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sexta-feira, 25 de abril de 2014

DECRETO N.º 7.543, de 22/04/2014 – Altera dispositivos do Decreto nº 7.314 de 10/07/2013 – Nomeia membros, titulares e suplentes para comporem o Conselho Municipal de Saúde, Biênio 2013/2014

DECRETO N.º 7.543, DE 22 DE ABRIL DE 2014.

ALTERA DISPOSITIVOS QUE ESPECIFICA DO DECRETO N.º 7.314, DE 10 DE JULHO DE 2013, QUE NOMEIA MEMBROS, TITULARES E SUPLENTES, PARA COMPOREM O CONSELHO MUNICIPAL DE SAÚDE, BIÊNIO 2013/2014.

GUILHERME HENRIQUE DE ÁVILA, Prefeito Municipal de Barretos, Estado de São Paulo, no desempenho de suas atribuições legais,

D E C R E T A:
ART. 1.º - A alínea “b” do inciso I do artigo 1.º do Decreto n.º 7.314, de 10 de julho de 2013, passa a vigorar com a seguinte redação:
ART. 1.º - ...
I - ...

b) TITULAR: ...

SUPLENTE: Suzi Vieira Pontes Barbosa, RG n.º 16.785.614; (NR)”

ART. 2.º - As alíneas “a”, “c”, “e” e “f” do inciso III do artigo 1.º do Decreto n.º 7.314, de 10 de julho de 2013, passam a vigorar com as seguintes redações:
“ART. 1.º - ...
III - ...

a) TITULAR: ...

SUPLENTE: Gilberto Alves Chagas, RG n.º 10.404.176-6, representante do Sindicato dos Trabalhadores Públicos da Saúde no Estado de São Paulo - SindSaúde; (NR)

c) TITULAR: Rosangela de Jesus, RG n.º 10.200.463, representante trabalhadora em saúde; (NR)

SUPLENTE: Gilmárcio Zimmermann Martins, RG n.º 27.588.010, representante do Conselho Regional de Farmácia - CRF; (NR)

e) TITULAR: ...

SUPLENTE: Heleno de Souza Faria, RG n.º 32.101.615-4, representante trabalhador em saúde; (NR)

f) TITULAR: Fadia Mohamed Abou Hemine, RG n.º 27.010.961-4, representante trabalhadora em saúde; (NR)

SUPLENTE: Silvana Pedroso Thome de Freitas, RG n.º 15.641.074-6, representante trabalhadora em saúde; (NR)”

ART. 3.º - As alíneas “d”, “e”, “j” e “k” do inciso IV do artigo 1.º do Decreto n.º 7.314, de 10 de julho de 2013, passam a vigorar com as seguintes redações:
ART. 1.º - ...
IV - ...

d) TITULAR: ...

SUPLENTE: Janaina de Castro Rosa, RG n.º 40.886.667-6, representante da Pastoral do Menor; (NR)

e) TITULAR: Wilson Furnie, RG n.º 7.995.775-4, representante da Associação Amigos do Bairro Zequinha Amêndola; (NR)

SUPLENTE: Silvana Cristina Pereira, RG n.º 27.328.762-X, representante do Centro Adventista de Apoio à Família - CAAF; (NR)

j) TITULAR: ...

SUPLENTE: Paulo Heli Campassi, RG n.º 20.481.959, representante do Serviço de Apoio e Assistência à Família da Primeira Igreja Batista de Barretos; (NR)

k) TITULAR: ...

SUPLENTE: Andre Jonatan Rebor Borges, RG n.º 40.322.417-2, representante da Associação de Moradores do Bairro Ibirapuera; (NR)”

ART. 4.º - Este Decreto entra em vigor na data de sua publicação, retroagindo seus efeitos a 21 de fevereiro de 2014.

PREFEITURA DO MUNICÍPIO DE BARRETOS, Estado de São Paulo, em 22 de abril de 2014.


GUILHERME HENRIQUE DE ÁVILA
Prefeito Municipal

Registrado e publicado na Secretaria Municipal de Administração na data supra.

CLEBER DE MOURA DELALIBERA
Secretário Municipal de Administração



Fonte: Folha de Barretos – Poder Executivo, Barretos, 25 de abril de 2014, Pag. 5 e 6





DECRETO N.º 7.543, de 22/04/2014 – Altera dispositivos  do Decreto nº 7.314 de 10/07/2013 – Nomeia membros, titulares e suplentes para comporem o Conselho Municipal de Saúde, Biênio 2013/2014


Posto de Atendimento ao Trabalhador - PAT / SERT BARRETOS-SP - Vagas disponíveis em 25/04/2014 (sexta-feira)

Posto de Atendimento ao Trabalhador - PAT / SERT BARRETOS-SP - Vagas disponíveis em 25/04/2014 (quinta-feira) 
PREFEITURA DO MUNICÍPIO DE BARRETOS
SECRETARIA DE DESENVOLVIMENTO ECONÔMICO
DIRETORIA DE EMPREGO E RELAÇÕES DO TRABALHO


POSTO DE ATENDIMENTO AO TRABALHADOR DE BARRETOS

Os candidatos interessados devem comparecer ao PAT, munidos de PIS/PASEP/NIT, CPF, RG, Carteira de Trabalho e comprovante de residência para fazer seu cadastramento.


