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sexta-feira, 1 de fevereiro de 2013

Melhores Momentos - Palmeiras 3 x 0 São Bernardo - Paulistão 31/01/2013 e outro vídeo com o jogo na íntegra



Publicado em 31/01/2013
 
Os gols e os Melhores momentos: Palmeiras 3 x 0 São Bernardo pela 4º rodada do Campeonato Paulista

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Fonte: Vídeo do Sportv no Youtube - Canal do JUNIOR BARATA


Veja o jogo na íntegra no vídeo abaixo


Publicado em 31/01/2013
 
FICHA TÉCNICA

PALMEIRAS 3 X 0 SÃO BERNARDO

Local: estádio do Pacaembu, em São Paulo (SP)
Data: 31 de janeiro de 2013, quinta-feira
Horário: 19h30 (de Brasília)
Árbitro: Adriano de Assis Miranda (SP)
Assistentes: Fausto Augusto Viana Moretti e Risser Jarussi Corrêa (ambos de SP)
Assistentes adicionais: Leandro Bizzio Marinho e Cássio Luiz Zancopé (ambos de SP)
Cartões amarelos: Valdivia (Palmeiras). Gleidson Souza (São Bernardo)
Público: 5.313 pagantes
Renda: R$ 177.540,00
GOLS: PALMEIRAS: Barcos, aos 32 minutos do primeiro tempo e aos 10 minutos do segundo tempo. Valdivia, aos 5 minutos do segundo tempo

PALMEIRAS: Fernando Prass; Ayrton (Wendel), Henrique, Mauricio Ramos e Juninho; Márcio Araújo, Wesley e Valdivia (Edilson); Maikon Leite, Barcos e Vinicius (Patrick Vieira)
Técnico: Gilson Kleina.

SÃO BERNARDO: Wilson Junior; Regis, Marcio Garcia, Samuel e Gleidson Souza; Dudu, Glaydson (Michael), Kleber e Luciano Mandi (Gil); Ricardinho (Naldinho) e Fernando Baiano
Técnico: Luciano Dias.

Fonte: Vídeo do PFC Premiere no Youtube - Canal do Evaldo Vieira

Incêndio na BOATE KISS em SANTA MARIA-RS (REPORTAGEM COMPLETA)



Publicado em 27/01/2013

Reportagem do DOMINGO ESPETACULAR com todos os detalhes da TRAGÉDIA que abalou o BRASIL nesse domingo dia 27/01/2013 e deixou até agora de 248 mortos na cidade de Santa Maria-Rs,O número de pessoas que estavam na boate ainda não foi confirmado. A festa reunia estudantes da Universidade Federal de Santa Maria, dos cursos de Pedagogia, Agronomia, Medicina Veterinária, Zootecnia e dois cursos técnicos.o Fantastico relatou agora a pouco que esse foi o 3º maior incêndio do mundo em Boates!
 
 
Fonte: Vídeo no Youtube - Canal do Edmar Barros

http://youtu.be/q-bveXuSIks


Hospital é condenado por anotar licenças médicas na CTPS

A Santa Casa de Misericórdia da Bahia vai pagar indenização de R$ 3 mil a um maqueiro que teve anotado, em sua Carteira de Trabalho e Previdência Social (CTPS), registros de ausências ao trabalho em consequência de licenças médicas devidamente atestadas. Para os ministros da Quinta Turma do Tribunal Superior do Trabalho, a anotação de condutas desabonadoras na carteira prejudica o empregado e é proibida pela Consolidação das Leis do Trabalho (CLT).

O maqueiro – profissional responsável pelo transporte de paciente para realização de exames ou cirurgias - foi contratado pela Santa Casa em maio de 2007, tendo trabalhado no local até outubro de 2008. Após deixar o emprego, ajuizou reclamação trabalhista pleiteando a condenação da empresa, por entender que as anotações na carteira de trabalho teriam lhe causado transtornos.

A defesa do trabalhador afirma que a empresa teria feito anotações irregulares na carteira de trabalho: vários carimbos com a nomenclatura "atestado médico". Para o advogado, a atitude da empresa teria maculado a CTPS do autor, causando problemas para o trabalhador, que estaria encontrando dificuldade em conseguir novo emprego. De acordo com o defensor, cada vez que participa de uma seleção de emprego, quando da constatação desses carimbos, logo é dispensado, afirma, lembrando que seu cliente continuava desempregado até a data do ajuizamento da reclamação trabalhista.

A CTPS é um bem do trabalhador e está protegida por lei, sustentou o advogado. Sendo assim, ao realizar anotações na carteira, a empresa deveria ater-se ao estritamente necessário, evitando anotações que viessem a prejudicar o trabalhador numa futura recolocação profissional.

Neste ponto, o defensor lembrou que a Consolidação das Leis do Trabalho proíbe anotações desabonadoras na carteira, incluindo atestados médicos ou condições de saúde do trabalhador.

Com esses argumentos, pedia que a empresa fosse condenada ao pagamento de indenização por danos morais.

