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sábado, 7 de maio de 2016

Temer precisa despetizar o Estado (TV Vejapontocom)


Publicado em 5 de mai de 2016
 
Marco Antonio Villa comenta a montagem do governo Michel Temer e analisa a decisão do ministro Teori Zavascki, do Supremo Tribunal Federal, em afastar Eduardo Cunha da presidência da Câmara.

Temer precisa despetizar o Estado (TV  Vejapontocom)

Fonte: Vídeo da Tv Vejapontocom no Youtube - Canal da vejapontocom


 

Brasil: Comissão especial do Senado vota no relatório sobre o impeachment (EuroNews-PT)


Publicado em 6 de mai de 2016

No Brasil, o relatório sobre a destituição de Dilma Rousseff estará a votos no Senado (câmara alta), esta sexta-feira, dia 6 de maio.

Se a votação for favorável ao “impeachment” e se pelo menos 41 dos 81 senadores o aprovarem, no dia 11 de maio, o processo é instaurado e a presidente é notificada e afastada do cargo por 180 dias.

A presidente do Brasil é acusada de alegadas práticas ilegais no pagamento de verbas adiantadas pela banca nacional para a realização de políticas públicas.
O relator da comissão especial no Senado, Antônio Anastasia, recomendou, quarta-feira, que a presidente seja levada a tribunal. “A comissão especial do ‘impeachment’ denuncia, por crime de responsabilidade, em desfavor da Presidente da República, Dilma Vana Rousseff, por suposta abertura de créditos fiscais suplementares por decretos presidenciais sem a autorização do Congresso Nacional”, afirmou.

Dilma Rousseff reagiu: “Hoje, há no Brasil um processo de ‘impeachement’ contra o qual eu luto e lutarei em todas as instâncias e com todos os instrumentos possíveis, porque tenho a tranquilidade de não ter cometido um crime de responsabilidade”.


LEIA MAIS: http://pt.euronews.com/2016/05/05/bra...

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Fonte: Vídeo da Euro News Portugal no Youtube - Canal da euronews (em português)




 

Brasil: Procurador-geral pede abertura de inquérito a Dilma e Lula (EuroNews-PT)


Publicado em 4 de mai de 2016
 
O procurador-geral da República brasileira, Rodrigo Janot, enviou um pedido de abertura de inquérito, ao Supremo Tribunal Federal, para investigar Dilma Rousseff, Lula da Silva e o advogado-geral da União, o ministro José Eduardo Cardozo, por alegada obstrução à Justiça, no quadro da Operação Lava Jato. 

A solicitação tem por base gravações de conversas telefónicas, entre a atual e o antigo presidente brasileiro, parte delas divulgadas já pelo juiz federal Sérgio Moro. Os investigadores suspeitam que Dilma Rousseff quis nomear “à pressa” Lula da Silva, para o seu núcleo duro, como forma a evitar que este fosse detido, pelo seu papel na teia criminosa que existia por detrás da Petrobras, o que é interpretado por Rodrigo Janot como crime de obstrução à Justiça. 


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Enquanto Dilma Roussef continua a braços com a possível destituição, o procurador-geral procura provar que Lula da Silva foi o cérebro que conduziu a corrupção na Petrobras, empresa cujo acionista maioritário é o Governo do Brasil.


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Fonte: Vídeo da Euro News Portugal no Youtube - Canal do euronews (em português)


 


Assista na íntegra a "Os Pingos nos Is" desta quarta-feira (04/05/2016) com Reinaldo Azevedo - Rádio Jovem Pan


Transmitido ao vivo em 4 de mai de 2016
 
Confira a edição completa do programa de quarta-feira (04/05) com Patrick Santos, Victor LaRegina e a análise do comentarista político Reinaldo Azevedo.



Fonte: Vídeo do programa Os pingos nos Is da rádio Jovem Pan - Reinaldo Azevedo no Yotuube - Canal do Os Pingos nos Is - Reinaldo Azevedo


 
 

Imprensa internacional revela que política brasileira virou briga de foice (Opinião e Notícia)

As agências de notícias e jornais internacionais nem sempre interpretam corretamente os fatos que acontecem aqui

Claudio Carneiro*  5 maio, 2016

Imprensa internacional revela que política brasileira virou briga de foice (Opinião e Notícia) 
Na internet, o britânico 'Financial Times' lembra que Cunha foi o 'arquiteto do movimento 
de impeachment contra Dilma Rousseff' (Foto: Antonio Cruz/Agência Brasil) 

 
Mesmo contando com um grande número de competentes correspondentes no Brasil, as agências de notícias e jornais internacionais nem sempre interpretam corretamente os fatos que acontecem aqui – talvez pela velocidade com que ocorram ou porque sejam intrincados demais para o entendimento por culturas mais sóbrias e organizadas.

Classificado como “histórico” pelo jornal Financial Times, o afastamento de Eduardo Cunha por Teori Zavascki foi considerado “dramático” pela emissora britânica BBC e ao mesmo tempo “tarde demais para salvar Dilma Rousseff” – o que, de fato, sequer foi considerado pelo ministro do Supremo Tribunal Federal.

O The New York Times, por sua vez, percebeu o momento histórico e publicou que o afastamento do presidente da Câmara não vai ajudar a presidente, mas reflete o potencial para mais turbulência política no País. O NYT destaca que as atenções se voltam agora para deputado Waldir Maranhão (PP-MA), que assumiu a presidência interina da Câmara no lugar de Cunha. O deputado maranhense também é investigado pela Operação Lava Jato.

Na internet, o britânico Financial Times lembra que Cunha foi o “arquiteto do movimento de impeachment contra Dilma Rousseff”. O FT destaca ainda que “analistas consideram a decisão importante para o Brasil representando uma intervenção de um Poder, o Judiciário, em outro, o Legislativo”.

Com uma editoria inteira dedicada ao continente americano, o jornal espanhol El País dá destaque à decisão contra Cunha e ao fato de que o político fluminense é “sempre polêmico e extremamente poderoso”. A publicação lembra que o presidente afastado da Câmara é acusado de participar do esquema de corrupção da Petrobras e ter recebido milhões de dólares em contas bancárias no exterior, inclusive na Suíça. O processo de investigação sobre isso, porém, está praticamente parado, bem lembra o El País.