Estas vagas poderão sofrer cancelamento ou suspensão sem aviso prévio, conforme a procura pelos candidatos ou por determinação do empregador.

Atenção: O PAT não presta informações sobre as vagas por telefone, os interessados deverão comparecer pessoalmente a unidade.



VAGAS DISPONÍVEIS PARA O DIA 25/04/2014

Horário de Atendimento ao Público: de Segunda a Sexta Feira das 8:00 as 16:00 horas
RUA 32, Nº 1243 – Avs: 19x21 – CENTRO - BARRETOS/SP
 




DOMÉSTICA

(2378960) CHAPEIRO – COM EXP.

(2393560) MECÂNICO DE MOTOR A DIESEL – COM EXP.

(2521264) MOTORISTA DE CAMINHÃO BORRACHEIRO – COM EXP., ENSINO FUNDAMENTAL, HAB. D

(2521299) OPERADOR DE MOTONIVELADORA – COM EXP., ENSINO FUNDAMENTAL, HAB. D

(2523355) MOTORISTA DE CAMINHÃO – COM EXP., HAB. D

(2523565) COZINHEIRO DE RESTAURANTE – COM EXP., ENSINO FUNDAMENTAL

(2540573) OPERADOR DE TELEMARKETING – COM EXP., ENSINO MÉDIO, CONHECIMENTO EM INFORMÁTICA

(2542171) BILHETEIRO DE AGÊNCIA – COM OU SEM EXP., ENSINO FUNDAMENTAL, 30 A 40 ANOS

(2542621) CONTROLADOR DE TRÁFEGO – COM EXP., 40 A 55 ANOS, ENSINO FUND.

(2543027) FARMACÊUTICO – COM EXP.

(2545678) AUXILIAR DE COZINHA – COM EXP., ENSINO FUNDAMENTAL, 25 A 45 ANOS, DISP. HORÁRIO

(2550771) AUXILIAR DE LIMPEZA – COM EXP. , ENSINO FUNDAMENTAL

(2552768) PASTELEIRO – COM EXP., ENSINO FUNDAMENTAL

(2553768) COSTUREIRA DE MÁQUINA INDUSTRIAL – COM EXP.

(2557606) PASSADORA DE ROUPAS – COM EXP.

(2559022) SUPERVISOR DE VENDAS COMERCIAL – COM EXP., SUPERIOR EM ADMINISTRAÇÃO

  
DOCUMENTOS NECESSÁRIOS PARA CADASTRO E ENCAMINHAMENTO PARA AS VAGAS: PIS, RG, CPF, CARTEIRA DE TRABALHO E COMPROVANTE DE ENDEREÇO.

DEVIDO A ATUALIZAÇÃO FEITA EM NOSSO SISTEMA TODAS AS VEZES QUE A PESSOA SE INTERESSAR EM UMA VAGA É NECESSÁRIA A APRESENTAÇÃO DA CARTEIRA DE TRABALHO E NÚMERO DO PIS


Posto de Atendimento ao Trabalhador - PAT / SERT
Fone: (17) 3322-5801

Rua 32, nº 1243
CEP: 14780-130
Horário de Atendimento ao Público: das 08h00 às 16h00

O que é?
Uma rede de postos de atendimento do Governo de São Paulo, em parceria com o Município de Barretos, que concentra serviços gratuitos coordenados pela Secretaria do Emprego e Relações do Trabalho (SERT), oferecidos à população em todas as regiões do Estado de São Paulo.

Os PATs podem ser utilizados pelo cidadão para busca de vaga no mercado de  trabalho, pedido de seguro-desemprego, emissão de carteira de trabalho, inscrição em cursos de qualificação profissional, entre outros.

Também podem ser usados por empresas para oferta de vagas e seleção de pessoal.


Serviços oferecidos pelo PAT

1. Emissão de carteira profissional e entrada de seguro desemprego.

2. Captação de Emprego e Oportunidades: tem por objetivo estabelecer uma parceria entre o poder público e a sociedade civil, cadastrando as empresas e suas respectivas vagas através do site Emprega São Paulo

Os candidatos são comunicados sobre as vagas disponíveis dentro de seu perfil, através dos meios de comunicação local.


Posto de Atendimento ao Trabalhador - PAT / SERT BARRETOS-SP - Sede do PAT em Barretos


Logotipo da Serti







Brincando de médico (ROSELY SAYÃO)


Há pais e escolas que perdem o bom senso quando testemunham brincadeira de médico ou de 'papai-mamãe'

Alguns comportamentos de crianças pequenas --de até seis anos, mais ou menos-- têm preocupado muito seus pais e professores. É um tal de a professora e/ou coordenadora da escola chamar os pais para conversar --reclamar, melhor dizendo--, sugerir um tratamento ou encaminhar a um especialista que não tem fim.

