhor para o país seria que a petista cumprisse seu mandato até o final, em 2018.


Conforme as regras determinadas pela Constituição, uma nova eleição presidencial está prevista somente para 2018. A antecipação do pleito é permitida somente no caso de renúncia simultânea de Dilma e Temer. Também há a possibilidade de que uma proposta de emenda à Constituição (PEC) seja aprovada pelo Congresso para autorizar uma nova eleição. No entanto, ambos cenários são considerados improváveis.
A pergunta sobre o cenário político foi inserida em um estudo mensal mais amplo sobre o Brasil chamado Pulso, realizado mensalmente desde 2005 pela Ipsos, instituto presente em outros 86 países.


Segundo a pesquisa, o apoio popular ao processo de impeachment caiu. Em julho, 48% dos entrevistados disse apoiar o impedimento definitivo da presidenta afastada, contra 54% em junho. Entre os que disseram não apoiar o processo de impeachment, o porcentual subiu de 28% para 34% em julho ante o mês anterior.

GOVERNO INTERINO – O levantamento também mostra aumento da avaliação negativa do governo Temer. Em julho, 48% dos entrevistados avaliaram a gestão do peemedebista como ruim ou péssima, ante 43% que deram as mesmas respostas em junho. Os que consideram o governo interino regular se mantiveram em 29%. E 7% consideram o governo Temer “ótimo ou bom”, segundo a pesquisa de julho.


Na avaliação pessoal, os porcentuais de Temer ficaram estáveis entre junho e julho, com 70% de desaprovação e 19% de desaprovação. A aprovação de Dilma, por outro lado, cresceu cinco pontos percentuais em julho ante junho, com 25%. A reprovação da petista ficou em 71% em julho.








Mais um empresário pernambucano está enrascado na Lava Jato

     Publicado em 26/07/2016 às 15:06 por em Notícias
PF Polícia Federal - Foto: Tânia Rêgo Agência Brasil

Foto: Tânia Rêgo Agência Brasil
Um relatório encaminhado pela força-tarefa da Operação Lava-Jato, nessa segunda-feira (25), ao juiz Sérgio Moro, da 13ª Vara Federal do Paraná, inclui o nome do empresário pernambucano Humberto do Amaral Carrilho.
Em um depoimento para a Polícia Federal em Curitiba, Paulo Roberto Costa, ex-diretor de Abastecimento da Petrobras confirmou ter firmado contratos falsos em 2013 para receber propina da Distribuidora Equador, que era fornecedora da Petrobras. A empresa era administrada por Humberto Carrilho, que administrava também as empresas Equador Log e Dislub Equador/Venbras Marítima.
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Segundo o MPF, Costa afirmou que recebeu propina da empresa até fevereiro de 2014, num total de R$ 1,398 milhão, por meio de sua empresa, a Costa Global. O MPF afirma que as empresas administradas por Carrilho não conseguiram comprovar serviços prestados por Costa.
Considerado fugitivo da Operação Repescagem da Lava Jato, Humberto do Amaral Carrilho chegou a ser preso em maio passado e depois de depoimento, foi liberado pelo juiz Sérgio Moro. O empresário era considerado foragido e se entregou à PF.  No dia em que a ação foi deflagrada, a defesa de Carrilho informou que ele estava na Europa e já havia providenciado retorno ao Brasil para se entregar à PF.
De acordo com publicação do Jornal O Globo, o MPF havia pedido prisão temporária de Carrilho, que foi substituída pelo juiz Sérgio Moro por medidas cautelares. A defesa de Carrilho pediu a revogação das cautelares, uma vez que o empresário ainda não foi indiciado ou denunciado na Lava Jato. Chamado a se manifestar sobre o pedido, o MPF solicitou que sejam mantidas as cautelares e informou que as investigações estão avançadas.
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O relatório faz paste da investigação que pretende descobrir se João Claudio Genu, ex-tesoureiro do PP e ex-assessor do deputado José Janene (PP-PR), falecido em 2010, enviou dinheiro de propina para contas no exterior. As informações são do O Globo.
Segundo denúncia do Ministério Público Federal (MPF), entre 2007 e 2012, Genu aceitou propina de R$ 357.945.680,52, valor que correspondia a 1% dos contratos celebrados entre a Diretoria de Abastecimento da Petrobras e as empreiteiras Engevix, Galvão Engenharia, Camargo Corrêa, UTC Engenharia, Mendes Júnior e OAS.
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Para o MPF, Genu utilizou um operador para enviar dinheiro para o exterior e há indícios de que tenha forjado um contrato falso para fazer as remessas. Ele é réu na Lava Jato e responde por corrupção passiva e lavagem de dinheiro.

