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quarta-feira, 17 de setembro de 2014

CARTA AOS AMIGOS E FAMILIARES - GRAÇA LEMOS





Alerta - Contagem de tempo para evolução (Apeoesp Barretos)

Atenção 

Muitos professores estão me pedindo para reenviar este email.

Eu o enviei em 2011, mas continua com a mesma importância.

Alerta 


Professor,

Vc é responsável pela sua vida funcional no sentido de requerer suas evoluções.

Fique atento ao período que vc deve encaminhar o pedido à  secretaria de sua escola.

Temos informações que muitos professores pedem sua contagem verbalmente e por motivos diversos, a secretaria acaba  atrasando este serviço.

Não deixe de fazer o pedido formalmente e protocolado

Isto lhe servirá de amparo, pois futuramente terá como provar que não foi omisso e não pagará pela morosidade alheia ou  do sistema.

Caso contrário, se você  não tiver este documento, poderão alegar que vc não fez o pedido em tempo correto e assim quererem negar seus direitos dizendo que não lhe pagarão os atrasados. 

Dessa forma  você terá dissabores para provar o contrário.

Quem tiver com o tempo vencido para evolução ou qualquer outro pedido, deve protocolar o requerimento em anexo à sua secretaria. 

Não deixe de fazer este documento. É a sua garantia. 



Link no Google Drive para baixar o requerimento: 


https://drive.google.com/file/d/0B7OtVX9Y3N4kUGVOM0c2R3h5UlpTN1NfdHV3UTItbFExeVA0/edit?usp=sharing






Segue abaixo seu conteúdo sem formatação:




ILUSTRÍSSIMA SENHORA DIRIGENTE REGIONAL DE ENSINO DA DIRETORIA DE BARRETOS.


....................................................................................................., brasileiro (a) R. G. ....................., R.S. Nº.......................... CPF/MF. ....................................., Professor (a) ....................., residente e domiciliado (a) ..............................................................................., Nº ..........., Bairro ........................., na cidade de ............................, Estado de São Paulo, vem à presença de Vossa Senhoria, respeitosamente, com fundamento no artigo 5º, incisos XXXIII da Constituição Federal de 1998, artigo 114 da Constituição Paulista, REQUERER
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Ressalta-se que nos termos do art. 24 da Lei nº 10177 a Administração pública, em nenhuma hipótese, poderá recusar-se a protocolar a petição sob pena de responsabilidade do agente.

Por fim, requer-se que o presente seja apreciado no prazo de 10 (dez) dias úteis previsto na artigo 114 da Constituição Estadual.



Termos em que

Pede deferimento.




Barretos, ........ de .............................. de 2014.




_______________________________


Alerta - Contagem de tempo para evolução (Apeoesp Barretos)
Ana Cláudia dos Santos
Coordenadora da APEOESP subsede Barretos