O que a escola quer é pedir alguma providência dos pais para que o comportamento não persista no espaço escolar, mas o que consegue mesmo é deixá-los em estado de atenção e de tensão.

É quase um vale-tudo nessa área: vale criança irrequieta, criança que faz birra, criança imatura --céus, o que é isso?-- criança que briga, criança passiva, criança que ainda não fala, que troca letras, que não para de falar, criança que berra, que briga, que morde etc e tal.

Todos esses comportamentos são típicos de crianças dessa idade e, na maioria dos casos, apenas exigem atitudes educativas diversas, nada mais.

Mas, em tempos de medicalização da vida e da educação, acreditamos que eles exigem atenção profissional especializada e ficamos tentados a diagnosticar e a usar com rigor a cartilha do que é e do que não é normal.
Hoje, quero conversar a respeito de um tipo desses comportamentos ou brincadeiras das crianças, que ocorrem tanto na escola quanto em casa, e que eleva a preocupação dos pais a mil, com direito a luz vermelha piscante e sirene.

São comportamentos ou brincadeiras que, de algum modo, remetem à sexualidade.
Há pais e escolas que perdem o bom senso quando testemunham brincadeira de médico ou de "papai-mamãe", por exemplo, ou flagram crianças abraçando e/ou beijando, na boca, inclusive, outras crianças --esta situação fica pior quando elas são do mesmo sexo-- e mostrando ou querendo ver os genitais dos colegas.

É que, em tempos de "O Desaparecimento da Infância" --título de um livro de Neil Postman--, olhamos para as crianças e as vemos a nossa imagem e semelhança, ou seja, entendemos que o sentido do que elas fazem é o mesmo sentido que o dos adultos, que elas ainda não são.

Não. Crianças dessa idade brincam assim e agem desse modo porque estão descobrindo o corpo e suas sensações --de prazer, inclusive--, porque são curiosas e já viram adultos fazerem algo semelhante.

Precisamos reconhecer: além de essa fase ocorrer naturalmente na vida das crianças, com diferenças porque elas não são iguais, os mais novos vivem num tempo em que o erotismo as rodeia intensamente.

Desse modo, beijar na boca, inclusive colegas de mesmo sexo, simular o ato sexual, que eles entendem à maneira deles, e tirar a roupa para os colegas ou pedir que eles façam isso, em geral são comportamentos que eles já tiveram a oportunidade de ver, mesmo de relance, e que os interessou.

Mas não da mesma maneira que isso interessa aos adultos.

Todas essas brincadeiras e comportamentos das crianças não devem alarmar os pais, não precisam ser motivo para preocupações. Basta fazer a contenção necessária, quando for o caso, sem repreensão, recriminação ou discurso moral.

E quando a escola chama os pais para falar a esse respeito do filho, é bom perguntar quais atitudes educativas lá se pratica a esse respeito. Se ela não tiver um sólido projeto a respeito, aí sim, os pais têm motivo para se preocupar.

Com a escola, e não com o filho.

ROSELY SAYÃO é psicóloga e autora de "Como Educar Meu Filho?" (Publifolha)


Fonte: Matéria publicada na Folha de São Paulo, 1º de abril de 2014.

Publicado também na UDEMO

 

Quanto você quer ganhar quando crescer? (Revista Gestão Universitária)


Agência Envolverde - Belo Horizonte, MG

Um ótimo desempenho em matemática e português pode garantir um aumento significativo nos salários futuros

O que você quer ser quando crescer? Médico, professor, advogado ou jogador de futebol. Sonhar com a carreira no futuro é tarefa comum já na infância. Uns claramente já nascem para aquilo. Outros quebram a cabeça até encontrar algo que os satisfaça. O desafio é unir o sonho ao bolso: ganhar bem e fazer o que gosta.

A pesquisa “A Relação entre o Desempenho Escolar e os Salários no Brasil”, divulgada pela Fundação Itaú Social, na última terça-feira, 18, revela que boas notas em matemática e português garantem aumento significativo nos salários futuros dos estudantes brasileiros, após a saída do ensino médio. Ao menos um dos pontos, a remuneração, já é possível planejar.

O estudo, realizado pelo coordenador do Centro de Políticas Públicas do Instituto de Ensino e Pesquisa (Insper) e consultor da Fundação, Naercio Menezes Filho, e pela pesquisadora da Fundação Getúlio Vargas, Andréa Zaitune Curi, é o primeiro no país a estabelecer esta correlação, o qual utilizou as notas obtidas por duas gerações no Sistema Nacional de Avaliação da Educação Básica (Saeb), por meio da Prova Brasil.