Denotando o esforço de entender o tabuleiro de xadrez da política brasileira, o correspondente da BBC no Brasil, Wyre Davies, destaca “o talento e as articulações políticas de Cunha” mas lembra que “ele se tornou mais impopular que a presidente após a divulgação de detalhes das contas bancárias do político na Suíça”.

O afastamento de Cunha também repercute na imprensa dos Estados Unidos, incluindo nas redes de televisão ABC e Fox News e nos dois principais jornais do país, o The Wall Street Journal e o The New York Times. A reportagem do WSJ destaca que o afastamento de Cunha ajuda a aumentar a incerteza no já tumultuado cenário político brasileiro.

O NYT revela que a saída do deputado somente veio depois de causar grande estrago à biografia de Dilma Rousseff. O jornal ressalta que o embate político no país se transformou numa espécie de “briga de foice no escuro”, expressão que eles efetivamente desconhecem mas foi usada aqui como licença poética de uma tradução livre.


*Claudio Carneiro é jornalista e parceiro do Opinião e Notícia



Thiago Norões é vaiado em evento com Dilma no Sertão

Thiago Norões é vaiado em evento com Dilma no Sertão

Publicado em 06/05/2016 às 20:29 por em Notícias
 
Foto: Arquivo JC Imagem
O secretário de Desenvolvimento Econômico de Pernambuco, Thiago Norões, teve que passar pelo constrangimento que poderia ser do chefe nesta sexta-feira (6). No lugar do governador Paulo Câmara (PSB) na visita da presidente Dilma Rousseff (PT) ao Sertão do Estado, Norões foi vaiado na cerimônia.
Aliado de Câmara, que se opõe à manutenção do mandato de Dilma, Norões chegou acompanhado do secretário de Recursos Hídricos, Almir Cirilo. Os dois estavam sentados na fileira de cadeiras atrás da presidente. Quando o nome dele foi chamado, depois de outras autoridades, foi vaiado pela plateia, formada pela militância petista e por integrantes de movimentos sociais.

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Essa reação foi contrária à que eles tiveram quando foram chamados os governadores da Paraíba, Ricardo Coutinho (PSB) e Camilo Santana (PT). Ambos fizeram discursos apoiando a presidente e contra o impeachment.
A petista veio a Terra Nova, município vizinho a Cabrobó, para vistoriar a segunda estação de bombeamento do eixo norte da Transposição do Rio São Francisco, mas o evento ganhou tom claramente político a favor de Dilma, que pode ser afastada na próxima semana. O processo de impeachment da presidente avançou e vai a votação no plenário do Senado na quarta-feira (11).



Resenha Política debate situação de Dilma e afastamento de Eduardo Cunha


Publicado em 06/05/2016 às 20:21 por em Notícias
 
Resenha

O debate com Inês Calado, editora do NE10, Jamildo Melo, editor deste Blog e Giovanni Sandes, da Coluna Pinga-Fogo, aborda o afastamento do presidente da Câmara dos Deputados, Eduardo Cunha (PMDB-RJ) e o andamento do processo de impeachment contra a presidente Dilma Rousseff, no Senado.

>> Resenha política analisa greve da PM e comissão do impeachment no Senado
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Manutenção de prerrogativas de Eduardo Cunha será decidida na próxima semana

Manutenção de prerrogativas de Eduardo Cunha será decidida na próxima semana

Publicado em 06/05/2016 às 20:09 por em Notícias
 
Pesquisa Datafolha aponta aumento de 65% para 76% nos últimos dois meses o percentual de brasileiros que defendem a renúncia do presidente da Câmara dos Deputados, Eduardo Cunha (PMDB-RJ). Foto: Lula Marques/Agência PT
Do Estadão Conteúdo

Ficou para a próxima semana uma definição sobre a manutenção das prerrogativas presidenciais de Eduardo Cunha (PMDB-RJ), afastado do mandato de deputado e da presidência da Câmara. Segundo fontes, aliados do peemedebista fizeram pressão para que todas as regalias de Cunha sejam mantidas.

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Técnicos da Mesa Diretora se reuniram mais cedo para rediscutir quais regalias Cunha poderia continuar utilizando na condição de parlamentar suspenso pelo Supremo Tribunal Federal. Como se trata de uma situação inédita, não há consenso, por exemplo, se Cunha poderá continuar recebendo salário integral, ter direito a assessores pessoais e por quanto tempo poderá ficar na residência oficial.
De manhã, foi proposto que Cunha teria os mesmos direitos da presidente Dilma Rousseff, caso o plenário do Senado confirme seu afastamento. Modelos de ato da presidência da Câmara foram formulados, mas não houve acordo. “Estou procurando o regramento dentro da legislação. Vou fazer o que é correto”, explicou o primeiro secretário da Mesa, Beto Mansur (PRB-SP).




Dilma recebe apoio de militância em visita à Transposição do São Francisco

Dilma recebe apoio de militância em visita à Transposição do São Francisco

Publicado em 06/05/2016 às 19:59 por em Notícias
Foto: Marcela Balbino/JC
Por Marcela Balbino, do Jornal do Commercio
A vistoria de Dilma à estação de bombeamento 2 (EBI-2) da transposição do Rio São Francisco, nesta sexta-feira (6), arregimentou apoiadores de várias regiões do sertão nordestino, principalmente das áreas próximas ao empreendimento.
Movimentos sociais fretaram ônibus para trazer os grupos. Bandeiras da Central Única dos Trabalhadores (CUT), da Fetape e camisas vermelhas se destacavam na plateia, que veio incentivar a mandatária. Trabalhadores da empreiteira Mendes Júnior, responsável pela obra, também engrossaram o coro pró-Dilma. Mais do que a vistoria, a intenção do ato era capitalizar a força que Dilma e o PT ainda tem na região, além de reforçar as impressões digitais dos governos petistas na obra hídrica.
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Da plateia, uma claque gritava “Dilma, Dilma”. O apresentador do evento também puxava coros de “Dilma, eu te amo” e o público repetia. Na tenda armada para receber as pessoas tinham manifestantes de várias regiões do Nordeste, como Lindomar de Souza, 42 anos. Ela saiu de Pena Forte, no Ceará, para ver a petista. A agricultora chegou de ônibus acompanhada do marido e disse que sempre segue Dilma e Lula nas agendas pelo interior do Nordeste. Ela disse que não poderia ficar de fora do ato em Cabrobó e foi ao local dizer que está ao lado da presidente.
Foto: Marcela Balbino/JC
Foto: Marcela Balbino/JC

Com camiseta vermelha, escrito “Viva Arraes”, o aposentado Antônio Nelson Gonçalves, 71, veio de moto de Salgueiro para ver Dilma. Ele se autointitulou “dilmista e lulista” e estava exasperado com o resultado do impeachment no Senado. Ele classificou o processo como “golpe” e disse que veio para dar apoio a Dilma.
“Desde a luta de Lula no ABC Paulista eu sou Lula. Onde tiver agendas deles no Nordeste eu vou dar apoio”, afirmou. Sobre o momento político, ele disparou: “Isso é golpe”.