Goodyear e Titan Pneus indenizarão empregado alvo de ofensas sobre cor

15 de setembro de 2014

A Segunda Turma do Tribunal Superior do Trabalho negou provimento a agravo interposto pela Titan Pneus do Brasil Ltda. contra decisão que havia condenado a empresa e a Goodyear do Brasil Produtos de Borracha Ltda. por prática discriminatória. As duas terão que pagar indenização de mais de R$ 95 mil por danos morais a um trabalhador que provou que era discriminado e perseguido pelo gerente.
O empregado buscou em juízo a reparação por danos morais devido a ofensas das quais foi alvo por parte de um gerente. As testemunhas ouvidas disseram que o superior fazia piadas com o empregado porque ele era “preto” e dizia a todos que “se sua filha casasse com um preto ele a mataria”.
A 43ª Vara do Trabalho de São Paulo levou em conta os depoimentos para condenar as empresas a pagar indenização no valor de R$ 10 mil, afirmando que o dever de indenizar decorreu de ato ilícito previsto no artigo 186 do Código Civil. O Tribunal Regional do Trabalho da 2ª Região (SP) aumentou a indenização, com o entendimento de que cabia à Goodyear e à Titan zelar pelo ambiente de trabalho saudável e coibir práticas ofensivas à integridade moral dos empregados, reprimindo comportamentos inadequados. Levando em conta a capacidade econômica das partes, a ofensa, o salário pago e o período trabalhado, o TRT-2 elevou a indenização para R$ 95.952.
A Titan Pneus agravou da decisão para o TST, mas a Segunda Turma entendeu que o TRT fixou a indenização amparado nas provas e no princípio do livre convencimento motivado, sendo indiscutível a gravidade do ato praticado. Como não se admite o aumento ou diminuição do valor da indenização por danos morais no TST em razão da necessidade de revolvimento de fatos e provas, vedado pela Súmula 126,a não ser em caso de valores módicos ou exorbitantes, a Turma negou provimento ao agravo.
Violação à dignidade
Na sessão de julgamento, o relator, ministro José Roberto Freire Pimenta, foi enfático ao registrar a gravidade da violação à dignidade ao trabalhador, que “sofreu com comentários jocosos e discriminatórios referentes à cor da sua pele, além de estarem claros o dano moral daí decorrente e a consequente ofensa à dignidade da pessoa humana”.
(Fernanda Loureiro/CF)
Processo: AIRR-873-69.2012.5.02.0043


Governo lança programa para incluir jovem aprendiz em pequena empresa

15 de setembro de 2014

O governo federal anunciou nesta quarta-feira (10) o programa Pronatec Aprendiz na Micro e Pequena Empresa que irá ampliar a participação dos jovens no mercado de trabalho. Para tornar a proposta atraente para os empresários, a União arcará com parte dos custos da certificação.
O programa contempla os jovens de 15 a 24 anos, com prioridade para os que estão matriculados na rede pública de ensino ou que estão em situação de vulnerabilidade. Não é preciso estudar em uma escola técnica.
O jovem que estiver em uma escola regular e desejar trabalhar, pode se inscrever normalmente no programa.
Atualmente, as médias e grandes empresas são obrigadas a contratar entre 5% e 15% de jovens aprendizes ou podem contratar um jovem se tiverem mais de sete funcionários.
Segundo a legislação, o estágio tem que ser acompanhado por uma entidade certificadora e as contratantes arcam com o treinamento e a certificação.
INOVAÇÃO
Para incentivar a adesão das micro e pequenas empresas, o governo retirou o custo da certificação, que ficará com o Ministério da Educação, por meio do Pronatec. Os jovens ocuparão as vagas já existentes do programa.
De acordo com o ministro Guilherme Afif Domingos (Secretaria da Micro e Pequena Empresa), 97% das empresas brasileiras são micro e pequenas empresas.
“Se trata de uma inovação muito importante que visa multiplicar este processo porque a micro e a pequena empresa é o ambiente quase que ideal para a convivência e aprendizado no trabalho. Ele terá uma visão mais prática, mais perto do balcão, e empreendedora porque o empreendedor está ali vivendo com ele do lado”, afirmou o ministro.
FUNCIONAMENTO
As empresas que aderirem ao programa terão que pagar um salário mínimo para uma carga de trabalho de 4 a 6 horas diárias, a contribuição de 2% para o FGTS (Fundo de Garantia do Tempo de Serviço), ante 8% cobrado normalmente, e não haverá indenização por rescisão do contrato de trabalho.
O jovem pode trabalhar por até 2 anos no mesmo lugar. As empresas precisam ter pelo menos um funcionário para poder contratar um jovem aprendiz.
Operacionalmente, a iniciativa funcionará da mesma forma que o programa de trabalho para o jovem aprendiz já existente. Ao final do programa, o jovem recebe certificação técnica e poderá até ser efetivado na empresa.
INSCRIÇÕES
As empresas interessadas em aderir ao programa deverão se inscrever, a partir desta quinta-feira (11), no portal Mais Emprego, do Ministério do Trabalho, e devem escolher, no sistema, a unidade do Sistema Nacional de Emprego (Sine) que fará o gerenciamento da vaga. O ministério fará a articulação entre os jovens, as empresas e as instituições de ensino.
O MEC ainda não tem um levantamento de quantas vagas serão disponibilizadas para o novo programa, mas há uma estimativa de que podem ultrapassar a marca das 100 mil vagas.
De acordo com os Institutos Federais de Educação, Ciência e Tecnologia, deverá haver vagas em 12 estados. Elas serão ofertadas nas áreas de informática, operação de loja e varejo, serviços administrativos e alimentação.
O programa foi anunciado nesta quarta-feira (10) após uma reunião entre os ministros Henrique Paim (Educação), Manoel Dias (Trabalho), Guilherme Afif (Secretaria da Micro e Pequena Empresa), e Aloizio Mercadante (Casa Civil) no Palácio do Planalto.
PERÍODO ELEITORAL
Apesar da legislação eleitoral restringir o lançamento de novos programas governamentais em época de campanha, Paim negou haver qualquer irregularidade no lançamento do Pronatec Aprendiz.
Ele argumentou que o programa já existe e está sendo apenas ampliado. “O Pronatec é um programa que já existe desde 2011 e as vagas não são novas. Elas já existem no programa”, disse.
Por MARIANA HAUBERT