Os resultados indicam que um aumento de 10% na nota de proficiência em matemática resulta em aumento de 4,6%, em média, no salário dos estudantes, cinco anos após a conclusão do ensino médio. Já em português, o aumento de 10% na nota de proficiência resulta em salário 5% maior, em média, no mesmo intervalo de tempo.

Para o pesquisador Naercio, os dados enfatizam a importância em demonstrar o quanto das diferenças salariais existentes no Brasil pode ser explicado pela nota obtida pelos jovens no ensino médio. “A qualidade aumenta o salário. Quanto mais o aluno sabe mais ele será produtivo no futuro”, analisa.

A garantia de um futuro promissor, porém, não se resume ao desempenho do aluno. Para a gerente de Educação da Fundação Itaú Social, Patricia Mota Guedes, há ainda outras áreas que são essenciais neste processo. “Além do aluno, existe o papel estratégico do professor, o apoio da equipe gestora da escola e das Secretarias de Educação”.

Ela ressalta que o estudo é mais uma ferramenta para impulsionar o debate público e influenciar a criação e aprovação de políticas púbicas que valorizem e apoiem o setor educacional no Brasil.

Mais do que notas altas, a pesquisa mensura as habilidades dos alunos. E pra que estas habilidades sejam desenvolvidas é necessário trabalhar em conjunto. “Não há fórmula mágica. É preciso estratégia e planejamento”, conclui Patricia.


Fonte: Matéria Publicada na Revista Gestão Universitária, 26 de março 2014.

Publicado também na UDEMO
 

Escola não consegue lidar com a nova cultura jovem (O Estado de São Paulo)


Jorge Werthein

Análise:

Os desafios que enfrentamos na educação dos jovens se repetem na América Latina e em muitos países da Europa. A escola não sabe como lidar com essa nova cultura jovem e com as grandes mudanças de seu cotidiano nos últimos 20 anos.

O que vemos em todas as pesquisas sobre a juventude e a escola é que os jovens reclamam de uma profunda insatisfação com a forma que a escola o acolhe e da resposta que dá às suas demandas. Sem dúvida, a escola não é um ambiente acolhedor, o clima não é bom, há muitas carências - e é muito difícil estudar em um lugar assim. Acredito profundamente que o impacto é muito negativo no processo de aprendizado quando não há um clima apropriado na escola.

Governos estaduais, municipais e federal precisam trabalhar juntos e assumir suas responsabilidades para conseguir uma escola de qualidade. Sem docentes qualificados não vamos conseguir avanços. Mas, quando olhamos bons exemplos, fica claro o papel importante da gestão da escola e dos diretores. Daí o papel fundamental das secretarias, que precisam fomentar o surgimento desses profissionais.

Jorge Werthein é educador e assessor de educação da Fundação Education Above All, Qatar. 


Fonte: Matéria publicada no Jornal O Estado de São Paulo, 28 de março de 2014.

Publicado também na UDEMO

 

Estudante processa os pais por se recusarem a pagar universidade (Portal UOL - Educação)


Da Redação

Uma jovem de 18 anos de Nova Jersey, nos Estados Unidos, processou os pais porque eles teriam se recusado a pagar um curso universitário. As informações são do site `The Independent`.

A estudante Rachel Canning afirma que foi expulsa de casa pelos pais assim que completou 18 anos e que eles teriam se recusado a pagar pela sua educação depois que ela recebeu cartas de aceitação de duas universidades.

`Estamos sendo processados pela nossa filha`, disse o pai Sean Canning, que é ex- chefe de polícia.

Canning diz que a filha deixou a casa da família em novembro porque não queria seguir as regras estabelecidas pelos pais. `Para viver em nossa casa existem regras`, disse o pai. Entre as normas, as filhas devem estar em casa antes das 23h.

Ele diz que não está se recusando a pagar pela educação de Rachel. `Nós amamos a nossa filha e sentimos falta dela`, disse Canning. `Isso é terrível. Ela está exigindo que eu pague as suas contas, mas ela não quer viver em casa`, afirma.

Rachel quer estudar engenharia biomédica na Universidade de Vermont.

No tribunal, os advogados da estudante vão cobrar que os pais paguem cerca de 5.300 dólares de mensalidades da escola em que ela fez o ensino médio, além de responsabilizá-los pelas despesas de moradia e transporte da filha. Ela também pede na Justiça que os pais financiem o seu curso universitário.
Os pais alegam no processo que a jovem foi emancipada. Rachel atualmente mora com um amigo e pedirá na Justiça que a emancipação seja anulada. 


Fonte: Matéria Públicada no Portal UOL - Educação, 04 de março de 2014.