RETORNO – Apesar do clima tenso e da iminência de deixar o cargo, a presidente ficou à vontade no discurso e retribuiu o público, quebrando o estilo protocolar. Ela voltou a defender que impeachment era golpe e mandou recado aos congressistas ao dizer que o impeadimento era uma tentativa de eleição indireta.
“Fui eleita com 54 milhões de votos e não votaram em mim pelos meus belos olhos, apesar deles serem belos, votaram em mim porque tenho compromisso”, ironizou a petista. “Tenho muito orgulho das escolhas que fiz e tenho clareza que esse golpe tem motivo e o motivo é porque o Brasil nesses 13 anos mudou”, acrescentou.


Humberto Costa rebate Jucá e defende reajuste do Bolsa Família

Humberto Costa rebate Jucá e defende reajuste do Bolsa Família

Publicado em 06/05/2016 às 19:56 por em Notícias
 
Humberto Costa

Estadão Conteúdo – O líder do governo no Senado, Humberto Costa (PT-PE), rebateu nesta sexta-feira, 6, o presidente do PMDB, senador Romero Jucá (PMDB-RR), que havia afirmado em entrevista exclusiva ao Broadcast, serviço em tempo real da Agência Estado, que a presidente Dilma Rousseff “pedalou” na concessão do reajuste do Bolsa Família publicado hoje em decreto no Diário Oficial da União.
Segundo o petista, o Executivo estudou antes de tomar essa decisão, que estava prevista para ocorrer desde o ano passado. Ele lembrou que o ex-ministro da Fazenda Joaquim Levy era contra qualquer tipo de ampliação de despesas – e o PT vinha se colocando favorável à mudança.
“Se o eventual futuro governo quiser tirar (o aumento), é questão deles”, disse Humberto Costa. “Enquanto nós formos governo, e se continuarmos a ser, vamos garantir que os recursos sejam aplicados nesta proposta”, afirmou.



Armando Monteiro assumirá vaga de senador na segunda-feira, para votar contra impeachment

Armando Monteiro assumirá vaga de senador na segunda-feira, para votar contra impeachment

Publicado em 06/05/2016 às 19:49 por em Notícias
 
Foto: Diego Nigro / JC Imagem
Foto: Diego Nigro / JC Imagem

Estadão Conteúdo – O ministro do Desenvolvimento, Indústria e Comércio Exterior, Armando Monteiro, assume na segunda-feira, 9, sua vaga de senador para votar contra o impeachment da presidente Dilma Rousseff, cuja votação está prevista para quarta-feira no plenário da Casa.

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Monteiro é senador pelo PTB de Pernambuco e estava licenciado do cargo. O ministro já havia manifestado o seu desejo de estar presente no plenário para prestar solidariedade à presidente.


Paulo Câmara quer acelerar concessão das BRs 232 e 101

Paulo Câmara quer acelerar concessão das BRs 232 e 101

Publicado em 06/05/2016 às 18:49 por em Notícias
 
Foto: Divulgação

O governador Paulo Câmara (PSB) faltou a visita da presidente Dilma Rousseff (PT) a Pernambuco, nesta sexta-feira (6), e foi a Brasília, onde encontrou o diretor da Agência Nacional de Transportes Terrestres (ANTT), Marcelo Bruto, seu ex-secretário executivo de Mobilidade. Os dois falaram sobre a concessão das BRs 232 e 101.

As duas estradas foram incluídas no Programa de Investimentos em Logística (PIL), um pacote de concessões do governo federal. “São as duas rodovias mais importantes do Estado, fundamentais para o nosso crescimento econômico e social; e também para a interiorização do desenvolvimento que já começamos a fazer”, disse Paulo Câmara.

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O governador não deixou de criticar a condução da economia pela União. O PSB, partido do qual Paulo Câmara é vice-presidente nacional, é de oposição ao petista e a favor do impeachment de Dilma. “Apesar do cenário atual, precisamos dar agilidade a esse processo de concessão. Um passo importante para que os investidores retomem a confiança no Brasil”, disse.

Uma das promessas de campanha de Paulo Câmara em 2014 era de que não haveria cobrança de pedágio na BR-232. Tanto essa rodovia quanto a BR-101 precisam de recuperação e são alvo de críticas dos motoristas. Para o trecho urbano da 101 entre Abreu e Lima e Jaboatão dos Guararapes, sob administração do governo estadual, foi anunciado – após vários atrasos – que uma obra para a troca das placas de concreto será iniciada no segundo semestre.

Jaques Wagner diz que Dilma está disposta a percorrer o País em defesa de seu mandato

Jaques Wagner diz que Dilma está disposta a percorrer o País em defesa de seu mandato

Publicado em 06/05/2016 às 18:46 por em Notícias
 
Foto: Valter Campanato/Agência Brasil
Foto: Valter Campanato/Agência Brasil

Estadão Conteúdo – Após a aprovação do relatório pela admissibilidade do impeachment da presidente Dilma Rousseff pela comissão especial do Senado, o ministro do gabinete pessoal da Presidência da República, Jaques Wagner, afirmou nesta sexta-feira, 6, que o governo não vai desistir de defender o mandato de Dilma e que ela está disposta a percorrer o País em defesa de seu mandato.

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“Vamos continuar trabalhando para provar a inocência da presidente Dilma. Temos certeza de que com mais tempo para a defesa no Senado a inocência ficará evidente”, disse o ministro.
Wagner afirmou que o processo conduzido pelo agora presidente afastado da Câmara Eduardo Cunha (PMDB-RJ) foi “manipulado” e continha “vícios”. “Vamos mostrar a manipulação que houve em todo processo na Câmara”, afirmou. “Vamos também agir junto ao Supremo mostrando que o processo chegou viciado ao Senado.”