Endividado


Funcionário dos Correios deverá incorporar ao salário gratificação de chefia paga por mais de dez anos

16 de setembro de 2014

Um funcionário da Empresa Brasileira de Correios e Telégrafos, em Curitiba, teve reconhecido o direito de incorporar ao salário a gratificação pelo cargo de chefia que exerceu por mais de dez anos e que foi retirada de seu contracheque em 2008.
A decisão da Terceira Turma do TRT-PR, da qual cabe recurso, determina ainda que o trabalhador deve receber as diferenças salariais decorrentes, de forma retroativa. O funcionário foi contratado em outubro de 1994 como analista de correios e, a partir de maio de 1997, passou a exercer função de confiança, recebendo gratificação mensal de R$ 678,40. Em abril de 2008, após ser dispensado da função de “chefe de seção”, foi informado de que perderia a gratificação correspondente.
Com base no artigo 468 da Consolidação das Leis do Trabalho, que considera ilícita a alteração unilateral (sem consentimento mútuo) das condições do contrato de trabalho, o juiz Aparecido Sergio Bistafa, da 18ª Vara da capital, deu ganho ao trabalhador, que permanece a serviço dos Correios.
A empresa recorreu da decisão, pedindo a aplicação do parágrafo único do referido artigo 468 da CLT, que diz que “não se considera alteração unilateral a determinação do empregador para que o respectivo empregado reverta ao cargo efetivo, anteriormente ocupado, deixando o exercício de função de confiança”.
Os desembargadores da Terceira Turma consideraram correta a decisão de origem, considerando que após mais de dez anos recebendo a gratificação, “esta se incorporou ao patrimônio pessoal do trabalhador”, e sua supressão viola “frontal e literalmente” os princípios constitucionais da irredutibilidade salarial (artigo 5º, inciso XXXVI) e do direito adquirido (artigo 7º, inciso VI).
A Turma aplicou ainda a Súmula 372 do Tribunal Superior do Trabalho: “Percebida a gratificação de função por dez ou mais anos pelo empregado, se o empregador, sem justo motivo, revertê-lo a seu cargo efetivo, não poderá retirar-lhe a gratificação tendo em vista o princípio da estabilidade financeira”.
Foi relatora do acórdão a desembargadora Rosemarie Diedrichs Pimpão. Da decisão cabe recurso.
Processo nº 40147-2012-652-09-00-3


Câmara determina reintegração ao emprego de trabalhador demitido quando estava com hepatite C