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Atitude melhora nota em português e matemática (Portal Porvir.org)

FERNANDA KALENA E TATIANA KLIX

Curiosidade, persistência, responsabilidade e espírito colaborativo são características cada vez mais valorizadas e muito se fala em ensiná-las para desenvolver competências para o século 21. Graças a um estudo realizado pelo Instituto Ayrton Senna, agora se sabe que elas também melhoram o desempenho dos alunos em português e matemática. Segundo a pesquisa divulgada nesta terça-feira (25), o desenvolvimento dessas características ao longo da vida escolar impacta diretamente no aprendizado dessas disciplinas.
Chegar a essa conclusão foi possível após um questionário piloto ter sido aplicado a 25 mil alunos do 5º ano do ensino fundamental, 1º e 3º do médio, da rede estadual do Rio de Janeiro, em outubro do ano passado. As perguntas não tinham resposta certa ou errada, mas múltiplas alternativas que representavam, a partir de uma escala de pontos, determinadas dimensões de comportamento. Entre as questões estavam indagações como: “Quanto você consegue prestar atenção nas aulas?”, “Consegue estudar mesmo tendo outras coisas interessantes para fazer?” e “Quanto você é esforçado?”.

“É na base do autorrelato, na opinião do próprio aluno: estamos confiando no conhecimento que a criança e o adolescente tem de si mesmo, fazendo perguntas cuidadosas que foram selecionadas a partir de um estudo”, explicou Ricardo Primi, doutor em psicologia escolar e do desenvolvimento humano e um dos autores da pesquisa, durante o Fórum Internacional de Políticas Públicas Educar para as Competências do Século 21. Esse estudo que deu subsídios para o trabalho do Instituto Ayrton Senna foi desenvolvido por profissionais de diferentes áreas, dentre eles, psicólogos, psicometristas, especialistas de avaliação educacional e de impacto.

O questionário foi batizado de Senna, abreviação invertida de Avaliação Nacional das Não Cognitivas e Socioemocionais, e levou em conta, primeiro, cinco grandes domínios da personalidade: abertura a novas experiências, conscienciosidade, extroversão, neuroticismo e amabilidade. E acrescentou um sexto: motivação e crenças.

Para poderem relacionar os dados levantados pelo Senna com o desempenho dos alunos nas disciplinas regulares, foi usado o resultado do sistema de avaliação de português e matemática da Secretaria de Educação do Rio de Janeiro. Assim, foi possível cruzar os resultados e entender, dentro dessa amostragem, quais as habilidades socioemocionais mais presentes nos resultados dos alunos com melhor desempenho nessas disciplinas.

Com base nesses dados, o relatório aponta que, se um estudante que tenha nota de conscienciosidade no pior quartil de resultado – aquele que desiste fácil de seus objetivos, sem foco e pouco organizado – for estimulado e chegar ao maior nível dessa habilidade, ele melhora seu desempenho em matemática o equivalente a 4,5 meses de aprendizado.

Em português, as habilidades socioemocionais que trouxeram mais benefícios para o aprendizado da disciplina foram a abertura a novas experiências, que engloba a criatividade e imaginação, por exemplo, e motivação, precisamente sobre o quanto o indivíduo relaciona suas decisões pessoais com acontecimentos externos.

Ainda em português, a pesquisa também relata que, levando em conta apenas os alunos do 5º ano do fundamental, a conscienciosidade também tem um papel importante. Já a extroversão tem efeito negativo para estudantes do 1º e 3º ano do ensino médio. Segundo a literatura internacional sobre o tema, é difícil de se identificar o efeito da extroversão sobre resultados educacionais.

Com essa primeira amostragem, foi feito um trabalho de aprender como fazer a medição dessas habilidades, segundo Daniel Santos, economista especialista em impacto de políticas voltadas à primeira infância, autor do estudo junto com Primi. “O que existia até então era uma evidência grande da importância dessas competências para o futuro e que a escola é capaz de modifica-las, isso já justifica medi-las e repassar a informação. Agora o como essas informações vão ser usadas ainda precisa de amadurecimento.” 


Fonte: Matéria publicada no Portal Porvir.org, 25 de março de 2014.

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Nos EUA, alunos criam `tutorial` sobre como fazer o professor ser demitido (Portal UOL - Educação)


Da redação

Nos Estados Unidos alguns estudantes têm publicado vídeos no Youtube em que explicam como conseguiram fazer seus professores serem demitidos e dão dicas para outras crianças fazerem o mesmo. As informações são do jornal britânico Daily Mail.

Em um dos vídeos encontrados, dois jovens garotos explicam como eles se livraram de um professor que os teria intimidado.

Um estudante relata em outro vídeo que desenhou imagens desagradáveis de sua professora de espanhol -- como sendo comida por crocodilos, voando em um avião queimando em chamas. Ele afirma que não gostava da docente por ela ter puxado seu cabelo na sala de aula. Os desenhos foram descobertos alguns meses depois e ambos foram levados à diretoria da escola e ela acabou sendo demitida.

Defensores dos professores em Houston, Texas, afirmaram à rede de televisão `Fox News` que os vídeos são muito preocupantes e que os estudantes não se deram conta dos danos que podem causar.