DEPOIMENTO

Foto: Fabio Rodrigues Pozzebom/Agência Brasil
Foto: Fabio Rodrigues Pozzebom/Agência Brasil
Em novembro de 2014 Paulo Roberto Costa explicou como funcionava a cartelização da Petrobras e como eram pagas propinas de 3% pelas empreiteiras por contratos na estatal, para uso político. Segundo ele, 2% era para o PT e era recebido por João Vacari Neto, preso em Curitiba. Os outros 1% iam para o PP, Partido Progressista, que eram recebidos por José Janene até 2008 e que Alberto Youssef assumiu a função, quando ele adoeceu.
Paulo Roberto Costa informou que saiu da Petrobras em abril de 2012 e em agosto já havia aberto uma consultoria, de nome Costa Global, na área de Petróleo, gás natural e Biocombustível. Com a filha Arianna e mais secretaria e motorista.
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No depoimento à PF, ele relata uma série de contatos que seriam simulados, com Queiroz Galvão (R$ 800 mil), Camargo Correia (R$ 3 milhões). Com a Camago Correia, ele assinou outro contrato, em setembro de 2012, para receber R$ 6 milhões em um ano.

No depoimento, Paulo Roberto Costa é solicitado a dizer com quem tratava, nas empresas, sobre os contratos simulados e os pagamentos. Neste momento é que Paulo Roberto Costa cita Humberto do Amaral Carrilho, apresentado como dono da empresa Distribuidora Equador, bem como Equador Log, Dislub e Venbras Marítima.
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No entanto, o ex-diretor da Petrobras frisa que, no caso do empresário pernambucano, não há relação com as empreireiras nacionais. Não há participação de Alberto Youssef.
Paulo Roberto Costa revela que conheceu Humberto Carrilho em 2008 e 2009 e que ele apresentou um projeto para a construção de um terminal de derivados no Rio Amazonas, já que a estatal usava por lá um navio, tancagem flutuante.
Paulo Roberto conta que encaminhou o projeto para a área técnica da estatal e disse que não houve desvio de conduta nesta fase da análise. O empresário pernambucano construiu o terminal e acabou sendo contratado pela estatal sem licitação, sob a alegação de exclusividade.


http://blogs.ne10.uol.com.br/jamildo/2016/07/26/mais-um-empresario-pernambucano-esta-enrascado-na-lava-jato/