16 de setembro de 2014

A 5ª Câmara do TRT-15 negou parcialmente provimento ao recurso da reclamada, uma multinacional do ramo hidráulico e energético, e manteve decisão da 12ª Vara do Trabalho (VT) de Campinas, que anulou a dispensa do reclamante, portador de hepatite C, reintegrando-o à empresa. O colegiado, porém, negou o pedido de indenização por danos morais, por haver na ação irregularidade de representação processual. O relator do acórdão, desembargador Lorival Ferreira dos Santos, afirmou, quanto ao recurso do reclamante, que a peça processual foi firmada por advogado ao qual “não foi outorgado mandato escrito, tampouco mandato tácito”.
A reclamada, em seu recurso, afirmou que “a rescisão contratual foi totalmente legal, não possuindo o reclamante estabilidade no emprego”, e tentou justificar a demissão alegando dificuldades com a “crise mundial”.
Em parte, o colegiado concordou com os argumentos da empresa. Ela admitiu ter dispensado muitos outros trabalhadores juntamente com o reclamante, totalizando 405 demissões num período de dois meses, mas alegou que essas dispensas “acabaram sendo compensadas com recontratações”, não tendo ocorrido “redução definitiva do quadro de pessoal”. Segundo a reclamada, “as demissões representaram a oscilação do número de empregados da empresa em determinado período, dentro dos parâmetros habituais da rotatividade da mão de obra da empresa, circunstância essa que faz parte da dinâmica da atividade econômica”. No entendimento da Câmara, “nesse contexto, não restou configurada a demissão em massa relativamente às rescisões contratuais de vários trabalhadores, efetivadas no período 2011/2012″, não sendo possível concordar “com o reconhecimento da nulidade da dispensa do reclamante sob essa ótica”.
Mesmo assim, o acórdão ressaltou o fato de o trabalhador se encontrar doente no momento da dispensa, sendo este um dos fundamentos para a nulidade da demissão do reclamante. O colegiado observou que “as anotações na ficha médica confirmam as declarações do reclamante durante a perícia técnica, no sentido de que, ao sentir fraqueza, fadiga e perda de peso em novembro de 2008, procurou o médico da reclamada, realizou exames e procurou o especialista”. Este, por sua vez, “constatou que o reclamante, portador de hepatite C, precisava iniciar novo tratamento”. “Na biópsia realizada em 17/2/2009, constatou-se o quadro de ‘hepatite crônica ativa’, que é estágio de extrema gravidade, e, consequentemente, exige tratamento”, destacou o acórdão.
Diante de todos os elementos probatórios dos autos, a Câmara afirmou que “é forçoso concluir que a reclamada, ciente do estado de saúde do trabalhador, promoveu a ruptura contratual (a qual foi fundamentada em equivocado atestado de saúde ocupacional emitido por ocasião do exame demissional), quando, na realidade, deveria ter encaminhado o reclamante à Previdência Social, para que esse órgão pudesse definir a conduta previdenciária adequada ao caso, conforme preconiza a NR-7″.
Assim, a Câmara considerou que o reclamante foi dispensado “injustamente, quando se encontrava acometido de doença grave que necessitava de imediato tratamento”, e concluiu que “a ruptura contratual foi ilícita, por infringir os artigos 7º, inciso XXII, da Constituição Federal, e 168, inciso II, da CLT, bem como o item 7.4.8.c, da NR-7″. Assim, o acórdão manteve a determinação de reintegração do trabalhador ao emprego.
Por Ademar Lopes Junior
(Processo 0063800-43.2009.5.15.0131)

Balconista que foi obrigada a se despir em frente ao gerente vai receber R$ 50 mil de indenização