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O ministro disse ainda que Dilma não vai ficar “confinada no Alvorada” durante o período de até 180 dias que ela poderá ser afastada caso o impeachment seja aprovado pelo plenário do Senado. “Ela vai defender o seu mandato junto à sociedade.”

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A Comissão Especial do Impeachment no Senado aprovou hoje o parecer do senador Antonio Anastasia (PSDB-MG) pela admissibilidade do processo de impeachment da presidente Dilma Rousseff. A aprovação aconteceu pelo placar já esperado de 15 votos a favor e cinco contrários, além da abstenção do presidente da comissão, Raimundo Lira (PMDB-PB), que só votaria em caso de empate.

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Agenda
A disposição da presidente em “aparecer mais” nos últimos dias ficou bastante evidente com uma série de agendas no Planalto e em viagens. Agora à tarde, após evento em Brasília, Dilma cumpre agenda em Cabrobó (PE) e amanhã tem evento em Palmas (TO). Na segunda, Dilma irá a Goiânia para participar da inauguração das obras de expansão do aeroporto. E na terça, às vésperas da votação do Senado, já estão sendo programadas outras agendas.


Lava Jato denuncia Gim, Odebrecht, Marcos Valério, Delúbio, Ronan e mais 15

Lava Jato denuncia Gim, Odebrecht, Marcos Valério, Delúbio, Ronan e mais 15

Publicado em 06/05/2016 às 18:13 por em Notícias
 
Gim
Estadão Conteúdo – Em duas denúncias criminais divulgadas nesta sexta-feira, 6, o Ministério Público Federal acusa 20 investigados de duas fases da Operação Lava Jato.

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Em uma das denúncias, entre os novos acusados por corrupção, lavagem de dinheiro, organização criminosa e obstrução à investigação, estão o ex-senador Gim Argello (PTB-DF), os empreiteiros Marcelo Odebrecht, Ricardo Pessoa e Léo Pinheiro e outros seis investigados.
Segundo a Procuradoria da República, o ex-senador “solicitou e recebeu pagamentos indevidos para interferir nos trabalhos de CPIs no ano de 2014”.
Na outra denúncia, são acusados de lavagem de dinheiro o empresário Ronan Maria Pinto, de Santo André, e mais 8 investigados, entre eles o publicitário Marcos Valério – operador do mensalão, além do ex-tesoureiro do PT Delúbio Soares


Jucá diz que Dilma ‘pedalou’ para conceder reajuste do Bolsa Família

Jucá diz que Dilma ‘pedalou’ para conceder reajuste do Bolsa Família

Publicado em 06/05/2016 às 18:00 por em Notícias
 
Foto: Edilson Rodrigues/ Agência Senado
Foto: Edilson Rodrigues/ Agência Senado

Estadão Conteúdo – O presidente em exercício do PMDB, senador Romero Jucá (RR), acusou nesta sexta-feira, 6, em entrevista exclusiva ao Broadcast, serviço de notícias em tempo real da Agência Estado, a presidente Dilma Rousseff de “pedalar” para conceder o reajuste do Bolsa Família às vésperas de um provável afastamento dela por decisão do Senado no pedido de impeachment.
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Para Jucá, a presidente “inventou” uma receita para justificar o aumento do programa, anunciado por Dilma no Dia do Trabalho, 1º de maio e publicado hoje em decreto no Diário Oficial da União.
“É uma bondade para fazer uma onda, mas é uma maldade com as contas públicas. Agrava o déficit. Ela continua pedalando”, criticou Jucá, cotado para assumir o Ministério do Planejamento no eventual governo Michel Temer.
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De acordo com o decreto, o repasse do valor básico mensal para famílias em situação de extrema pobreza sobe de R$ 77 para R$ 82 Os outros benefícios passam de R$ 35 para R$ 38 e de R$ 42 para R$ 45. O documento não cita a data de vigência dos novos valores, o que deverá ser definido em ato posterior dos três ministérios. Mas a previsão é que o aumento comece a valer em junho, conforme Dilma anunciou. Segundo o governo, o custo desse aumento já estava previsto no Orçamento deste ano.
O senador do PMDB afirmou que o governo pretende se valer de uma receita de arrecadação incerta com a elevação do Imposto sobre Operação Financeiras (IOF). Um dia após o anúncio de Dilma, o governo baixou um decreto com a elevação do IOF para compra de moeda estrangeira à vista, com impacto estimado em R$ 1,4 bilhão este ano – o aumento do Bolsa seria de R$ 1 bilhão em 2016.
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Jucá, que é economista, disse que o efeito poderá ser o inverso do previsto, ou seja, queda de receita. “O aumento de IOF não é elástico, você não aumenta o IOF e vai dizer que vai arrecadar aquilo”, disse. “Então quem ia tirar o empréstimo com o IOF menor, ao ter um IOF maior, além de não tirar o empréstimo e não pagar a diferença, não vai pagar o que era antes. Você pode ter até queda de receita, o resultado pode ser o inverso do que o governo propôs”, completou.
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Questionado se o eventual governo Temer vai revisar o aumento do Bolsa Família, Jucá disse que não vai se antecipar. “Ela inventou essa receita para dizer que era uma operação neutra. Não é uma operação neutra porque não é um aumento sustentável”, criticou.



PGR denuncia governador Fernando Pimentel, do PT, por corrupção e lavagem de dinheiro

PGR denuncia governador Fernando Pimentel, do PT, por corrupção e lavagem de dinheiro: Blog de Jamildo | O mundo da Política de Pernambuco, Brasil e do mundo.

Publicado em 06/05/2016 às 17:29 por em Notícias
 
dilma-pimentel

Estadão Conteúdo – A Procuradoria-Geral da República (PGR) denunciou à Justiça nesta sexta-feira, 6, o governador de Minas Gerais, Fernando Pimentel (PT), por corrupção passiva e lavagem de dinheiro. Ele é acusado de receber propina para favorecer a montadora CAOA no Ministério do Desenvolvimento, Indústria e Comércio Exterior (MDIC), pasta que ele comandou de 2011 a 2014.