O advogado Chris Tritico, que já trabalhou em diversos casos criminais de professores, disse que o docente deve limitar o contato com os estudantes caso tenha sido alvo de acusações falsas. Mesmo infundadas, elas podem ter efeitos devastadores sobre sua vida e carreira, ressalta.

O advogado aconselha ainda os professores a nunca tocarem nos estudantes e não passarem o número de celular ou aceitarem amizades no Facebook.


Fonte: Matéria publicada no Portal UOL - Educação, 25 de março de 2014.

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Ladrões roubam escola e deixam bilhete para polícia (Portal UOL - Educação)


Mariana Zirondi

A Polícia Civil de Londrina, no norte do Paraná, investiga um roubo que revoltou a comunidade pela `justificativa` deixada pelos ladrões em um bilhete: `vamos dar para crianças que não tem`.
O roubo ocorreu na madrugada de segunda-feira (24), quando o Centro Municipal de Educação Infantil (CMEI) Malvina Poppi Pedrialli foi invadido. A rede elétrica e de telefone foi cortada para desativar o alarme, segundo a diretora do centro, Celiana Pedrosa. Além de destruir portas e armários, os ladrões levaram um Playstation 3, outro portátil, dois tablets, um aparelho de DVD, 8 câmeras fotográficas, R$ 350 em dinheiro e talões de cheque em nome da Associação de Pais e funcionários da CMEI, além de brinquedos que comporiam a brinquedoteca da escola. Muitos dos itens eletrônicos eram prêmios recebidos pela escola durante uma campanha para arrecadação de agasalhos.

Ao final da operação, os ladrões fizeram questão de deixar um bilhete escrito à mão. O texto diz `vamos dar para crianças que não tem não adianta procurar somos de longe`. A Patrulha Escolar foi acionada e registrou o boletim de ocorrência.

`A escola e os pais estão revoltados. Foi um abuso. Eles mancharam uma ata, escreveram palavrões e ainda deixaram o bilhete, como se não fossemos um escola carente. O que tínhamos foi conquistado pela união dos pais em prol do centro`, desabafou Celiana.

A CMEI está localizada na Vila Fraternidade, zona leste de Londrina, e atende cerca de 120 crianças entre quatro meses e cinco anos.


Fonte: Matéria publicada no Portal UOL - Educação, 26 de março de 2014.

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A poesia que chega no saco de pão (Portal Porvir.org)

Que tal ir até a padaria e comprar alguns pães embalados por poesia? Na região metropolitana de Belo Horizonte, as embalagens ganham vida com os versos de crianças e adolescentes. Trata-se do projeto Pão e Poesia, uma iniciativa criada pelo mineiro Diovani Mendonça, que já aproximou alunos de 22 escolas públicas da literatura. Com oficinas de sensibilização poética, os estudantes são estimulados a ler e produzir poemas que ultrapassam os muros da sala de aula.

“Eu pensei em colocar os poemas no saquinho de pão porque as pessoas vão todos os dias à padaria”, explicou o idealizador do projeto. Para ele, os versos podem estar muito mais próximos do cotidiano das pessoas do que das estantes de bibliotecas. Analista de sistemas autodidata, Mendonça estudou apenas até a sétima série, mas isso não o impediu de se tornar um poeta apaixonado pelos versos. E coincidência ou não, o mineiro ainda carrega consigo o orgulho de ter nascido em 12 de outubro, o dia nacional da leitura.

No período da infância e da adolescência, ele costumava passar os dias no colégio para acompanhar a mãe, que trabalhava como servente escolar. Em uma tarde, durante uma de suas andanças pela escola, um livro aberto deixado na biblioteca chamou sua atenção. A obra era uma adaptação de Dom Quixote feita por Monteiro Lobato. Sem pensar muito, o garoto levou o livro para casa. “A partir disso, eu comecei a me interessar e ler tudo o que eu via pela frente”, lembrou.

Mesmo encantado pelo universo das letras, deixou a escola desmotivado pelas brincadeiras de mau gosto feitas por colegas de classe e as humilhações sofridas por ter dificuldade em matemática. Quem diria que, após muito anos, aquele mesmo garoto que não concluiu o ensino fundamental iria aproximar mais de 500 crianças e adolescentes da literatura. Hoje, com o Pão e Poesia, ele já distribuiu gratuitamente mais de 1 milhão de saquinhos por padarias da região.

Na primeira edição, realizada em 2008, o projeto estampava versos de poetas de renome e desenhos de artistas plásticos homenageados. Além disso, Mendonça também incluiu a seleção de alguns poemas que foram enviados pelas pessoas. Inicialmente foram feitas 300 mil embalagens, todas produzidas na base da colaboração. O amigo Renan Rocha, que trabalhava no ramo de embalagens, cedeu o papel, outra pessoa se prontificou a ajudar com as tintas e a partir daí o projeto ganhou forma. Ele se manteve assim até conseguir uma verba de incentivo à cultura, conquistada após ganhar o primeiro lugar no concurso Pontos de Mídia Livre, em 2009. Um ano depois, a iniciativa também foi reconhecida pelo Ministério da Cultura e conquistou o título de Selo Cultura Viva.