16 de setembro de 2014

Uma balconista que foi submetida a revista íntima pelo gerente da empresa Drogaria Rosário S.A, em Anápolis, juntamente com outras cinco colegas de trabalho, vai receber R$ 50 mil de indenização por danos morais. A Segunda Turma do TRT de Goiás constatou que foram extrapolados os limites do poder fiscalizatório do empregador, com violação à intimidade e à dignidade da trabalhadora.
Consta dos autos que em novembro de 2013, a balconista e outras cinco colegas foram obrigadas a se despir diante do gerente da empresa, dentro do banheiro da farmácia, após informação do desaparecimento da quantia de R$ 100 do caixa. Conforme a trabalhadora, o gerente determinou que tirassem até mesmo as roupas íntimas. Para ela, tratava-se de pretexto para que as trabalhadoras ficassem nuas na sua presença, já que os R$ 100 não foram encontrados. Segundo informou, nos dias subsequentes o gerente continuou com comentários desabonadores dizendo que, se preciso, elas ficariam “peladas” novamente na sua presença.
O juiz da 4ª VT de Anápolis havia declarado revelia e confissão ficta quanto à matéria, pois nem o advogado nem o gerente compareceram à audiência inaugural, apesar de terem apresentado defesa antes da audiência. Em recurso, a empresa alegou ausência de provas e falta de evidências do dano sofrido, argumentando também que a revelia não isenta a trabalhadora de provar suas alegações de forma satisfatória. Ao analisar os autos, o relator do processo, desembargador Platon Filho, explicou que a revelia em processo do trabalho é diferente da revelia no direito processual civil. Afirmou que em direito do trabalho a revelia e seus efeitos não decorrem da não apresentação da defesa, mas do não comparecimento à audiência, conforme art.844 da CLT. “Um dos efeitos da confissão ficta é justamente desonerar a parte adversa do encargo probatório que lhe incumbia”, esclareceu o magistrado.
O desembargador também explicou que a confissão ficta traz apenas presunção relativa de veracidade, porém nenhuma prova contrária foi produzida sobre a questão. Dessa forma ele considerou que prevalecem as alegações da trabalhadora, de que os fatos são graves o suficiente para ensejarem a rescisão indireta do contrato de trabalho e o pagamento de indenização por danos morais. O desembargador afirmou que a revista reflete o poder fiscalizatório do empregador, porém deve ser executada de forma razoável e em consonância com os direitos individuais assegurados pela Constituição Federal, especialmente o direito à dignidade, à intimidade, à honra e à imagem. Dessa forma, a Segunda Turma manteve a decisão de primeiro grau, condenando a empresa à rescisão indireta do contrato de trabalho e ao pagamento de R$ 50 mil de indenização por danos morais.
Processo RO – 011269-91.2013.5.18.0054
Desembargador Platon Filho, relator
Lídia Neves
Núcleo de Comunicação Social