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O caso foi investigado na Operação Acrônimo. Conforme o inquérito, entre 2013 e 2014, a CAOA pagou R$ 2,1 milhões a duas empresas de Benedito Oliveira Neto, o Bené, considerado operador de Pimentel. Conforme as investigações, os valores foram “vantagens indevidas” para que o empresário conseguisse, junto a Pimentel e Mauro Borges, sucessor do petista no ministério, a edição de portarias do Programa Inovar Auto, que concederam incentivos fiscais à montadora.
Pimentel, Borges e a CAOA negam envolvimento em irregularidades.
A PF sustenta que as empresas de Bené, supostamente de fachada, não prestaram efetivamente serviços à CAOA, mas apenas foram usadas para emitir notas fiscais frias à montadora, o que é considerado lavagem de dinheiro, e ofertar propina aos envolvidos no esquema. Pimentel e sua mulher, Carolina Oliveira, teriam recebido “vantagens indevidas” de Bené, incluindo hospedagem num resort de luxo na Bahia, viagens de jatinho e aluguéis de carros.


Em tom de despedida, Dilma diz em Pernambuco que ficará triste se não vir fim da Transposição

Em tom de despedida, Dilma diz em Pernambuco que ficará triste se não vir fim da Transposição: Blog de Jamildo | O mundo da Política de Pernambuco, Brasil e do mundo.

Publicado em 06/05/2016 às 17:10 por em Notícias
 
Foto: Roberto Stuckert Filho/PR Em Pernambuco, Dilma Rousseff (PT) assumiu um tom de despedida com a possibilidade de ser afastada na próxima semana, após votação no Senado. “Trazer água para o Nordeste era uma das exigências para que aqui a gente pudesse ter condições dignas para a população, era fundamental. Se tiver uma coisa que vou ficar muito triste na minha vida é não ver o dia que Dona Maria e Seu João abrirem a torneira e eu não estar aqui para comemorar com vocês”, disse em discurso. A presidente chegou a Terra Nova, vizinha de Cabrobó, no Sertão pernambucano, às 16h desta sexta-feira (6) para visitar a segunda estação de bombeamento da Transposição do Rio São Francisco.

Antes de desembarcar no Estado, Dilma sofreu uma derrota no Senado. Por 15 votos a favor e cinco contra, o relatório que orienta pela admissibilidade do afastamento da presidente foi aprovado em comissão especial. O processo de impeachment foi muito criticado ao longo de uma hora e 15 minutos de cerimônia para moradores do Sertão, principalmente agricultores e representantes de movimentos sociais que apoiam a presidente. “Eles (a oposição) sempre quiseram que eu renunciasse. Sabe o por quê? Por uma coisa: sabe o tapete? você levanta o tapete e esconde as coisas embaixo. Se eu renunciar, vou para debaixo do tapete. Eu não vou para debaixo do tapete, eu vou ficar aqui brigando”, disse a petista. “Eu sou a prova da injustiça”, acrescentou.
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Dilma ainda afirmou, usando o discurso que tem sido adotado pelos aliados, que um eventual governo do seu vice e agora rival, Michel Temer (PMDB), pode diminuir o Bolsa Família, o principal projeto usado na propaganda petista. “O impeachment é uma forma disfarçada de eleição indireta. Se forem para a eleição direta, o povo não vota neles. Quem vai votar em quem quer diminuir programas sociais?”, questionou. “Agora eles resolvem que essa crise tem que ser enfrentada reduzindo os programas sociais. Às vezes eles mudam a palavra para rever, as vezes revisitar”, falou.
Dilma aproveitou a presença de aliados para criticar, sem citar nomes, o ex-presidente da Câmara, Eduardo Cunha (PMDB-RJ). “Eu não tenho conta no exterior, eu não sou conhecida por receber dinheiro de corrupção. não recebo propina”, alfinetou. Cunha foi afastado do mandato de deputado pelo Supremo Tribunal Federal (STF) nessa quinta-feira (5).
Dilma foi aplaudida e iniciou um discurso com um “eu te amo” para uma das pessoas que foram a Terra Nova para vê-la. A presidente cumprimentou os deputados federais que votaram contra o impeachment na Câmara, no dia 17, e também o representante da Mendes Júnior, empresa à frente da obra. Em Pernambuco, a empreiteira, que entrou em recuperação judicial e é alvo da Operação Lava Jato, deixou obras paradas. A construção do canal da Transposição começou há quase 10 anos, com previsão inicial de acabar em 2010. Seis anos depois, o eixo norte, visitado pela presidente, está com 87,7% das obras concluídas. Dilma vistoriou, em Terra Nova, dois conjuntos de bombas, ainda em testes, com capacidade de elevar 14 metros cúbicos de água por segundo.
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Mesmo com os atrasos e os problemas da obra, que é uma das principais propagandas das gestões petistas de Dilma e do ex-presidente Lula, o fato de ela estar sendo executada foi exaltado nos discursos desta sexta-feira. “Essa é uma obra que há muito tempo é proposta para o Brasil, desde a época de Dom Pedro Segundo. A pergunta é: por que essa obra só agora, com o governo de Lula e no meu governo, se decidiu fazer?”, argumentou Dilma, já acrescentando em seguida: “Por um motivo simples: porque um governo é feito de escolhas. Lula saiu aqui do Nordeste, em um caminhão, como retirante, sabe bem o que é isso. Não ter água é não ter vida.”
O mesmo tom foi adotado pelo governador da Paraíba, Ricardo Coutinho (PSB, partido que não está entre os aliados da presidente). “Nós precisamos da água e não podemos correr o risco de as grandes obras ficarem paradas”, disse, fatalista. “Quando o governo era desses homens elitistas, restava ao trabalhador do Semiárido quebrar pedra com uma marreta para ganhar R$ 30”, falou ainda. Contrário à posição do próprio partido, Coutinho ainda criticou o processo de impeachment. Também socialista, porém da ala que defende o afastamento da presidente, o governador de Pernambuco, Paulo Câmara, não foi a Terra Nova e enviou como representante o secretário de Desenvolvimento Econômico, Thiago Norões. Paulo Câmara está em Brasília.