Dia do Motorista: a data que o Brasil ainda não compreendeu

     Publicado em 26/07/2016 às 15:06 por em Notícias
Fernando Holanda

Por Fernando Holanda, especial para o Blog de Jamildo
Há quase 50 anos, o Brasil considera oficialmente a data 25 de julho como o “Dia do Motorista”. Mas parece que o Poder Público ainda não compreendeu o que a data significa. Ou o que ela pode significar.
Instituída pelo Decreto 63.461/1968 – promulgado em plena ditadura militar – a data coincide com o calendário católico, que festeja o Dia de São Cristóvão, santo considerado o padroeiro dos motoristas profissionais no Brasil. Seu propósito é reconhecer e valorizar os motoristas que prestam serviços à sociedade atrás do volante de carros, táxis, ônibus e caminhões. Pessoas que se arriscam em infraestruturas viárias na maioria das vezes inadequadas e que carregam consigo a responsabilidade de transportar cargas e vidas diariamente.
Algo semelhante à história de Cristóvão, que teria se dedicado a transportar pessoas nas costas para atravessar um rio. E que nada tem a ver com a “comemoração” que se vê hoje nas propagandas de órgãos de trânsito, seguradoras, montadores e pré-candidatos que buscam acenar para suas bases eleitorais. Seria uma confusão leviana, típica de um País que possui mais de 500 datas comemorativas oficiais e que precisou até de uma Lei Federal (12.345/2010) para disciplinar as propostas que se multiplicam no Congresso Nacional. Mas a realidade é que, neste Dia do Motorista, o Brasil não tem nada para comemorar.
É que de acordo com Observatório Nacional da Segurança Viária, somente em 2014, 43.780 pessoas perderam a vida no trânsito. Uma verdadeira epidemia, que só se assemelha à quantidade de mortes por arma de fogo no País. Isso sem falar no caos urbano provocado pelo trânsito das grandes metrópoles, que impacta negativamente não só o meio ambiente e a economia, mas também os próprios padrões de convivência entre os cidadãos. É justamente por isso que não cabe hoje nenhum tipo de “comemoração”, mesmo que seja para ilustrar blitz educativa.
O que o Poder Público precisa fazer neste Dia do Motorista é garantir segurança e qualidade de vida dos profissionais que vivem nas vias e estradas do país. E não só deles, mas de todos que se beneficiam dos seus serviços ou que convivem com eles. O Brasil pode e deve se orientar pelos Objetivos do Desenvolvimento Sustentável (ODS) da ONU, que determinam reduzir pela metade as mortes e os ferimentos globais em vias públicas até 2020. Um esforço que demandará muita educação, fiscalização e melhoria da infraestrutura. Tanto para quem dirige quanto – e especialmente – para quem não dirige.
Com mais compromisso e menos oba-oba, o Dia do Motorista pode passar a significar uma data de reflexão e mobilização pela segurança no trânsito. Especialmente de pedestres e ciclistas, que, por sinal, não têm data no calendário oficial no Brasil.
Fernando Holanda é Coordenador do eixo Cidades Sustentáveis na Rede de Ação Política pela Sustentabilidade.

http://blogs.ne10.uol.com.br/jamildo/2016/07/26/dia-do-motorista-a-data-que-o-brasil-ainda-nao-compreendeu/




Centrais elaboram documento contra alterações nas leis trabalhistas no governo Temer

     Publicado em 26/07/2016 às 14:46 por em Notícias

Foto: Roberto Parizotti/ CUT


Estadão Conteúdo – As principais centrais sindicais se reuniram na manhã desta terça-feira (26), em São Paulo, e aprovaram um documento contrário às propostas do governo do presidente em exercício, Michel Temer, para alterar direitos trabalhistas.

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Os sindicalistas são contrários, sobretudo, ao aumento da idade mínima para aposentadoria e ao avanço da lei de terceirização. O encontro também discutiu formas para aumentar a criação de empregos e contou com a participação dos presidentes da Central Única dos Trabalhadores (CUT), Força Sindical, União Geral dos Trabalhadores (UGT), Central dos Trabalhadores e Trabalhadoras do Brasil (CTB), Nova Central Sindical de Trabalhadores (NCST) e Central dos Sindicatos Brasileiros (CSB).
“A nossa unidade surgiu pela necessidade de criação de empregos. Nós também fechamos unidade para que não se altere os direitos dos trabalhadores”, afirma o presidente da CUT, Vagner Freitas. “Podemos chegar inclusive à greve se o governo retirar direitos”, diz.
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A unidade das centrais sindicais também marca uma mudança na postura adotada pelos sindicalistas com relação ao afastamento da presidente Dilma Rousseff. Ao longo do processo, a CUT se posicionou de forma contrária ao impeachment, enquanto o deputado Paulinho da Força, parlamentar do Solidariedade e presidente da Força Sindical, foi um dos principais articuladores na Câmara dos Deputados para o afastamento de Dilma.
“Não tem decepção com esse governo (Temer). Acreditamos que ele vai recuperar a economia, mas achamos que isso está demorando”, diz Paulinho.
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“Na questão da Previdência, eu acho que é possível chegar a um acordo que resolva o problema do déficit sem alterar o direito daqueles que estão no mercado de trabalho. E na questão trabalhista não é hora do governo discutir esse assunto. Se o governo insistir nisso, ele vai ter problemas pela frente”, afirma.
Além das questão trabalhistas e previdenciárias, os sindicalistas pediram a redução da taxa de juros e da jornada de trabalho para 40 horas semanais, sem diminuição de salário.