Seguros no cartão de crédito exigem cuidado

16 de setembro de 2014

Embaladas pelo crescimento do mercado de cartões de crédito, as administradoras vêm oferecendo seguros de perda e roubo de cartão e até mesmo de suspensão de pagamento da fatura em caso de desemprego. Mas você deve ponderar, antes de contratar, se estes produtos realmente valem a pena.
Segundo a Abecs (Associação Brasileira das Empresas de Cartões de Crédito e Serviços), as transações com cartões devem alcançar R$ 1 trilhão ainda este ano, um crescimento de 17,1%, em relação ao ano passado. Embaladas pelo crescimento deste mercado, as administradoras vêm oferecendo seguros (garantidos por uma seguradora) de perda e roubo de cartão e até mesmo de suspensão de pagamento da fatura em caso de desemprego.
Existem, basicamente, duas coberturas: contra perda ou roubo de cartão, que prevê o pagamento de prejuízos, até o valor da cobertura contratada, oriundos de compras por uso indevido do cartão de crédito por terceiros em decorrência de roubo ou furto de cartão de crédito, desde que comunicado durante o período estipulado pela seguradora (as seguradoras costumam não cobrir os prejuízos no caso de furto simples, ou seja, desaparecimento do cartão).
E também a de proteção desemprego, que cobre o saldo devedor do cartão de crédito, até o limite da cobertura contratada, caso o consumidor seja demitido sem justa causa (nesse caso, apenas serão cobertas as despesas efetuadas até o dia anterior a data da comunicação do empregador ao empregado demitido). O que você precisa ficar atento é se vale a pena contratar esses produtos.
Observe as exclusões, a carência e se há venda casada
Observe o prazo de carência estipulado por algumas seguradoras, para não ser pego de surpresa ao acionar o seguro. E também às exclusões: entre as principais para cobertura de perda ou roubo de cartão estão atos de vandalismo, motim e tumultos.
No caso da cobertura de proteção desemprego, fique atento a uma série de exigências, como 12 meses de vínculo empregatício com o mesmo empregador com carteira assinada, período de carência (que costuma variar entre 30 a 60 dias) e número mínimo de horas de trabalho por semana exigida por algumas seguradoras (geralmente 30h semanais).
Além disso, renúncia voluntária de trabalho, demissão por justa causa, programa de demissão voluntária e contratos de trabalho em geral são situações que não são cobertas por este tipo de seguro.
Apesar de ser comum, as administradoras de cartão de crédito não podem atrelar ao seguro a nenhum outro serviço. Isso é proibido pelo Código de Defesa do Consumidor. Esses seguros são opcionais, e cabe a você decidir se quer ou não contratá-los. Fique atento, pois muitas vezes as administradoras descontam o valor do seguro em sua fatura sem a sua autorização – e isso é proibido.
Há mais vantagens para a administradora comercializar o seguro do que para o consumidor contratá-lo. E independentemente de contratar o seguro, você tem, por lei, o direito de não pagar por algo que não consumiu.
Nesse caso, a responsabilidade é da administradora do cartão, que deve investir no sistema de segurança, e dos estabelecimentos, que devem exigir o documento de identificação do comprador para concretizar a compra. Desta forma, os direitos de que tem o seguro e de quem não tem são iguais.
A cobertura de proteção desemprego também não é tão vantajosa se levarmos em consideração a quantidade de exigências que o consumidor deve cumprir, além das exclusões que são diversas.
Para quem é trabalhador formal, uma opção seria contar com o auxílio desemprego, um seguro que faz parte da Seguridade Social e que tem por objetivo garantir a assistência financeira temporária para o trabalhador formal demitido sem justa causa.

Professora que teve reduzido o número de horas-aulas contratadas receberá diferenças salariais

16 de setembro de 2014
 Uma professora procurou a Justiça do Trabalho alegando que sofreu redução de carga horária (número de horas-aula ministradas) durante o contrato de trabalho. E isso, segundo afirmou, foi feito de forma unilateral pela empregadora, desatendendo aos procedimentos previstos na Convenção Coletiva de Trabalho da categoria. Por isso, pediu a condenação da ré ao pagamento das diferenças salariais decorrentes.
Em defesa, a instituição reclamada sustentou que as alterações de carga horária se deram em razão da diminuição do número de alunos e turmas e que, considerando a prescrição, deve ser observada a carga horária vigente a partir do segundo semestre de 2008, que era de 08 horas-aulas semanais e, sendo assim, não há redução de carga horária a considerar. Acrescentou que o procedimento não gerou redução salarial, já que não houve redução do valor da hora-aula.
O caso foi analisado pelo juiz Jésser Gonçalves Pacheco, da Vara do Trabalho de Bom Despacho. E ele entendeu que a razão estava com a reclamante. O julgador constatou que a professora foi contratada para ministrar 12 horas-aula por semana no primeiro semestre de 2008, número que foi reduzido nos semestres seguintes. Ele esclareceu que, embora não tenha havido alegação da redução do valor da hora-aula, a diminuição do número de horas-aula, como se deu no caso, também enseja redução salarial.
Segundo explicou o magistrado, a prescrição acolhida não impede que a carga horária contratada no primeiro semestre de 2008 prevaleça para efeitos de análise da redução do número de horas-aula da reclamante. “A prescrição somente atinge as parcelas de cunho patrimonial, e não a pretensão declaratória de direito, nos termos dos artigos 11, da CLT, e do 7°, XXIX, da Constituição Federal”, explicou.
Além disso, acrescentou o juiz, não houve prova de que as reduções das cargas horárias da reclamante tenham sido resultantes da diminuição do número de matrículas ou de turmas, como alegado pela ré. De todo modo, nos termos da cláusula 21ª da CCT da categoria, a redução da carga horária do professor somente teria validade se homologada pelo sindicato da categoria profissional ou pelos órgãos competentes, providência também não tomada pela ré.
Por esses motivos, deferiu à trabalhadora o pagamento das diferenças salariais e reflexos pela redução de carga horária, a partir do segundo semestre de 2008, observando-se a carga horária devida, de 12 horas-aula por semana, a carga horária efetivamente quitada e a prescrição. Houve recurso para o TRT de Minas, mas a Turma julgadora manteve a decisão de 1º Grau.
( 0003383-70.2013.5.03.0050 RO  )