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Humberto Costa tenta constranger Fernando Bezerra Coelho, que não cede e vota pelo impeachment

Humberto Costa tenta constranger Fernando Bezerra Coelho, que não cede e vota pelo impeachment: Blog de Jamildo | O mundo da Política de Pernambuco, Brasil e do mundo

Publicado em 06/05/2016 às 16:11 por em Notícias
 
 



O líder do Governo no Senado, Humberto Costa (PT-PE), fez discurso na comissão especial do impeachment da Casa contra o relatório que pede o afastamento da presidenta Dilma Rousseff.
De forma teatral, o parlamentar fez questão de soletrar a palavra ‘golpe’ ao encaminhar voto contrário ao parecer do tucano Antonio Anastasia (MG) e constrangeu o ex-aliado Fernando Bezerra Coelho (PSB-PE), ex-ministro do Governo Dilma.
Após reiterar que impeachment sem crime de responsabilidade é uma afronta à Constituição, o senador afirmou que a aprovação do parecer banaliza o instrumento de impedimento de um chefe de Estado que não tenha cometido crime de responsabilidade.
Ele declarou que a aprovação do relatório premia um processo absolutamente manchado “com as impressões digitais do ex-presidente da Câmara, Eduardo Cunha (PMDB-RJ)”, o que caracteriza, segundo ele, “claro desvio de poder”.


Votação do processo de impeachment no plenário do Senado pode durar dois dias

Votação do processo de impeachment no plenário do Senado pode durar dois dias: Blog de Jamildo | O mundo da Política de Pernambuco, Brasil e do mundo

Publicado em 06/05/2016 às 16:08 por em Notícias
 
A Comissão Especial do Impeachment no Senado aprovou o parecer favorável à admissibilidade do processo de afastamento da presidenta DilmaAntonio Cruz/Agência Brasil
A Comissão Especial do Impeachment no Senado aprovou o parecer favorável à admissibilidade do processo de afastamento da presidente Dilma. Foto: Antonio Cruz/Agência Brasil

Da ABr – Ao final da reunião de hoje (6), o presidente da comissão especial que aprovou a admissibilidade do impeachment da presidente Dilma Rousseff, Raimundo Lira (PMDB-PB), disse que o próximo passo do processo – votação do relatório de Antonio Anastasia (PSDB-MG) em plenário – pode levar dois dias.

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Com isso, a expectativa é que a conclusão dessa etapa só ocorra na quinta-feira (12). A demora deve-se ao fato de que, na próxima votação, cada um dos 81 senadores terá 15 minutos para se manifestar, o que pode resultar em pelo menos 20 horas de debates.
O presidente do Senado, Renan Calheiros (PMDB-AL), que vai presidir a sessão no plenário, ainda não decidiu se a defesa de Dilma terá mais uma oportunidade de se manifestar antes da votação que pode afastar a presidente do cargo por 180 dias.

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Resultado
O relatório de Anastasia foi aprovado por 15 votos favoráveis e cinco contrários. O placar na comissão especial já era esperado por governistas e oposicionistas. O líder do governo na Casa, Humberto Costa (PT-PE), reafirmou que a base aliada agora vai se dedicar a estratégia de ampliar o apoio no plenário. Costa, por mais de uma vez, criticou a composição do colegiado e disse que os nomes foram escolhidos a dedo.

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“Acredito que vamos conseguir um bom resultado na votação do plenário”, afirmou. Fátima Bezerra (PT-RN) reforçou as críticas. “O processo está contaminado. É um dia de luto”, avaliou.
Do outro lado, a oposição comemorou o placar, e senadores do DEM e PSDB, entre eles, Ronaldo Caiado (DEM-GO), voltaram a tecer críticas ao que chamaram de “maquiagem de contas” e “contabilidade criativa” por parte do governo e declararam estar ainda mais otimistas com o resultado no plenário da Casa.

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Em defesa do processo, Antonio Anastasia afirmou que esperava um debate acalorado. O relator disse que os impasses são naturais, mas avaliou que a base aliada extrapolou. O mineiro classificou como “mau caratismo” os ataques que sofreu de governistas nos últimos dias de reuniões da comissão, que concluiu o processo em duas semanas de trabalho.


Anastasia diz que Dilma terá direito a ampla defesa na próxima fase do processo no Senado

Anastasia diz que Dilma terá direito a ampla defesa na próxima fase do processo no Senado: Blog de Jamildo | O mundo da Política de Pernambuco, Brasil e do mundo

Publicado em 06/05/2016 às 15:50 por em Notícias
 
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Antes da votação da Comissão Especial do Impeachment, nesta sexta-feira (6), o relator Antonio Anastasia (PSDB-MG) lembrou que estava em pauta tão-somente a admissibilidade do processo contra a presidente Dilma Rousseff, em que se avalia se estão ou não presentes indícios para sua instauração.
Com o processo aberto, caso o Plenário do Senado confirme a decisão da comissão, a presidente terá direito a ampla defesa, explicou o relator.
É o que Anastasia chama de “fase probatória”.
Segundo o relator, a partir daí, os senadores avaliarão se os dois fatos apontados na denúncia – pedaladas no Plano Safra e edição de seis decretos de créditos suplementares – terão enquadramento como crimes de responsabilidade.
Ao rebater críticas de senadores da base governista quanto aos efeitos da admissibilidade, Anastasia observou que a decisão pelo afastamento de presidente submetido a processo semelhante foi inserida na Constituição federal pelos constituintes de 1988.
Com agência Senado


Vice-líder do governo, Silvio Costa diz que Maranhão dará sequência a impeachment de Temer

Vice-líder do governo, Silvio Costa diz que Maranhão dará sequência a impeachment de Temer: Blog de Jamildo | O mundo da Política de Pernambuco, Brasil e do mundo