Quando a primeira leva de embalagens acabou, o mineiro quis plastificar as poucas unidades que sobraram e decidiu levar até as escolas da região para expor o seu projeto. Dessa aproximação, surgiu a ideia de desenvolver oficinas de literatura com os estudantes, passando a estampar a produção feita por eles nos saquinhos de pão. “Eu pensei em uma forma de levar a poesia até as pessoas de uma forma que não fosse por livros”, contou. Durante períodos de aproximadamente duas horas, com os chamados “momentos de sensibilização poética”, os estudantes adquirem o contato com a poesia e são estimulados por a se arriscar na produção dos primeiros versos.

O analista de sistemas conta que esse processo é totalmente livre e pode variar de escola para escola. Tudo vai depender do momento e a percepção dos oficineiros responsáveis pela sensibilização poética dos alunos. “Para mim, as coisas formalizadas demais não servem”, contou. De acordo com ele, o mais importante dessa atividade não é estimular a leitura ou a escrita. “Eu quero fazer com que esses alunos consigam pensar fora da caixinha.”

Atualmente, o projeto Pão e Poesia não está realizando novas oficinas. Porém, os saquinhos de pão produzidos pelos alunos da última edição ainda estão em circulação. Segundo Mendonça, existem planos de promover novas turmas e expandir o projeto para algumas cidades de São Paulo e do Paraná. Além disso, ele também tem organizado outros projetos ligados à poesia, como a grafitada poética e a distribuição de poemas em praças públicas – sempre com a intenção de levar a poesia ao cotidiano das pessoas.


Fonte: Matéria publicada no Portal Porvir.org, 25 de março de 2014.

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E agora, professor? (Ciência Hoje On-line)


Sofia Moutinho

Estudiosos discutem o papel do professor e da escola diante da popularização de novas mídias, que facilitam o acesso à informação e colocam em xeque o antigo lugar do educador como um guardião do saber.

Se até a década de 1990 os estudantes tinham que se valer de livros didáticos e grossas enciclopédias de papel para ter uma resposta decorada na ponta da língua, hoje a informação é obtida em segundos com uma simples busca na internet, que pode oferecer dados novos até para o professor. Celulares com acesso à rede, computadores e tablets já fazem parte do ambiente escolar – queiram pais e educadores ou não. E qual é o papel do professor diante desse cenário? 

A questão que não quer calar foi tema de discussão na semana passada durante o evento ‘Intervalo: mídia-educação em debate’, que reuniu professores e estudiosos da educação no Museu de Arte do Rio de Janeiro (MAR). Para a professora Lucia Santella, especialista em mídias da Pontifícia Universidade Católica de São Paulo (PUC-SP) que participou dos debates, estamos vivendo uma nova era midiática e os professores precisam se adaptar a ela. 

“As novas mídias provocaram um abalo sísmico na hegemonia e na soberania do mundo do livro; já não podemos mais pensar em educação sem pensar nos meios que temos disponíveis”, afirmou. “Hoje vivemos o apogeu da inteligência coletiva, nossa inteligência está muito mais fora da nossa cabeça que dentro dela: estão aí para mostrar isso o Google e todos os outros aplicativos que estendem a nossa capacidade de conhecimento.”

No atual cenário tecnológico, em que o acesso às informações é cada vez mais facilitado pela internet e por aparelhos eletrônicos que podemos carregar no bolso, a pesquisadora acredita que o professor perdeu o papel de autoridade do conhecimento que tinha durante o século 19. 

“O educador não é mais uma pessoa da qual a educação depende”, frisou. “Existe agora uma forma de aprendizagem que é a ubíqua; qualquer criança pode ter mais acesso ao conhecimento sobre determinado assunto que o seu professor.” E continuou: “Não existe mais autoridade do conhecimento, por mais que uma pessoa tenha passado a vida acumulando informações, ela não pode competir com o Santo Graal que é o Google.” 

A educadora Rosália Duarte, da Pontifícia Universidade Católica do Rio de Janeiro (PUC-RJ), destacou que, apesar da disponibilidade tecnológica e dos novos paradigmas que se apresentam, grande parte das escolas ainda opera com a lógica do modelo positivista de educação concentrado nas disciplinas e na repetição de conteúdo. 

“A escola que conhecemos nasceu no século 18, quando conhecer era repetir e memorizar os enunciados dos que nos antecederam, conhecer era se apropriar de um enunciado e repeti-lo de forma mais aproximada possível”, lembrou Duarte. “Hoje, conhecer é elaborar, pensar é estabelecer relações.”

Para a estudiosa, ganha relevância atualmente o papel do professor como mediador – figura que estabelece conexões junto com o aluno e participa ativamente da construção do saber. 