UnB Hoje - 17 de setembro de 2014

UnB Hoje - 17 de setembro 

AULA MAGNA

Saúde quântica é tema de evento
O Programa de Pós-Graduação em Enfermagem (PPGENF), da Faculdade de Ciências da Saúde, convida para a aula magna Saúde quântica: uma nova cultura em saúde. A atividade acontecerá hoje, 17 de setembro, às 16h, no auditório 1 do Instituto de Biologia (IB/UnB). A palestra será ministrada pelo professor Wallace Liimaa, que abordará, a partir de suas experiências pessoais, os princípios fundamentais da física quântica, bem como apontará caminhos para a inserção desses no cotidiano.
Mais informações: 3107 1702
 
SOCIOLOGIA
Docente da UFMA é a palestrante convidada do evento
Morte por exaustão no trabalho versus direitos humanos é o tema do seminário que será realizado hoje, 17 de setembro, no auditório do Instituto de Ciências Sociais (ICS). O evento, organizado pelo Programa de Pós-Graduação em Sociologia (PPG/SOL), recebe como palestrante a professora Cândida Costa, da Universidade Federal do Maranhão (UFMA).  A atividade é aberta a todos e tem início às 15h.
Mais informações: 3107 1508
 
CULTURA
UnB oferece carona para o Festival de cinema
A Universidade de Brasília, em parceria com a Secretaria de Cultura, oferecerá transporte gratuito para o 47º Festival de Brasília do Cinema Brasileiro. A iniciativa visa a participação da comunidade acadêmica nas atividades do festival. O ônibus, identificado com o banner do evento, sairá da universidade às 13h45, às 15h45 e às 17h30 de 17 a 22 de setembro. O trajeto inclui a BCE, Faculdade de Direito, IdA, RU, Centro Olímpico, L2 Norte, Museu e UnB. Às 23h haverá transporte, durante todos os dias, que percorrerá o Cine Brasília, Rodoviária do Plano Piloto e UnB.
Mais informações: 3107 0330     
 
MÚSICA
Participe da oficina de música Mariachi
A Universidade de Brasília, por meio do Departamento de Música (MUS), em parceria com a Embaixada do México, a Escola de Música de Brasília e o Clube do Choro, organiza a Oficina de iniciação a música Mariachi. O curso será ministrado pelo maestro Fernando de Santiago, considerado o maior ?guitarrón? da história da música mexicana. As aulas acontecem até 19 de setembro, sempre às 16h, no MUS. As inscrições ainda podem ser feitas na secretaria do departamento, das 16h às 18h30. Mais informações: 3107 1088
 
SERVIDORES
Inscrições abertas para oficina de habilidades sociais
As inscrições para a Oficina de habilidades sociais podem ser feitas até sexta-feira, 19 de setembro. As aulas são destinadas aos servidores da UnB e objetivam auxiliar no desenvolvimento de habilidades sociais visando às relações interpessoais e respeitosas no ambiente de trabalho e fora dele. O curso acontecerá em cinco encontros, às quartas-feiras, das 9h às 12h, em duas turmas: uma com início em 24 de setembro e término em 22 de outubro e a outra com início em 5 de novembro e término em 3 de dezembro. Os interessados devem encaminhar email para hsocial@unb.br com nome completo, matrícula e telefone. Vagas limitadas.
Mais informações: 3340 2314
 