Publicado em 06/05/2016 às 15:37 por em Notícias
 
Foto: Antonio Cruz/Agência Brasil
Foto: Antonio Cruz/Agência Brasil

Vice-líder do governo na Câmara dos Deputados, o pernambucano Silvio Costa (PTdoB-PE) disse nesta sexta-feira (6) que o presidente interino da Casa, Waldir Maranhão (PP-MA), dará sequência ao processo de impeachment do vice-presidente Michel Temer (PMDB-SP). O deputado afirmou que tem mantido contatos diretos com  Maranhão que, nas conversas, “jurou de pé juntos que, diferente de Cunha, vai respeitar regimento e Constituição”. 
“O atual presidente Waldir Maranhão se comprometeu comigo, e eu disse a ele que ia comunicar isso ao Brasil, que na segunda-feira ia mandar requerimento a todos os líderes partidários, pedindo que indicassem os membros da comissão (do impeachment de Temer”, afirmou o deputado destacando que Maranhão tem se mostrado aberto a avançar questões que eram do interesse do governo, “mas que vinham sendo engavetadas por Eduardo Cunha”.em entrevista coletiva.
Costa afirmou ainda que o deputado do PP também se comprometeu em analisar recurso da Advocacia-Geral da União (AGU) que pede a anulação da sessão da Câmara que aprovou a admissibilidade do processo de impeachment da presidente Dilma Rousseff, no último dia 17 de abril.
“Tenho em mãos um pedido da AGU que Cunha estava engavetando. Esse pedido tem substância jurídica e regimental para anular a sessão do impeachment. Waldir Maranhão disse claramente que analisará esse pedido. Ao analisar, se ele realmente seguir a Constituição e o regimento da Casa, não terá outro caminho a não ser anular aquela sessão, porque todos os motivos regimentais e constitucionais estão contidos aqui”, ressaltou Silvio Costa.
Silvio Costa disse ainda  que o governo federal vai participar da base de sustentação de Waldir Maranhão na presidência da Câmara dos Deputados. Segundo o vice-líder, ao defender a realização de eleições para decidir quem ocupará o posto a oposição está novamente desrespeitando a Constituição e o Regimento Interno da Câmara e, portanto, tentando “aplicar mais um golpe” no País.
“Quero, mais uma vez, lamentar essa porção irresponsável da oposição brasileira. Ontem (5), vi um documento assinado por líderes deles pedindo eleição para a presidência da Câmara. Não pode ter eleição, a menos que Eduardo Cunha (PMDB-RJ) renuncie ou que o conselho o casse, ou seja, em caso de vacância. Enquanto não decidir essa questão, o presidente de fato e de direito da Câmara é Waldir Maranhão, e nós vamos dar sustentação a ele”, afirmou hoje (6) o vice-líder do governo.


15×5: Veja como votaram os senadores na comissão do impeachment

15×5: Veja como votaram os senadores na comissão do impeachment: Blog de Jamildo | O mundo da Política de Pernambuco, Brasil e do mundo

Publicado em 06/05/2016 às 15:36 por em Notícias
 
Foto: Marcos Oliveira/Agência Senado

Por 15 votos a favor e cinco contra, a Comissão Especial do Impeachment aprovou, nesta sexta-feira (6), o parecer do relatório de Antônio Anastasia (PSDB-MG) pela admissibilidade do processo de impeachment da presidente Dilma Rousseff (PT). Veja como votou cada um dos integrantes da comissão:

Aloysio Nunes Ferreira (PSDB-SP) – Sim
Ana Amélia (PP-RS) – Sim
Antônio Anastasia (PSDB-MG) – Sim
Cássio Cunha Lima (PSDB-PB) – Sim
Dário Berger (PMDB-SC)- Sim
Fernando Bezerra Coelho (PSB-PE) – Sim
Gladson Cameli (PP-AC) – Sim
Gleisi Hoffmann (PT-PR) – Não
Hélio José (PMDB-DF) – Sim
José Medeiros (PSD-MT) – Sim
José Pimentel (PT-CE) – Não
Lindbergh Farias (PT-RJ) – Não
Raimundo Lira (PMDB-PB) – é o presidente da Comissão Especial do Impeachment e não votou
Romário (PSB-RJ) – Sim
Ronaldo Caiado (DEM-GO) – Sim
Simone Tebet (PMDB-MS) – Sim
Telmário Mota (PDT-RR) – Não
Vanessa Grazziotin (PCdoB-AM) – Não
Waldemir Moka (PMDB-MS) – Sim
Wellington Fagundes (PR-MT) – Sim
Zeze Perrella (PTB-MG) – Sim

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Dilma volta a atacar Cunha e diz que Temer estaria lhe usurpando o poder

Dilma volta a atacar Cunha e diz que Temer estaria lhe usurpando o poder: Blog de Jamildo | O mundo da Política de Pernambuco, Brasil e do mundo.

Publicado em 06/05/2016 às 15:16 por em Notícias
 
 
Foto: AFP
Veja discurso da presidente Dilma Rousseff, durante cerimônia do Minha Casa Minha Vida, antes de viajar a Pernambuco
Eu tenho consciência de uma coisa: esse processo de golpe não é exclusivamente um golpe contra o meu mandato, é um golpe contra o meu mandato sim, por quê? É um impeachment, um impeachment que não tem base legal, tudo isso nós sabemos, não tem base legal. Mas, na verdade, ele não é só um impeachment sem base legal sendo um golpe, não é isso não.
Eu fui eleita com 54 milhões de votos e um programa. Eu fui eleita com um programa, fui eleita com um programa. No meu programa estava lá escrito: Minha Casa Minha Vida. Como é que você, se você não quer um certo tipo de política, como é que se fazia na América Latina? Simples, se dava um golpe de Estado.
Nos anos 60, 70 aqui na América Latina, os golpes era armados e foram dados do Sul do continente até o Norte do continente através de armas, baionetas e utilizando também as forças armadas daqueles países. Esse processo foi superado.
E aí, como é que eu vou, não gostando dos programas que um governo implementa, como é que eu vou tirar o governo se ele foi eleito? E se eu considero difícil disputar eleições diretas, porque se eu chegar à eleição direta e falar assim: eu vou acabar com uma parte do Minha Casa Minha Vida, eu vou tirar 36 milhões de pessoas do Bolsa Família, quem é que vota num programa desses? Ninguém.
Então, na verdade, nós vivemos um impeachment, um impeachment golpista, porque não tem base real, nós todos sabemos, é ridícula essa questão das pedaladas fiscais, porque, caso contrário, eu não entendo porque, se nos governos anteriores a mim, todos os presidentes usaram as mesmas práticas que usei, iguais aos meus decretos. Têm 30 decretos durante o período do Fernando Henrique Cardoso, 30 decretos. E naquela época não era crime e hoje é.
Bom, mas tirando essa parte que todos nós já sabemos, o que é que está em questão mesmo? Está em questão uma eleição indireta que é travestida de impeachment. Por quê? Porque vão querer, na maior cara de pau, aplicar o programa que não foi o programa referendado nas urnas. Por isso é que eu comecei com essa questão do foco, o foco.
Além disso, eu gostaria também de dizer aos senhores que o meu processo é um processo tão violento. Por quê? Como é que ele foi feito? Foi necessário uma pessoa destituída de princípios morais e éticos, acusada de lavagem de dinheiro, de contas no exterior, para perpetrar o golpe.
Ontem, o Supremo disse que o senhor Eduardo Cunha era uma pessoa que usava de práticas condenáveis. Umas das práticas mais condenáveis foi a chantagem explícita feita pelo senhor Eduardo Cunha com o meu governo. Quando? Quando ele entra com o processo de impeachment, e não preciso falar, os senhores podem olhar nos jornais daquele momento, o que acontece? Ele ameaça o governo da seguinte forma: se vocês não derem 3 votos para impedir que a Comissão de Ética da Câmara me condene, ou seja, me deem 3 votos favoráveis a mim, caso contrário, eu aceito, porque quem aceita o pedido de impeachment é o presidente da Câmara.
Então essa é uma questão tão descarada que o advogado do PSDB, ex-ministro do senhor Fernando Henrique Cardoso, que entra com meu processo, ele que entrou com o processo de impeachment, que foi lá e redigiu esse pedido, ele disse a respeito do ato do senhor Eduardo Cunha, chantagem explícita. Não era chantagem explícita só, é golpe explícito. Além de golpe explícito, é desvio de poder.
Então, o pecado original desse processo não pode ficar escondido. E aí, não vamos nos iludir, todos aqueles que são beneficiários desse processo, por exemplo, infelizmente, aqueles que estão usurpando o poder, infelizmente, o senhor vice-presidente da República, são cúmplices de um processo extremamente grave.
A garantia que eu tenho é que isso está registrado. O registro está onde? Óbvio que está nos papéis, mas está, sobretudo, nas nossas consciências, na consciência do povo brasileiro. É aí que está o mais importante registro. E é aí que nós sabemos que a história deixará bem claro quem é quem nesse processo. E mais, eu tenho absoluta certeza que por isso sempre quiseram que eu renunciasse, porque eu sou, eu já disse isso antes, eu sou muito incômoda, primeiro, porque eu sou a presidenta eleita; segundo, porque eu não cometi nenhum crime; terceiro, porque se eu renuncio, eu deixo e enterro a prova viva de um golpe absolutamente sem base legal e que tem por objetivo ferir interesses e ferir conquistas adquiridas ao longo dos últimos 13 anos.
Eu tenho a disposição de resistir. Resistirei até o último dia. Quero dizer aos senhores que eu agradeço o fato, e eu percebo isso, que os senhores sabem o que está acontecendo, e que por isso eu agradeço toda a solidariedade que eu recebo.