http://blogs.ne10.uol.com.br/jamildo/2016/07/26/centrais-elaboram-documento-contra-alteracoes-nas-leis-trabalhistas-no-governo-temer/



Ministério da Cultura exonera 70 funcionários de uma vez

     Publicado em 26/07/2016 às 14:22 por em Notícias

Foto: Beto Barata/PR


Estadão Conteúdo – O Ministério da Cultura exonerou 70 pessoas de cargos de confiança, direção, coordenação e da cúpula de algumas de suas instituições. A Cinemateca Brasileira, em São Paulo, teve cinco diretores exonerados, entre eles, Olga Toshiko Futemma, coordenadora-geral, Alexandre Myaziato, Adinael Alves de Jesus, Nacy Hitomi Korim e Daniel Oliveira Albano. Da Diretoria do Livro, Leitura, Literatura e Bibliotecas foram exonerados, entre outros, o coordenador-geral, José Roberto da Silva.

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As informações foram publicadas no Diário Oficial da União desta terça-feira (26). Outros funcionários demitidos estavam em diretorias do Ministério, como a coordenadora-geral de prestação de contas da Diretoria de Incentivo à Cultura, Denise Terra Nunes Ribas, e em outras instituições, como o diretor do Museu Villa-Lobos, no Rio, Wagner Tiso Veiga. Também há mudanças em superintendências regionais do Instituto de Patrimônio Histórico e Artístico Nacional (Iphan).
A reportagem entrou em contato com a assessoria do Ministério da Cultura com questionamentos sobre as demissões. A assessoria informou que uma nota será divulgada em breve.
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O ex-secretário executivo do Plano Nacional do Livro e Leitura (PNLL), José Castilho Marques Neto, criticou o que chamou de “desmanche”. “Esses fatos são de alta gravidade e indicam um esvaziamento, com evidentes sinais de possível futura extinção, da DLLLB”, escreveu em sua página no Facebook. “A história recente provou que sem uma Diretoria do Livro, Leitura, Literatura e Bibliotecas forte e atuante o MinC não realizará nenhum programa ou ação relevante nesta área. Sobrarão discursos e faltarão ações e desdobramentos que cumpram as aspirações republicanas e de políticas de Estado do Plano Nacional do Livro e Leitura.”
Castilho menciona também a transferência da DLLLB da Secretaria Executiva do MinC para a Secretaria da Cidadania e Diversidade Cultural (SCDC), mas essa informação não consta no Diário Oficial desta terça-feira, e não foi confirmada pela assessoria do Ministério.
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http://blogs.ne10.uol.com.br/jamildo/2016/07/26/ministerio-da-cultura-exonera-70-funcionarios-de-uma-vez/





Julgamento das contas de Eduardo Campos em 2014 será nesta quarta-feira

     Publicado em 26/07/2016 às 13:30 por em Notícias

Foto: divulgação/PSB


O Tribunal de Contas do Estado de Pernambuco (TCE-PE) marcou para esta quarta-feira (26), 9h, a sessão especial que vai julgar as contas do último ano de gestão do ex-governador Eduardo Campos (PSB). Em 2014, o socialista ficou no Governo do Estado de janeiro a abril, quando renunciou para se candidatar a presidente. A relatora do processo é a conselheira Teresa Duere.
Depois que Eduardo deixou o governo, o então vice-governador, João Lyra Neto (naquele ano no PSB e agora no PSDB), assumiu o cargo até o fim de 2014.

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As contas de 2013 de Eduardo Campos foram aprovadas em março do ano passado, por três votos contra dois. O voto do conselheiro relator, Carlos Porto, agora presidente do TCE-PE, foi pela aprovação, com ressalvas, pelo fato de o Governo do Estado, através da Câmara de Programação Financeira, ter cancelado despesas empenhadas e liquidadas no valor de R$ 395.247.804,55.
Eduardo e outras seis pessoas morreram em acidente aéreo em agosto daquele ano, durante a campanha à presidência. A compra do jatinho usado por ele é alvo de investigação da Polícia Federal na Operação Turbulência.
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http://blogs.ne10.uol.com.br/jamildo/2016/07/26/julgamento-das-contas-de-eduardo-campos-de-2014-no-tce-sera-nesta-quarta-feira/









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