INSCRIÇÕES ABERTAS
Jornada internacional de língua portuguesa
Estão abertas as inscrições para a Jornada Internacional de Língua Portuguesa (JILP), organizada pelo Instituto de Letras (IL/UnB). O evento visa promover o intercâmbio de conhecimentos que integrem a natureza teórica e o caráter prático das experiências e pesquisas relacionadas à língua portuguesa. A atividade acontecerá no dia 22 de setembro, às 8h, no auditório do IL. As inscrições devem ser feitas na página www.let.unb.br/eventos.
Mais informações: 3107 6802
 
COLÓQUIO
Cada vez, o impossível ? Derrida (10 anos depois)
De 29 de setembro a 3 de outubro, o Beijódromo receberá o Colóquio internacional ? Cada vez, o impossível ? Derrida (10 anos depois). O evento contará com palestras, mesas de comunicação e conferências. As inscrições serão realizadas no local no primeiro dia do evento. Haverá tradução simultânea. Os participantes receberão certificado como ouvintes. A programação completa pode ser acessada na página abaixo.
Mais informações: www.facebook.com/cadavezoimpossivel



Concurso PEB I / Não haverá provas p/ cat. O.

Caros colegas, o governo publicou no D.O as instruções especiais que regulamentam o concurso de PEB I em nível regional.
Lembrando que todos podem fazer para conseguir os pontos para evolução e atribuição de classes/aulas.

Outra novidade é que os professores da Cat. O não precisarão realizar prova este ano, lembrando que os aprovados no concurso terão aulas atribuídas após os professores da Cat. O que já tem vinculo neste ano de 2014.

 A inscrição para atribuição de aulas está suspensa para correção de problemas.




Qualquer dúvida estamos a disposição.

Atenciosamente
      
Tiago Ferreira


Empresa busca candidatos com urgência (Instalador De Alarme Predial - Bebedouro)



InfoJobs  
 16 de Setembro
Acessar Área Pessoal

A empresa NVH - NOVA VISAO HUMANA SERVICOS LTDA está buscando candidatos para "Instalador De Alarme Predial - Bebedouro". Veja detalhes da vaga abaixo e candidate-se caso tenha interesse.
Empresa: NVH - NOVA VISAO HUMANA SERVICOS LTDA
Vaga: Instalador De Alarme Predial - Bebedouro
Descrição da empresa
Setor da empresa: Recursos humanos
Porte da empresa: Médio (entre 100 e 499 funcionários)
Descrição: Locação de mão-de-obra e recursos humanos
Estado: São Paulo
Cidade: Santo André - SP
Descrição da Vaga de Emprego
Se oferece 1 vaga/s para trabalhar em São Paulo na área profissional Segurança Patrimonial

Função: Instalador De Alarme Predial - Bebedouro
Estado: São Paulo
Cidade: Bebedouro - SP
Categoria: Segurança - Segurança Patrimonial
Número de vagas: 1
Descrição: Instrução: Ensino médio. Experiência: 1 ano de experiência em instalação Conhecimentos e habilidades: conhecimentos básicos em informática e redes de dados. Principais atribuições Executar serviços de instalação de sistemas/soluções em alarme, CFTV e controle de acesso junto ao cliente de acordo com instruções de serviço; Necessário CNH B e disponibilidade para viagens. Salário: 1710,00 + benefícios (convênios médico e odontológico, vale refeição, carro da empresa)
Exigências
Estudos Mínimos: Ensino Médio (2º Grau)
Experiência Profissional: Entre 1 e 3 anos
Habilitação para dirigir: Sim
Categoria: B
Disponibilidade para viajar: Sim
O que esta vaga oferece
Tipo contrato: Efetivo – CLT
Jornada: Período Integral

Candidate-se agora
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Empresa busca candidatos com urgência (Instalador De Alarme Predial - Bebedouro)



POSTAGEM DE DESTAQUE

UnBHoje - 6 a 12 de novembro de 2020 (Universidade de Brasília)

  06 A 12 DE NOVEMBRO 2020 ANO 35 Nº 6212 ...