‘Tropa de choque’ de Cunha já trabalha para escolher sucessor

‘Tropa de choque’ de Cunha já trabalha para escolher sucessor: Blog de Jamildo | O mundo da Política de Pernambuco, Brasil e do mundo

Publicado em 06/05/2016 às 15:15 por em Notícias
 
Foto: Fabio Rodrigues Pozzebom/Agência Brasil
Foto: Fabio Rodrigues Pozzebom/Agência Brasil

Estadão Conteúdo – Parlamentares próximos ao deputado afastado Eduardo Cunha (PMDB-RJ) elaboram estratégias para tirar do cargo o sucessor, deputado Waldir Maranhão (PP-MA), e desse modo eleger um deputado alinhado ao peemedebista na presidência da Câmara.

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Após a decisão do Supremo, a residência oficial do presidente da Câmara virou local de peregrinação de aliados. Passaram pelo local o líder do PP na Câmara, Aguinaldo Ribeiro (PB), e os deputados Lúcio Vieira Lima (PMDB-BA), Beto Mansur (PRB-SP), Rodrigo Maia (DEM-RJ), Wellington Roberto (PR-PB), entre outros. A reunião se estendeu até depois das 22h30.
Aliados de Cunha chegaram a sugerir que o peemedebista renunciasse à presidência, negociando em troca a manutenção de seu mandato. Como o Supremo também o afastou do seu mandato, líderes consideram “muito difícil” ele renunciar. Com isso, o cargo de presidente da Câmara não estará vago, o que torna impossível a realização de nova eleição.

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Pela interpretação do regimento interno feita pela Secretaria-Geral da Mesa Diretora, só seria possível eleger um presidente da Casa em caso de morte, renúncia ou perda de mandato, o que não é o caso de Cunha. Com isso, pela interpretação da Mesa, Waldir Maranhão tem o direito de permanecer presidindo interinamente a Câmara enquanto Cunha estiver afastado.
Diante desse cenário, aliados pretendem pressionar Maranhão a renunciar ao cargo e, assim, forçar uma nova eleição. Para o núcleo próximo a Cunha, formado por integrantes do chamado “centrão” (PTB, PSC, PSD e PSB) e da oposição (PSDB, PPS, DEM e SD), Maranhão não tem condições de presidir a Casa. Isso porque, segundo deputados desse grupo, ele não resistiria às pressões do cargo.

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Se Maranhão renunciar, o segundo vice da Câmara assume interinamente o comando da Casa e, em até cinco sessões, deve convocar novas eleições para o posto de primeiro vice-presidente, que, depois de eleito, viraria presidente interino. Nesse caso, outros partidos também poderiam concorrer ao posto. Cunha, então, poderia atuar para manter um deputado de sua confiança no comando da Casa. Entretanto, por meio de assessores, Maranhão afirmou nesta quinta que não há chances de renunciar ao cargo.
Questionamentos
Assim, outras estratégias estão sendo avaliadas para tirá-lo do cargo. O líder do PPS, Rubens Bueno (PR), não descarta, inclusive, questionar na Justiça a permanência interina de Maranhão na presidência, por, assim como Cunha, ser investigado pela Lava Jato. Outra saída para tirar Maranhão do cargo é articular sua expulsão do PP por ter descumprido decisão da sigla ao votar contra o impeachment da presidente Dilma Rousseff O PP tinham fechado questão pró-impeachment.

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Segundo a Secretaria-Geral da Mesa, a vaga de vice-presidente é da legenda, pois sua eleição se deu por acordo da proporcionalidade partidária. Caso isso aconteça, o partido deve escolher internamente um deputado da sigla e indicá-lo ao cargo de vice-presidente. Técnicos jurídicos da Câmara apontam ainda outra saída, como acelerar o processo de cassação no Conselho de Ética do qual Cunha é alvo.

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Apesar de a Secretaria-Geral da Câmara entender o contrário, líderes do PSDB, DEM, PPS e PSB interpretaram que o cargo de presidente da Câmara está vago, pois a decisão do STF não fixou prazo para o afastamento de Cunha ou para o julgamento da ação penal. As informações são do jornal O Estado de S. Paulo.



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