Anotações gerais

Ao analisar a reclamação trabalhista, a juíza da 12ª Vara do Trabalho de Salvador afirmou que a empresa agiu corretamente. Segundo ela, o cabeçalho da própria página de anotações gerais na CTPS especifica os tipos de anotações possíveis: atestado médico, alteração do contrato de trabalho, registros profissionais e outras autorizadas por lei. Com esse argumento, a magistrada negou o pedido de condenação, por considerar ser um dever legal da empresa anotar, neste espaço, todo e qualquer afastamento do empregado.

O empregado recorreu ao Tribunal Regional do Trabalho da 5ª Região (BA), pedindo a reforma da sentença de primeiro grau, alegando mais uma vez que as anotações em sua carteira de trabalho referentes a atestados médicos teriam lhe causado grandes transtornos para conseguir nova colocação no mercado.

O TRT-5 deu razão ao trabalhador. Segundo a corte regional, o parágrafo 2º do artigo 29 da CLT não autoriza anotação de afastamento do trabalho em razão de atestado médico. E o parágrafo 4º veda a realização de anotações desabonadoras na CTPS do trabalhador. Com base nesse entendimento, o TRT reverteu a sentença de primeiro grau, condenando a Santa Casa de Misericórdia da Bahia ao pagamento de indenização por dano moral no valor de R$ 3 mil.

Desgaste

Essa decisão foi mantida pelo TST. Ao julgar recurso da Santa Casa, a Quinta Turma da Corte entendeu como certa a condenação. Para o relator do caso, ministro Brito Pereira, a anotação de condutas desabonadoras na CTPS provoca desgaste na imagem do trabalhador, prejudicando o acesso a novo posto de trabalho.

Os artigos 29 e 31 da CLT dispõe sobre o que deve ou pode ser registrado na carteira de trabalho, revelou o ministro, lembrando que os parágrafos 4º e 5º do artigo 29 vedam anotações desabonadoras à conduta do empregado na CTPS. No caso, frisou Brito Pereira, o TRT-5 concluiu que o artigo 29 da CLT, em seu parágrafo 2º, não autoriza anotação de afastamento do trabalho em razão de atestado médico e que, em seu parágrafo 4º, veda a realização de anotações desabonadoras na carteira. "Essa decisão converge com o entendimento dessa Corte", concluiu o ministro, citando precedentes no mesmo sentido. Com esse argumento, o ministro votou pela manutenção da condenação, sendo acompanhado pelos demais ministros da Turma.

Processo: RR 887-36.2010.05.0012

Tribunal Superior do Trabalho - 01/02/2013


www.inacioepereira.com.br/noticias.php?id=4650









Até bombom de licor rende multa com a nova lei seca

Comer um bombom de licor já é o suficiente para que o motorista seja multado com base na nova lei seca.

Com a autorização da Polícia Militar, a reportagem testou ontem o que o bafômetro aponta quando o motorista come um bombom de licor, usa um enxaguante bucal ou bebe 200 ml de cerveja.

Contran endurece lei seca e decide não tolerar álcool em exame

Resolução do Contran (Conselho Nacional de Trânsito) em vigor desde anteontem reduziu pela metade o nível de álcool tolerado no teste do bafômetro. A regra também baixou para zero a tolerância no exame de sangue.

Antes da nova regulamentação, o limite do bafômetro era de 0,1 mg/l (miligrama de álcool por litro de ar). A partir disso, o motorista era multado. Agora o limite caiu para 0,05 mg/l. O valor da multa é de R$ 1.915,40.

Os testes do bafômetro foram feitos por três pessoas --uma comeu o bombom, outra bebeu a cerveja e a terceira usou o enxaguante.

Com o doce, o bafômetro apontou 0,08 mg de álcool por litro de ar expelido. Com esse resultado, além de multado, o motorista perderia por um ano o direito de dirigir.

Para os 200 ml de cerveja, o aparelho acusou 0,34 mg/l. O enxaguante bucal foi o que apontou maior concentração alcoólica: 1,31 mg/l.

Os dois resultados caracterizam crime de trânsito (quando o motorista tem a partir de 0,34 mg de álcool por litro de ar expelido). Nesse caso, o motorista é preso e corre o risco de, se condenado, pegar até três anos de detenção. É possível pagar fiança.

Os testes foram realizados por policiais do 1º BPRV (Batalhão de Policiamento Rodoviário), no Sacomã (zona sul).

Nos três casos, o bafômetro não acusou nenhuma quantidade de álcool quando a reportagem voltou a soprar o aparelho, 15 minutos depois.

MULTA

O tenente Dene Benjamim, do 1º Batalhão de Policiamento Rodoviário, afirmou que a multa ou a prisão impostas ao motorista com níveis de álcool acima do permitido independe da substância que ele tenha ingerido.

"O motorista é multado ou preso do mesmo jeito", disse o tenente Benjamim.

"Na blitz, o policial não tem como constatar se o motorista comeu um bombom ou ingeriu bebida alcoólica. É a palavra dele contra o aparelho", afirmou.

Segundo Benjamim, a nova resolução do Contran não alterou em nada o policiamento adotado no Estado.


Bom Dia Advogado - 01/02/2013


www.inacioepereira.com.br/noticias.php?id=4649










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