“Enquanto acharmos que conhecer é consumir informação e repetir informação, estaremos abrindo mão do papel fundamental do professor, que é o de mediador”, argumentou. “Entrar na internet e achar as equações da física que explicam o Big Bang não é suficiente para operar com os conceitos da física; é tarefa dos professores levar o aluno a compreender a lógica a partir da qual a ciência é feita.” 

Para o professor de cinema da Universidade Federal Fluminense (UFF) Cezar Migliorin, coordenador do projeto ‘Inventar com a diferença’ – que usa o cinema como base para capacitar professores e refletir sobre os direitos humanos com os alunos –, outra mudança fundamental na escola é acabar com a hierarquização da inteligência entre professores e alunos. 

“A escola tem que ser democrática, temos que partir do princípio da igualdade de inteligências e isso não quer dizer que todos têm a mesma capacidade para tudo, mas que todos têm o potencial de inventar algo, tanto professores quanto alunos”, pontuou Migliorin


Mundo jovem 

Todos os dias novas mídias são lançadas. Diante do rápido desenvolvimento tecnológico, o professor tem a difícil empreitada de se manter atualizado e acompanhar não só as plataformas mais recentes, mas também o modo pelo qual seus alunos se apropriam delas. 

“O aparelho fonador que está em nosso próprio corpo ainda cumpre uma função insubstituível, mas hoje temos vários outros tipos de mídias com os quais interagimos e convivemos cotidianamente e dos quais os professores devem estar cientes”, diz Rosália Duarte. “Temos que fazer um esforço para sentir e pensar o mundo dos jovens.” 

Com esse propósito, foi lançado durante o evento o site Prisma, um espaço de reflexão que reúne textos e materiais diversos sobre o universo jovem e sua interseção com a educação. Na página, direcionada a educadores, há dicas de cursos de aperfeiçoamento, livros e encontros voltados para o debate sobre a educação e as novas mídias.

Outro apoio para professores interessados em se inteirar do universo de seus alunos é a plataforma digital Latitude, criada pelo Instituto Desiderata em conjunto com o Observatório Educação e Cidade. A página, também lançada durante o evento, disponibiliza, de forma interativa, dados pedagógicos e indicadores educacionais oficiais do município do Rio de Janeiro. 

Os dados são apresentados de maneira georreferenciada em um mapa, no qual é possível consultar, por exemplo, o Índice de Desenvolvimento da Educação Básica (Ideb) de uma escola específica. A ferramenta é uma boa opção para professores que queiram conhecer melhor a realidade da educação em sua vizinhança.


Fonte: Matéria publicada no portal Ciência Hoje On-line, 14 de abril de 2014.

Publicado também na UDEMO




É melhor ser um ótimo mecânico do que um engenheiro medíocre (Folha de São Paulo)


Sabine Righetti

Esses dias eu me deparei com o processo interessante de escolha da universidade por um jovem alemão e resolvi trazer a discussão para o blog.
Estudioso e com perfil acadêmico, ele quer cursar economia.

Tem em mente uma preocupação: fazer um curso mais teórico e menos prático, desses com disciplinas em empresas e estágios.

Na Alemanha, os jovens vão para a universidade dependendo da sua aptidão.
Isso é possível porque lá os salários não variam tanto entre um mecânico e um engenheiro.

O sistema alemão sabe que é melhor garantir um ótimo mecânico do que um engenheiro medíocre.

No Brasil, a lógica é muito diferente.
Aqui um mecânico muito bom provavelmente estará se esforçando para entrar na universidade –mesmo que seja em curso de, a ver, direito.


ADMINISTRAÇÃO DE EMPRESAS

Em terras tupiniquins dificilmente as escolhas profissionais estão ligadas a aptidões como acontece na Alemanha, mas sim a uma série de outras questões. Salário é a principal delas.

Quer um exemplo?

Alguém aqui acredita que a maioria dos brasileiros tem aptidão para “administração de empresas”?

Esse é o curso com mais matriculados no Brasil: um em cada seis estudantes universitários faz administração.

Além disso, a escolha da universidade no Brasil dificilmente passa por um critério como perfil do “curso mais ou menos prático”, como acontece na Alemanha.


MAIS MECÂNICOS

Não se trata, obviamente, de subir em um palanque contra o ensino superior. Pelo contrário.

Apenas 14% dos nossos estudantes em idade universitária (18 a 24 anos) estão em salas de aula de instituições de ensino superior. É claro que precisamos de muito mais do que isso.

Mas nem todo mundo tem aptidão para a universidade e, pior, muita gente pode estar deixando para trás aptidões preciosas –como a mecânica– para entrar em uma sala de aula em busca de melhores salários.

Quanto ganha um país em que ótimos mecânicos fazem direito?


Fonte: Matéria publicada na Folha de São Paulo, 21 de abril de 2014.

Publicado também na UDEMO

 

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